04
Nov 09
Por Nuno Castelo-Branco, às 19:25 | comentar | ver comentários (7)

 

 

Independentemente da religiosidade ou da falta dela, os europeus conhecem bem as suas raízes, plasmadas hoje nos ordenamentos jurídicos, na arte exposta nos museus, arquitectura monumental e organização social. 

 

Ao legado cristão devemos a própria ideia de Europa, a respublica christiana que acabou por conceder ao homem, aquele primado que o aproximou irreversivelmente da imagem de deus. As liberdades civis, a ideia de conhecer o outro e de respeitá-lo como semelhante, o esmagador património cultural que acabou por partir à conquista do mundo, deve-se a uma infinidade de nomes, desde aqueles que como Santo Agostinho ao Padre António Vieira, conformaram o sentido de devir de uma comunidade que mesmo pulverizada em múltiplos senhorios e obediências, entre si encontrava os essenciais pontos de encontro que fizeram uma cultura, esta no seu espectro mais amplo. 

 

Há  uns tempos, um imã radicado na Alemanha, pretendia a erradicação de todas as manifestações exteriores que susceptíveis de conotação cristã, tornavam-se no seu sábio e barbudo  julgamento, em ofensas ao islão. Procissões, toques de sinos, exibição de arte "moralmente ofensiva" - nus, cenas religiosas e em último grau, a figura humana - e  espectáculos onde a música sacra de Haendel ou Bach fazem o programa, deveriam ser banidos dos sensíveis sentidos auditivos e visuais destes convidados de uma Europa que detestam e querem ver substituída pela sua concepção exclusivista de pastagem para borregos, cabritos, carneiros e outros espécimes caprinos. Como dizia há uns tempos a agnóstica e esquerdista professora Maria de Fátima Bonifácio, a Europa só o será, enquanto for cristã.

 

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, decidiu a favor de um processo "levantado por uma mãe" contra a Itália, dando-lhe razão quanto ao caso da exibição de crucifixos nas escolas. A questão a colocar é simples: por cada mãe dessas, quantos milhares de outras existirão que pretendem continuar ver exposta a referência da sua identidade e que jamais foram auscultadas pelos magistrados que julgam inopinadamente? Estas decisões derivam geralmente de pressões exercidas por uma ínfima minoria activista, estranhamente ruidosa nos media e que pelo vociferar e chantagem moral, vai conseguindo minar uma após outras, sociedades até há pouco aceitavelmente homogéneas e onde a consciência de grupo - seja ele nacional ou de pertença a um espaço territorial conformado pela lei aceite -, significou a estabilidade, segurança geral e a identidade que estabelece a paz e o progresso.

 

Sem que vivalma os tenha alguma vez eleito ou escolhido  através de decisão de massas - embora sejam sempre muito pressurosos quanto à electividade de certas instituições -, estes novos curandeiros que se pretendem alçar à categoria de sumo-sacerdotes de uma anti-religião, pertencem por regra a núcleos bem identificados, uns já da provecta idade oferecida por dois séculos de predomínio e outros, os pobres patetas do imediatismo, com uma enorme capacidade de espolinhamento, arrogante cobardia, passividade crónica perante o agressor e desarrazoado mental que confirma a suposição de auto-destrutiva imbecilidade.

 

Curioso será verificar que quem mais se insurge contra as "velhas crendices" e cerimoniais milenares que amalgamaram os múltiplos contributos que do norte da Europa à foz do Nilo fizeram esta Europa, são exactamente os mesmos que caem de joelhos de baraço ao pescoço, ombros nus e vendas nos olhos. Deleitando-se com os pios de corujas em cemitérios abandonados, importunam a altas horas da noite os potenciais alvos para um muitas vezes indesejado noviciado, insistindo em rastejar sobre marmóreas lousas em xadrês e perdendo horas infindas em rituais dignos de qualquer filme de terceira categoria com pretensos a ficção científica pós-VIII Guerra Mundial, passado algures num sistema planetário distante e de exótico nome. Caveiras, punhais, olhos que piscam ou se arregalam, naperons, aventais fora da cozinha, rendas, bordados, círios e tutores de iniciados, fazem o pleno da macaqueação ridícula de ritos que alegadamente dizem rejeitar. Não têm qualquer interesse que não seja o do favorecimento da superstição da seita, acirrando velhos ódios e recalcamentos pessoais que querem ver transportados para uma sociedade destinada a obedecer. Em suma, estes pobres  e cúpidos diabos sofrem de frustrações de infância perdida, decerto saudosos daquelas "brincadeiras do quarto escuro", onde nem sempre a inocência do apanha-foge-agarra era o estrito móbil do passatempo. 

