09
Set 09
Por P.F., às 23:06 | comentar | ver comentários (1)

Há questões básicas que são convenientemente omitidas de modo permanente pela classe política, em especial em período de campanha eleitoral, mesmo com a ausência dos outrora habituais e demagógicos soundbytes dos comícios. São questões que constituem pura e simplesmente o reverso da medalha de qualquer medida popularucha à laia de promessa. Estas são imensas, por isso impõe-se uma selecção que, com alguma lógica, se aplica aos partidos do espectro político que vão na direcção da setinha do cabeçalho deste blog. Como bónus podem passar aqui uma ou outra do PS.

Assim:

  •  quando se fala em baixar os impostos oculta-se o reverso da medalha da consequente  imposição de baixar a despesa pública, o que inclui em grande medida várias prerrogativas do Estado social;
  • quando se fala em estimular a agricultura e os sectores produtivos nacionais oculta-se as consequências das actuais e anteriores políticas agrícolas comuns impostas pela UE e a falta de diligência de este e de outros governos na defesa da nossa agricultura e pescas, assim como a  falta de autonomia nacional na gestão destas se tratados e políticas federalistas vencerem; por outro lado oculta-se os maus resultados do proteccionismo ao longo da história de Portugal e do Mundo, para não falar dos efeitos desastrosos da política do subsídio, levada a cabo pela UE;
  • quando se fala em aumentar a competitividade das empresas oculta-se a necessidade de reformas nas leis laborais, em especial nas contratuais e nos atributos e organização sindicais;
  • quando se fala em investimento público, sob forma de subsídios de incentivo a isto, àquilo e aqueloutro, ou de obras públicas, oculta-se que estes apenas são possíveis com o aumento de receitas para as contas públicas as quais são sempre os mesmos a pagá-las: classe média e profissionais liberais;
  • quando se fala em estimular a natalidade e na protecção às famílias, oculta-se as causas e os efeitos que a instituição família tem vindo a sofrer através de uma legislação progressista que banaliza as relações conjugais e a vida humana, e que se por um lado deixa de fazer sentido apoiar famílias quando estas quase não existem ou estão em plena dissolução, por outro são elas próprias que custeiam com seus impostos o estado social que é suposto auxiliá-las na subsistência – isto para não falar em esquemas de parasitismo criados à custa da relação dos nascimentos com o RSI e os abonos vários.

Neste sentido, as campanhas continuam no seu faz-de-conta, num país cujo povo "democraticamente" deposita seu voto em todos aqueles que apenas se lembram de sua existência nestes carnavais de campanha ou quando as trombetas dos barómetros de popularidade assopram impertinentes.


Por Cristina Ribeiro, às 21:21 | comentar | ver comentários (2)

ainda.

 

      Na última vez que estive na Alemanha decorria a Campanha Eleitoral, que viria a culminar na eleição da Chanceler Angela Merkel. Nas várias terras por onde andei, não vi um único " outdoor "; apenas pequenos cartazes, não muitos, dos vários partidos. É assim: a diferença começa por coisas aparentemente comezinhas, sem importância.


Por Nuno Castelo-Branco, às 19:24 | comentar

 

 

O facto de alguém não ter qualquer intenção de votar num dos partidos do sistema, oferece-lhe a oportunidade única de proceder a uma análise imparcial dos debates para as legislativas.

 

Ontem à noite, o primeiro-ministro foi de longe, o vencedor num frente-a-frente que todos adivinhavam difícil, senão massacrante para o mesmo. Sócrates deve ter visionado outros debates nos quais o sempre aguerrido e provocador Louçã acabava por vencer, mercê da habitual catadupa de alegações, escândalos isolados - uns verdadeiros e outros imaginados, mas que fazem o todo - e apelo à básica inveja, sentimento de impotência e recalcamento que minam uma boa parte de uma sociedade cada vez mais empobrecida. Como dizíamos aqui e aqui, o BE é hoje uma emulação aparentemente contrária do Front National de Jean-Marie Le Pen, mas copiando-lhe a táctica e a estratégia tendente à conquista de posições. Seguindo a velha cartilha dos totalitarismos dos anos 20 e 30, o populista Conducator Francisco Anacleto Louçã tem o verbo fácil e aquela ousadia que o Dr. Goebbels tornou universalmente conhecida, ao repetir até à exaustão, suposições que se tornam indesmentíveis verdades num mundo que bastas vezes é apenas ficção criada pelo chefe extremista.

 

O primeiro-ministro parece ter compreendido aquilo que apenas a actual falta de cultura política dos nossos dirigentes deixava passar por timidez, ou pior ainda, devido a uma enraizada cobardia ditada pela coacção moral, arcaica de quarenta anos. Sócrates leu o programa do BE que no essencial, não será diferente daquele que os progenitores desta coligação - a UDP e a LCI (PSR) - propunham desde 1975. Na verdade, Louçã é um dos dirigentes mais vulneráveis à derrota em qualquer frente a frente com todos os outros chefes partidários, à excepção do simpático, prudente e rígido Jerónimo de Sousa, aliás incapaz - justiça lhe seja feita - da acintosa grosseria do seu detestado e rival companheiro de leninismo.