 

São estes doutos juízes que julgam poder decidir a seu bel-prazer, destruindo afinal a fonte do poder que exercem tão indiscriminada como impunemente. 

 

Pelo que parece, a praticamente desconhecida e inexistente Associação Ateísta Portuguesa - que pelo que se sabe, de ateísmo tem quase nada ou pouquíssimo -, deleitou-se com a decisão das avantesmas teleguiadas pela nomenklatura de Bruxelas. Deve querer aproveitar a ocasião propiciada pelas previsivelmente nulas comemorações do Centenário da República. São exactamente os mesmos que se rendem ao bezerro de ouro das "oportunidades", negócios de casta ou manipulação nada etérea do número, o supremo senhor deificado, o tal Banco que decide por cada um e por todos. No fundo, esta gente limita-se a recuar aos tempos da adoração de ídolos, postergada pelo também lendário Abraão. Curiosamente, o grande princípio que baliza a sua grande arquitectura universal, também consiste na invisibilidade deste novo e bem identificado deus, o dinheiro que circula no éter da imaginação contabilística. Nem nisto conseguem ser originais, seguindo fielmente o princípio da divindade única, indivisível, omnipresente e sobretudo, invisível. O que volta e meia não os livra minimamente de serem atirados para a choça. Pelos seus druidas, evidentemente.

 


23
Out 09
Por Jorge Ferreira, às 00:34 | comentar | ver comentários (7)

Foi para mim um privilégio poder ter participado no Novo Rumo, cujo convite verdadeiramente me supreendeu e motivou. O momento era irresistível. Razões pessoais impediram-me a assiduidade e a polémica. Frustração: projectei publicar um conjunto de Crónicas Constitucionais como contributo modesto para fazer alguma discussão pública sobre um assunto da maior relevancia colectiva, que os partidos do fast food socratiano e do desértico ferreiraleitismo, com acólitos decorativos arrastados pelos fundilhos das calças quiseram evitar como o Diabo foge da cruz (não sei se Saramago autoriza esta parte...). Mas nem isso consegui. Mas vai haver mais eleições com toda a certeza. Não sei que destino os companheiros desta aventura estão a pensar dar a este Rumo bem saudável e agradável que aqui vivemos uns mesitos. Eu, para já, é que não posso continuar a fingir que estou porque sei que não vou poder estar. Obrigado a todos, a começar pelos nobres leitores e até sempre. Afinal, ansamos sempre todos um pouco por aí, não é assim?...

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15
Out 09
Por Nuno Castelo-Branco, às 16:31 | comentar | ver comentários (2)

 

 

Segundo O Diabo, a famosa alocução ao país vocalizada pelo marido da dra. Maria Cavaco Silva, seguiu integralmente o guião escrito pelo próprio. Como não podia deixar de ser, a supervisão, o "toque de artista",  alegadamente pertenceu à capadócia doutora.

 

O resultado foi o que se viu. O que se torna espantosa, é esta capacidade de desperdício protagonizada por uma instituição que desde os tempos de Mário Soares, sempre contou com enxames de assessores, bem pagos e nutridos pelo erário público. Por regra aceite como excelente, as grandes comunicações presidenciais - Obama incluído - são redigidas por gente experiente na matéria e com certos dotes literários. Nas Monarquias, o primeiro-ministro transmite ao monarca o texto programático do governo, para ser lido diante do Parlamento. Raras são as vezes em que o Chefe do Estado tem forçosamente de tomar uma iniciativa por motu proprio, tal acontecendo somente  em momentos de grave emergência. Evitam-se problemas institucionais ou os embaraços que rotineiramente liquidam o pouco que sobra da respeitabilidade da instituição republicana portuguesa.

 

Resta apenas dizer que quem quer repúblicas, paga-as!

 

 


13
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:46 | comentar | ver comentários (3)

nem vê-lo. Podemos dizer que tudo está como dantes...

Uma promessa, quanto a mim, claro, começou a desenhar-se no horizonte, saibam os seus dirigentes geri-la;  mesmo nas Autárquicas o CDS cresceu em número de mandatos, e o facto de continuar com uma Presidência de Câmara só, não é muito significativo, num país que funciona como todos sabemos.

Choca-me que tanto Autarcas - com duas honrosas excepções, que eu tenha ouvido,: Rui Rio e Fernando Seara - ( e logo por aí se vê o gabarito das pessoas...), como jornalistas, na noite das contagens, mas também aqui na Blogosfera, não tenham aludido ao papel do Partido na conquista das presidências onde foram coligados. Só lhes fica mal, muito mal.

As coisas têm de ser bem cimentadas, para não ruírem estrondosamente, e todos os que votaram no CDS, tornando-o num partido em evidente ascensão, têm o direito de exigir seriedade e trabalho aos seus dirigentes.

Daqui a algum tempo - veremos se quatro, se dois anos, como alguns prognosticaram -cá estaremos de novo a pedir um novo rumo...

Até lá!


Por António de Almeida, às 15:04 | comentar

   -Não conheço o estudo detalhadamente, nem tão pouco quais as recomendações que o próximo governo decidirá seguir ou deixará ficar no papel, mas conheço muito bem os socialistas para não esperar grandes alterações de fundo na política fiscal, entre o deve e o haver, com a desculpa de reformar o sistema, alguns impostos irão certamente descer outros subir, no final é certo que o Estado irá arrecadar mais receita enquanto o contribuinte ficará com menos dinheiro disponível para si. O problema continua a ser um Estado que gasta demasiado.

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Por Carlos Novais, às 13:11 | comentar | ver comentários (1)

Parece que tencionam mexer novamente em impostos e taxas, e como habitual, irão subir uns, descer outros, se bem que em média no longo prazo sobem todos, porque a anterior proposta de descida de uma taxa em particular (ou escalão de IRS, etc), é como que "apanhada" na revisão seguinte, sem dúvida por necessidade de uma crise temporária, e acaba assim a ser equiparada com as outras que não desceram. Um processo típico de "atirar areia para os olhos". Certo é que a confusão para a população em geral é ... geral.

 

Por mim, continuarei a gostar da ideia de uma Taxa Única de Impostos para o IRS, IRC e IVA. 

 

E costumo propor uma taxa de 20% (e uma subida do rendimento isento de IRS). Ver por exemplo a mais recente proposta (via negócios.pt): "Os rendimentos de capitais, prediais e mais-valias pagariam uma taxa única de 20% e todas as taxas liberatórias vigentes desapareceriam. " O que representaria uma subida dos actuais 10% para valores cotados. Ao mesmo tempo a recomendação parece  indicar uma descida do IVA para 19%. E outras alterações.

 

Aquela taxa de 20% parece ser reconhecida como a máxima possível para não destruir o investimento quer por exemplo dívida pública como também do investimento em empresas. Espera-se que tal taxa tenha em conta a possibilidade de reinvestimento ou do carácter de não curto prazo (tal como a isenção acima de um ano de posse).

 

Mas o que seria estruturalmente muito positivo é que uma Taxa Única se mantivesse independentemente de poder assumir o valor de 19% ou de 21%.

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12
Out 09
Por zedeportugal, às 23:04 | comentar

Ao contrário do que é amplamente aceite por aí – entre blogues e jornais – não considero que o grande derrotado destas autárquicas tenha sido o BE. É verdade que a sua votação em termos globais (3% dos votos expressos, num total aproximado de 167.000) é um péssimo resultado. Mas, o BE não tem um passado que o suporte nas autárquicas.
O grande derrotado nestas autárquicas, em minha opinião, foi o PCP. Não só perdeu sete câmaras - Aljustrel, Beja, Viana do Alentejo, Vila Viçosa, Marinha Grande, Monforte e Sines -, das quais três (3) são cidades, como não recuperou ao PS algumas que esperava, como, por exemplo, Évora ou Odemira. A lição a tirar é clara como água limpa e darwiniana: quem não se adapta morre.

 

Quanto aos resultados em Lisboa... eles representam bem o paradigma do estado actual da política nacional. O PS ganhou, mas à conta da cupidez de outros, como se passa a explanar.
O oportunista bloquista ex-bloquista Sá Fernandes – o Zé que já não fazia falta nenhuma – juntou-se ao PS para não perder o tacho emprego lugar.
A aproveitadora manipuladora vereadora (e arquitecta) Helena Roseta traiu as convicções do movimento de parvos cidadãos que a apoiava – agora que parece ter ficado decidido (não sei bem por quem?) que só fica a poder empilhar-se contentores até uma altura de cinco (2,6x 5= 13,0 metros, só treze metros!) na doca de Alcântara – em troca do lugar de vice de António Costa, para ver se consegue apanhar alguns projectos municipais (ou, como se diz agora, de iniciativa municipal) quebrando o regime de exclusividade alimentar do vereador (e arquitecto) Manuel Salgado.
O PSD perdeu (nem outra coisa seria de esperar) por causa da extraordinária falta de inteligência dos seus líderes. Tal como acontece na minha própria corporação profissional e em inúmeras outras, bem como na maioria das associações (desportivas, recreativas e até – pasme-se – aquelas ditas de solidariedade) alguns chicos-espertos continuam a pensar que obtém alguma vantagem ao denegrir o seu colega profissional ou o seu companheiro associativo. O que acontece, ao contrário, é que ao destruírem a imagem desse grupo a que pertencem, destroem a sua própria imagem , a sua própria credibilidade e o seu próprio futuro.
É claro que o espertalhão engatatão cidadão Santana Lopes haveria de perder a Câmara porque ele próprio, com uma grande ajuda dos seus companheiros de partido, já havia tratado de destruir a sua própria credibilidade – de forma bastante definitiva, ao que parece.
Mas, neste caso, quem perdeu mesmo foi a cidade Lisboa e os lisboetas, os quais só podem mesmo imputar as culpas à sua tremenda falta de memória colectiva, pois parecem ter-se esquecido completamente porque razão haviam dado a vitória no passado recente ao dito Santana Lopes. E agora vão apanhar um período “neo-joão-soarista” que lhes vai tornar a vida num inferno (ainda maior). É lamentável, mas merecido.