 

O chefe socialista apercebeu-se do essencial, ou seja, do sempre procurado objectivo de esmagamento da classe média - a famigerada burguesia -, passo primeiro para a conquista do poder total. No entanto, fica no ar a sensação de tal luz ter surgido da leitura das compilações contabilísticas e não do conhecimento da história e dos fundamentos ideológicos do universo comunizante. Sócrates não conseguiu ir mais além do que um apontar o dedo à "esquerda radical" e permitiu que Louçã tivesse ousado denominar-se como "um socialista". O Conducator do BE é um comunista dito trotsquista, a facção do PCUS derrotada pelo matreiro José Estaline e que para a história ficou como uma desvanecida possibilidade de uma diferente URSS. No essencial, a vitória do sr. Leon Trotsky pouco ou nada alteraria na construção totalitária do poder do Partido Comunista e apenas a patine intelectual emprestada pelo cosmopolita Bronstein faria a diferença. Uma marginal questão de imagem, habilmente orquestrada e branqueada num Ocidente bastante hipnotizado pela propaganda coactora da razão. Se a Louçã questionarem frontalmente se é um comunista e qual a sua opinião acerca da revolução soviética, não existirá a mais remota hipótese de fuga. O tergiversar apenas confirmará a verdade que no fundo, todos conhecem.

 

A obsessão que Louçã professa pelo aniquilar do sector bancário, obedece ao respeito canónico pelo pensamento de Lenine.  Na lógica da economia de mercado - o capitalismo a abolir -, o crédito deverá ser controlado pelo poder central, ou melhor dizendo, por aquilo que em sentido lato se designa por Partido. A táctica quase mitológica da conquista do poder por etapas - impossibilitada a "revolução" por um hoje bastante imaginário "proletariado" -, prevê o condicionamento estrangulador de todos os sectores da economia, através do simples recurso á secagem do manancial financiador da iniciativa. No nosso país, tal aconteceu logo após o 11 de março de 1975, quando a banca nacionalizada, possibilitou a  sucção dos seguros, da indústria e de boa parte do sector agrícola. Concentracionariamente controlados pelo Estado que se concebia como a face oficial do partido "do povo", os sectores de actividade viam-se despojados dos empresários, financiadores capitalistas e daquela essencial camada intermédia que organizava a produção e viabilizava o crescimento. Liquidada pela ruína, a economia capitalista passava então para a fase de adequação à quimera do Plano, essencial à padronização "por baixo" de toda a sociedade, agora refém de um ultra-minoritário sector de privilegiados "condutores das massas em direcção ao socialismo". 

 

O que se torna espantoso é o facto de nenhum dirigente - o culto e informado Paulo Portas incluído no rol - ter jamais confrontado o sr. Francisco Anacleto Louçã com o seu passado sempre tão orgulhosamente presente. O programa do BE é simples, linear e tão previsível como as fases da Lua. Uns arremedos de liberalismo da moda - as questões fracturantes que posteriormente se aniquilariam na fase de consolidação do poder e em nome da moral proletária,  tal como aconteceu na URSS, satélites do Leste, China -, servem perfeitamente para abstrair o eleitorado do núcleo duro do verdadeiro e disfarçado programa: a economia e finanças.  Louçã já imagina um país submetido ao ditame da concessão do crédito em troca da obediência e o actual estado de coisas na China aponta uma remota, mas possível via para o sucesso. De nada servirão as realidades teimosamente ditadas pelo diminuto poder de autonomia que um Portugal económica e territorialmente definhado hoje apresenta. Sonhando com a autarcia que se torna na derradeira possibilidade para um absolutismo que ainda parece ter algumas hipóteses de vigência noutras paragens de atraso social e económico  - Cuba, Coreia, Venezuela, etc - , os dirigentes do BE adoptam a pose burguesa que provisoriamente tranquiliza os da "sua classe" e elimina a inevitável suspeita que afasta o eleitorado. 

 

Pode ser  muito fácil derrotar Louçã, se houver a vontade de obter uma vitória clara, obrigando-o a dizer o que realmente pensa, quer e está escrito em páginas que testemunham uma caminhada ao longo de mais de trinta anos e impossível de esconder.  A incógnita consiste afinal, na preparação que cada dirigente terá do conhecimento da história - aquela famigerada factual serve perfeitamente -, a essencial e impenetrável armadura que garante um êxito que de tão fácil, remeterá o agressivo aspirante a ditador para o sótão das arrumações.

 


Por António de Almeida, às 18:06 | comentar | ver comentários (1)

   -Quem está verdadeiramente interessado em vencer eleições aposta na união, em vez da clivagem e baixa intriga política.