 

Quanto aos resultados em Oeiras também não concordo com o que por aí se diz nos blogues, sobre a alegada falta de ética dos eleitores do Concelho de Oeiras por terem votado no Isaltino Morais. Talvez isso se fique mais a dever à falta de qualidade dos seus adversários.
Quem são, em termos de relevância política claro, Amílcar Campos e Isabel Meirelles (com dois éles)? Quem escolhe estes desconhecidos como opositores de um homem como Isaltino está no mínimo a substimá-lo e não deveria admirar-se dos resultados.
Já o rapazola jovem Perestrello (também com dois éles – que coincidência!) é cara conhecida – ou deverei dizer promovida – num qualquer programa televisisvo de debate político. Não sei como se chama o programa, mas já vi duas ou três vezes e repugna-me o ar enfatuado, convencido – uma pseudo superioridade baseada, provavelmente, no argumento “eu sou do partido da maioria” (era) – com que o dito Perestrello (com dois éles) se dirige aos seus comparsas e à entrevistadora. E era isto que o PS pensava poder vencer o esforçado e muito popular (diria mesmo de trato humilde) Isaltino Morais?
Talvez a mensagem dos eleitores de Oeiras seja mesmo, ao contrário do que dizem, de grande valor ético? Talvez ela seja qualquer coisa do género: não vale tudo, mesmo em política, e a deslealdade daqueles (neste caso daquelas) em quem o líder depositou a sua confiança é inaceitável.
Afinal, a simples lição que um dia o autor e senhor da minha vida me fez aprender e que a partir daí eu tento transmitir ao meu semelhante: os fins nunca justificam os meios.
Um bom tema para reflexão das cúpulas partidárias deste país – com especial relevância para o PSD – se nelas houvesse um mínimo de humildade, coisa que duvido sinceramente.

 

Muitas outras histórias haveria para contar destas autárquicas, mas a disponibilidade não mo permite.

 

clique neste texto para aceder à página dos resultados das autárquicas 2009

 

Nota final: Encerro, assim, a minha colaboração neste projecto conjunto designado Novo Rumo, grato e honrado pelo convite que me foi feito a 29 de Julho e que viria a aceitar no dia 7 de Agosto de 2009. Foi um gosto ter participado convosco.
Despeço-me de todos com um abraço de amizade.
Até sempre,
(zedeportugal)
 


11
Out 09
Por jorge, às 06:00 | comentar

Foto: Queluz 2009

 

Hoje vai a votos

  • o expoente máximo do planeamento e da organização;
  • a beleza das cidades, limpas, sem graffiti  e sem cocó de cão;
  • o equilíbrio entre dormitório, escritório e local pleno de vida;
  • a medida certa de urbanismo e de paisagem natural.

Hoje vai a votos a razão de pagarmos IMI, IMT,  derrama, imposto de selo, imposto único de circulação, taxa da água, taxa de saneamento, tudo na módica quantia média de 235 euros anuais (como eu gostava de ser mediano!). Assim vale a pena.


10
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:39 | comentar | ver comentários (2)

a pensar no quão desastroso é o Poder Local?O quanto ele tem sido o responsável pela ruína de um país que tinha regiões bem características, deixando que dele se fizesse um manto de retalhos, feio, porco e mau para se viver?

Ainda me lembro como eram as freguesias em redor antes desta ascenção de patos bravos de que fala o Miguel. A minha vila natal era uma coisa linda de se ver , não muito diferente disto. Os empreiteiros, com o imprescindível apoio desse famoso Poder Local tornaram-na quase irreconhecível. Oiço muitos lamentos daqueles que a conheceram como era antes. Falar da " proximidade " das populações só pode, mesmo, ser brincadeira.


09
Out 09
Por jorge, às 22:58 | comentar | ver comentários (1)

Marinho Pinto sobre a Justiça: Fujam

 

Ricardo Araújo Pereira: Defina a Justiça numa palavra.

Marinho Pinto: Numa palavra? Fujam!

Gato Fedorento, 9 Outubro 2009

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Por zedeportugal, às 19:23 | comentar

5 Outubro 2009

 

Barack Obama cancels meeting with Dalai Lama 'to keep China happy'

President Barack Obama has refused to meet the Dalai Lama in Washington this week in a move to curry favour with the Chinese. ...

 

9 Outubro 2009

 

Obama wins Nobel Peace Prize

Barack Obama on Friday received the Nobel peace prize just 263 days after taking office, triggering praise and incredulity across the world ...

 

Talvez faça algum sentido o que este gajo diz?

 

Este post foi publicado primeiro aqui (só em inglês).


Por Nuno Castelo-Branco, às 15:22 | comentar | ver comentários (1)

  

 

Estava-se mesmo a ver. O Nobel da Paz foi atribuído a Barack Obama, confirmando a intensa campanha de relações públicas teleguiada a partir das agências da especialidade norte-americanas. Diálogo, "abertura de espírito", tiradas evocadoras de horizontes sem fim, eis a receita para a rápida confecção de um bolo de milhões, concedido a um homem que "não faz mal a uma mosca". Obama sucede ao também risonho sr. Carter como presidente premiado e todos devem ainda recordar o capital de "esperança, responsabilidade e pacifismo" simbolizado pelo produtor de amendoins.

 

Continua a guerra no Iraque, recrudesce a acção taliban no Afeganistão, Ahmadinedjad está mais desafiador que nunca, a Coreia do Norte anuncia o lançamento de mísseis de longo alcance, o Médio Oriente continua igual a si próprio, etc. Desde a sua eleição à presidência a actual  administração norte-americana não conseguiu qualquer acordo formal e muito menos um tratado que se veja. Ao fim de menos de um ano de presença na Casa Branca e sem nada de relevante ter acontecido - a não ser a "esperança"  e a "era de responsabilidade"-,  atribui-se um Nobel, da mesma forma que outrora foram galardoados homens com um longo currículo de luta e sofrimento pessoal. Recordemos as décadas de abnegação protagonizadas por um Ramos Horta, Ximenes Belo ou Willy Brandt e facilmente faremos a destrinça.

 

Tal como aqui dizíamos, tudo muito politicamente correcto e previsível.



08
Out 09
Por P.F., às 19:18 | comentar | ver comentários (3)
Rui Rio não é homem de erguer monumentos ao betão armado, nem de rasgar avenidas, ou fazer rotundas e fontes luminosas. Aliás, nada disso foi preciso para se sentir diferenças visíveis na revitalização da Baixa e um regresso da procura de habitação no centro da cidade. A Sociedade de Requalificação Urbana e sua estrutura descentralizada, despartidarizada e autónoma tem feito o seu trabalho com parcos recursos. Mas, tem-no feito.
 
Rio também não é homem dos conluios e consensos provincianos que se fazem sentir até mesmo na capital do País. É um homem que encarna o espírito da Invicta no que toca a rigor nas contas e ao amor à liberdade.
 
Está longe de ser um homem e presidente perfeito. A câmara ainda tem muito trabalho para fazer, sobretudo na desburocratização de processos, na requalificação da zona histórica, na captação de investimentos e no relacionamento com algumas forças vivas da cidade.
 
Os seus opositores, em especial o PS e a sua candidata, pretendem retomar a política de mumificação da zona histórica e seu consequente esvaziamento populacional que tanto mal já fez no passado. Gozam com sua sobranceria elitista com a nova vida que a Baixa tem, pois na verdade detestam a população mais popular do Porto - a qual pelo visto lhes recusa votos - e têm pena de não haver mais feiras populares para transferir para a Circunvalação, de não poderem... transferir o Bolhão talvez para a "zona industrial" e transformar a Avenida num recinto de festejos das vitórias do FCP, desde que não haja barracas de farturas, que horror!, que pelos vistos chocam os apuradíssimos gostos estéticos manifestados no desagrado pelas festas de Carnaval que tiveram lugar na avenida - afinal os museus não costumam ter barraquinhas.
 
Passados cerca de oito anos, as más políticas dos mandatos PS ainda fazem sentir seus efeitos, tendo estado em equação a demolição dos mamarrachos que foram então erguidos, sendo estas inviabilizadas pelos elevados custos que acarretariam. Isto para não falar nas obras deficientemente concretizadas, cujas empreitadas sabe Deus como foram adjudicadas, em variadas zonas do centro da cidade.
 
Para que não voltemos para trás, não hesito em apelar ao voto dos portuenses em Rui Rio.

Por zedeportugal, às 18:40 | comentar

A glimpse on EU people’s Orwellian future

European illuminati illuminated unelected leaders are already preparing some goodies for their serfs citizens. ...

 

Nota: Para quem não lê inglês, no final do post existe um linque para um elucidativo artigo do Público sobre o mesmo assunto.

 


Por Jorge Assunção, às 13:16 | comentar | ver comentários (1)

Eugene Fama 2/1

Paul Romer 4/1

Ernst Fehr 6/1

Kenneth R. French 6/1

William Nordhaus 6/1

 

Se o favorito vencer (via Greg Mankiw), adivinho reacções muito interessantes nalguns blogues escritos por economistas. A propósito, recomendo este texto de Eugene Fama:

 

The general message bears repeating. Even when there are lots of idle workers, government bailouts and stimulus plans are not likely to add to employment. The reason is that bailouts and stimulus plans must be financed. The additional government debt means that existing current resources just move from one use to another, from private investment to government investment or from investment to consumption, with no effect on total current resources in the system or on total employment. And stimulus plans only enhance future incomes when they move current resources from less productive private uses to more productive government uses - a daunting challenge, to say the least.

 

Independentemente de se concordar com tudo o que Fama diz ou, especialmente, com a teoria que lhe deu fama, uma coisa é certa: a vitória de Fama seria, certamente, uma vitória contra o keynesianismo que invadiu o debate público em certos sectores. E isso só podia ser uma coisa boa, certo?


Por Cristina Ribeiro, às 00:44 | comentar

das que, geograficamente, me estão próximas, para deitar as mãos à cabeça. Arrepiante. Vestiram a camisola que lhes deram há já mais de trinta anos, e não olham para ver se, entretanto, ela deixou de lhes servir. Adoptaram-na " para a vida e para a morte ", e pronto. Sem sentido crítico, aceitam tudo o que lhes dizem aqueles que lhe deram a dita camisola. E, claro, que estes esfregam as mãos de contentes... Só precisam de arranjar quem se preste ao serviço, pouco abonatório, de manter o povo sereno...; e, pelo meio, vão ameaçando: " se despires a camisola que te demos, estás desgraçado; nós somos o dono do terreiro, e retiramos-te o tapete".


07
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:16 | comentar | ver comentários (3)

diz o Daniel, para fazer frente a esta praga que empesta o país. Penso que o remédio está aqui ( trata-se, ainda, de uma tentativa de esboço ): aproximar mais o poder local das pessoas - o Municipalismo.


06
Out 09
Por Nuno Castelo-Branco, às 19:47 | comentar | ver comentários (1)

 

 

 Mário Soares esteve ontem no Gato Fedorento e teve uma prestação bastante positiva, dizendo exactamente aquilo que todos queremos ouvir: "esta república é óptima e recomenda-se". 

 

É de facto magnífica para Mário Soares e para tantas outras figuras que fizeram de Portugal aquilo que hoje é, ou seja, um sítio onde impera a ruína económica, o descalabro financeiro, uma justiça esmagada por interesses corporativos, uma inexistente educação, uma classe política profundamente envolvida em controversos casos de corrupção e finalmente, o país com as mais gritantes e vergonhosas desigualdades sociais. É esta a sua excelsa república.

 

Em tom de desabafo, Mário Soares - que ao contrário daquilo que afirmou a Ricardo Araújo Pereira, gosta de uma boa intriga palaciana -, comparou Portugal e Espanha declarando que "em Portugal raramente ocorrem tragédias, exceptuando as naturais. O nosso registo é outro, quase sempre a comédia". 

 

O ex-deputado, ex-ministro e ex-presidente sabe do que fala, até porque foi sempre um dos principais elencos da companhia cuja actuação o país inteiro rejeita, como os 40% de abstencionistas demonstraram em forte pateada.

 

Apesar de o seu colega Cavaco o deixar "num estado de grande perplexidade", Soares esqueceu-se de um importante detalhe: a Espanha é uma Monarquia.

 


Por Cristina Ribeiro, às 12:45 | comentar | ver comentários (4)

E último. Porque, quando olho à minha volta, vejo tanta lama, tanta chantagem descarada, pessoas que se vendem por um prato de lentilhas, que a única coisa que tenho para dizer é que tenho vergonha de viver neste país.


05
Out 09
Por António de Almeida, às 20:43 | comentar

   -Não tenho por hábito discutir República ou Monarquia, mas sou adepto de regimes presidenciais, executivos sem poder legislativo e parlamentos fortes. Observando com atenção o golpe de 1910, percebendo quem foram os seus autores, chego à conclusão que entre eles estavam alguns canalhas da pior espécie que este país já viu nascer. Nada há para celebrar a 5 de Outubro...

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Por zedeportugal, às 16:31 | comentar

Aqui.

 

Desculpem não re-publicar aqui no Novo Rumo, mas esta re-publicação levaria muito tempo e daria um trabalhão. Uf!


Por Cristina Ribeiro, às 16:28 | comentar

Auto-estima? Orgulho Nacional?

     Hoje mesmo me dizia António de Almeida que pouco se fala no Tratado de Zamora, ao que só soube responder que um povo que não " ouve " o seu passado...

Vive-se, ninguém o nega, uma " cultura do vazio ", em que não há lugar para nos determos um pouco no país que já fomos, e que esta gente que agora nos governa tudo faz para que esqueçamos. Concordo totalmente com o que diz Vasco Graça Moura, quando vê " nesta baixa  auto-estima nacional uma consequência directa do « divórcio dos portugueses em relação a realidades como a sua língua e o património ». Para o poeta e ensaísta, « enquanto não houver políticas de educação mais exigentes, o país não tem saída". "Portugal está cada vez mais transformado num país de analfabetos em relação ao seu próprio país. Acho lamentável que tudo isto se passe assim, com a literatura transformada numa espécie de papel higiénico e os próprios políticos a correr atrás da primeira moda com que se lhes acene ».

 

Também aqui, a começar por aqui, aliás, é urgente mudarmos de rumo. Essa a primeira obrigação de quem dirige um país: a educação, e todos nós veremos que temos muitas razões para ter uma auto-estima alta - sendo que a condição primeira é que os politiqueiros que temos, campeões da corrupção, a quem só interessa o bem estar próprio, sem que em nada lhes interesse o bem-estar, visto como um todo, da Nação,  passem a ser políticos, nos quais nos possamos rever, sem termos de passar pela vergonha que nos infligem diariamente.

 

Assim, como estamos, não há auto-estima que aguente.

 


04
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:38 | comentar

Chego aqui via O Insurgente, e depois roubo este discurso

 

 

ao Direito de Opinião. Só uma imaginação muito, mas muito grande, pensará o Presidente Checo um Eurocéptico; a questão agora é: será que os " democratas " o não vão obrigar a mudar de posição?


Por Ricardo Cataluna, às 22:30 | comentar

Ainda há gente dentro do PSD que não percebeu o que é que se passou no passado dia 27. Para quem ainda não percebeu, Manuela Ferreira Leite deixou de ser líder do PSD nessa mesma noite. Ponto. Pode levar mais ou menos dias a sair, mas a sua liderança ficou irremediavelmente compremetida. Só uma liderança muito trapalhona perde umas eleições para este PS, ainda mais nas circunstâncias sociais, económicas e até políticas.

Ver figuras destacadas do partido defenderem a continuidade de Manuela Ferreira Leite, é como dizer que se vai para Londres no Titanic. Ninguém leva a sério.

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Por Nuno Castelo-Branco, às 16:27 | comentar | ver comentários (2)

 

 

A Armada não conseguiu disponibilizar-nos o cruzador Rainha D. Amélia para a festa de desagravo da golpada subversiva do 5 de Outubro de 1910. Assim sendo, hoje embarcaremos no S. Jorge pelas 22.00h e navegaremos Tejo acima, para à meia noite irmos ao Terreiro do Paço. Estão previstas algumas surpresas de que o país inteiro tomará conhecimento.

Não faltes nesta hora tão importante para a nossa Causa. Passa a palavra, mobiliza os amigos e irmãos!


Esta  noite, todos de azul e branco, por Portugal!

 

Local de embarque: Cais de Belém


Entrada: 20 coroas, com direito a 2 bebidas e cocktail de boas vindas!


Festa pela noite fora. 

Tel. 91 6869146  /  21 3428115

 


Por Carlos Novais, às 13:28 | comentar

 

1. " A democracy cannot exist as a permanent form of government. It can only exist until the majority discovers it can vote itself largess out of the public treasury. After that, the majority always votes for the candidate promising the most benefits with the result the democracy collapses because of the loose fiscal policy ensuing, always to be followed by a dictatorship, then a monarchy.Alexander Fraser Tytler, Lord Woodhouselee (October 15, 1747 – January 5, 1813) was a Scottish-born British lawyer and writer

 

  2. Partido do Estado, Ricardo Arroja no Portugal Contemporâneo:  

 

"Contudo, depois de ler o livro [Medina Carreira e Eduardo Dâmaso, "Portugal, que futuro?",], há uma realidade do nosso Portugal que me deixou ainda mais céptico acerca da possibilidade de uma regeneração pacífica do país e que consiste nos 6 milhões de portugueses que beneficiam do Estado social (3,4 milhões de reformados, 700 mil funcionários públicos, 350 mil beneficiários de RSI, 500 mil desempregados, mais umas tantas centenas de milhares de cidadãos que recebem subsídios disto ou daquilo). A este conjunto de pessoas, Medina Carreira chama o Partido do Estado, eleitores que inevitavelmente votam no centro esquerda com vista à manutenção (e agravamento?) do Estado social."  

 

3.  Direito de Voto (Parte III), post no Portugal Contemporâneo de um texto enviado por um seu leitor:  

 

"(...) Ora, assumindo que os que não chegam a pagar uma determinada cifra anual de impostos – que são, evidentemente, os beneficiários do voto universal, têm maior interesse do que o resto dos votantes, em aumentar a despesa pública – primeiro, porque esperam beneficiar de parte desse aumento e segundo porque, dada a sua menor capacidade económica – não esperam ter de pagar o aumento de impostos necessário para financiar o acréscimo de despesa – então parece evidente a existência de uma correlação positiva entre voto universal e aumento da despesa pública e dos impostos.Assim sendo, pode afirmar-se que o custo do voto universal consiste no incremento do peso do sector público, através do aumento da despesa pública que promove, num primeiro momento, e da subida dos impostos, como via última para o financiamento do acréscimo dessa despesa, num segundo momento. E também se pode concluir que o custo do voto universal é assumido pelos que, tendo maior capacidade para pagar impostos, têm de suportar o acréscimo da pressão fiscal necessário para financiar o aumento da despesa pública. Ou seja, um sistema de voto universal, ao conceder o direito de voto aos que não pagam impostos, gera uma externalidade, concretamente uma externalidade negativa, que é suportada pelos demais eleitores, isto é, pelos que pagam impostos."


Por Cristina Ribeiro, às 12:03 | comentar | ver comentários (2)

a Europa vai ser mesmo porreira?Um porreirismo que nos vai levar todos a votar, acabando com a abstenção - tão eloquente que ela tem sido, a mostrar o quanto as pessoas se encontram longe dos negócios de Bruxelas- Agora vai ser tudo um mar de rosas? É que ficámos com a sensação de que só faltava isso para nos sentirmos no melhor dos céus. Mostrem, agora, o que valem.


03
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 21:16 | comentar | ver comentários (4)

Tão descarada ela se tornou, mas ver, escrito preto no branco, que, num ano, Portugal desceu 4  posições na lista dos países menos corruptos é sempre desmotivador.

Mas com tantos Isaltinos, Felgueiras e Torres....

Mais desmotivador ainda quando se sabe que muitos deles são premiados pelos eleitores.


Por jorge, às 11:40 | comentar

Expresso entra em São Bento


Por Carlos Novais, às 11:10 | comentar

Se o municipalismo quer dar o exemplo na sua reivindicação de autonomia, tem de o praticar em relação às freguesias.

 

Um exemplo simples: Não é aceitável que o licenciamento de negócios nocturnos seja imposto ás pessoas locais sem que estas tenham mecanismos de o rejeitar ou condicionar segundo os seus próprios valores e interesses. Esse mecanismo poderia passar pela obrigatoriedade de parecer vinculativo das Juntas de Freguesia.

 

A discussão e reflexão política tem o vício das macro-reformas tais como o Regime, a Constituição, a Regionalização, com uma deriva por vezes inconsciente de construtivismo, esquecendo aquilo que está mais próximo dos interesses concretos e não abstractos da população.

 

Já tenho lido comentários sobre como as Juntas de Freguesia devem passar a simples balcões administrativos dos Municípios, numa suposta acção de racionalização.

 

Mas isso é o contrário do que deve ser efectuado seguindo o princípio de subsidiariedade. Existem muitos actos de gestão que podem e devem ser assumidos localmente no que concerne ao espaço comum, e para mim isso incluirá também a capacidade de pronunciamento sobre projectos imobiliários com impacto (por exemplo, acima de determinada volumetria). Tal poderá inclusivamente passar pela capacidade já aberta de referendos ao nível de juntas de freguesia (creio que só terá existido um caso de consulta), por isso é apenas uma questão de enquadrar na forma de parecer vinculativo para certos casos.

 

Diz-se que as actuais Juntas de Freguesia não têm hoje estrutura e meios humanos capazes, mas isso é o habitual vício de raciocínio: o actual sistema confere poucas capacidades e mecanismos de actuação com legitimidade, adormecendo e abafando a participação local, e depois conspira-se para de uma vez por todas acabar  com os últimos resquícios de localismo de dimensão humana. A ordem social para ser verdadeira, forte, participativa, nascendo de e gerando por outro um ciclo virtuoso, nasce de baixo para cima.


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