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Por Jorge Assunção, às 16:28 | comentar | ver comentários (12)

(via: The Economist)

 

Compensa e muito: Neste ensaio procurou-se aprofundar a análise das condições privadas de decisão de investimento num curso superior. Concluiu-se que o benefício monetário esperado da obtenção de uma licenciatura é excepcionalmente elevado, fazendo corresponder a um custo de investimento de cerca de 25 000 euros, um valor acumulado de ganhos salariais de aproximadamente 200 000 euros. A estimativa da taxa real de rentabilidade (15 por cento) excede claramente o retorno esperado de outras aplicações financeiras. [...] Não se ignora que os jovens recém-licenciados defrontam presentemente dificuldades em assegurar um posto de trabalho desencadeadas pela recessão económica e pelas restrições orçamentais. Mas esta é uma situação conjuntural que não dissipa as vantagens estruturais associadas à detenção dum curso superior. Mesmo em conjunturas económicas desfavoráveis essas vantagens persistem. Em particular, os licenciados continuam a deter uma maior probabilidade de encontrar um posto de trabalho adequado, em comparação com os jovens com menos habilitações académicas.

 

O texto em causa é de um paper de Pedro Portugal, datado de 2004, e que está extraordinariamente actual. O que não deixa de ser preocupante. Não porque seja tão vantajoso tirar um curso superior em Portugal, dadas as especificidades da nossa economia, onde há falta de pessoal qualificado, tal seria de esperar, mas porque passados cinco anos a "recessão económica" e as "restrições orçamentais" continuam a justificar parte dos problemas que os jovens licenciados (e todos os restantes jovens) enfrentam.

Outro problema que os jovens licenciados portugueses enfrentam é a elevada protecção ao emprego, que torna mais custoso ao empregador contratar e, portanto, também ajuda a explicar notícias como esta: Desemprego de jovens qualificados é mais alto em Portugal. Já os jovens desempregados não qualificados, bem podem agradecer a ajudinha que o governo socialista lhes deu para manterem-se nessa posição: Salário mínimo para 2009 fixado nos 450 euros.


Por Samuel de Paiva Pires, às 13:41 | comentar | ver comentários (2)

Para além do que apontam o Jorge Assunção, Adolfo Mesquita Nunes e João Miranda, note-se a consideração quanto aos factores mais problemáticos para a realização de negócios. Os primeiros dois, destacadíssimos, são precisamente a ineficiência burocrática do governo e a restritiva regulamentação laboral. Nada que já não soubéssemos, atendendo a 35 anos de governação à esquerda no que diz respeito à política económica. E depois os liberais é que são perigosos para o país...

 

(também publicado no Estado Sentido)


Por zedeportugal, às 12:45 | comentar | ver comentários (5)

Há que dizê-lo claramente: - Não me parece que tenham razão os meus colegas comentadores Vitor Jesus, Samuel Paiva Pires e António de Almeida, quando escrevem ali mais abaixo que Sócrates ganhou o debate.

 

Depois de ver com atenção a gravação do debate - yesterday, late at night - a minha opinião é que Louçã esteve o tempo todo a pôr-se a jeito para uma coligação com o PS. Transparece ali um Louçã cheio de ambição para chegar ao poder e a ver esta como uma oportunidade única.

 

Penso que estas afirmações de Louçã, quase no final, fazem prova da minha apreciação:

"Eu percebo que o engenheiro Sócrates apele à maioria absoluta: não sabe governar sem maioria absoluta. Mas a maioria absoluta foi o problema em Portugal. E eu dirijo-me - engenheiro Sócrates - aos eleitores socialistas, que lhe deram a maioria absoluta e que sabem que a guerra foi feita pelo governo contra eles."


Por António de Almeida, às 12:21 | comentar

   -José Sócrates deu um importante passo rumo à vitória nas legislativas ao derrotar Francisco Louçã no debate ontem à noite na RTP1, beneficiando também das infelizes declarações de Manuela Ferreira Leite na Madeira, quando apontou a região como grande exemplo de democracia, por contraponto ao clima de asfixia democrática que se vive no Continente, segundo a líder social-democrata. Muita água irá ainda correr até dia 27, mas acredito que dificilmente o PS não será o partido mais votado e naturalmente convidado a formar governo. No entanto o cenário previsível aponta para um resultado longe da maioria, o que pressupõe uma de duas alternativas, coligação ou governo minoritário. A bem da tão apregoada estabilidade, reclamada por diversos quadrantes, o PS face à impossibilidade de coligações à esquerda, bem patentes ontem no debate, com parceiros que defendem um regresso às nacionalizações, irá certamente piscar o olho ao PSD para refazer o bloco central que ninguém afirma desejar, mas pelo qual muitos suspiram. O maior obstáculo será o clima pessoal de verdadeira guerra entre as direcções de ambos os partidos, mas se recordarmos que em 2002 os sociais-democratas também diziam de Paulo Portas o que Maomé não disse do toucinho, não custa a crer num qualquer golpe de rins na Buenos Aires, mesmo que para tal seja necessário realizar alguns ajustes na liderança, afinal o partido conta com vários quadros que não estão dispostos a continuar atravessando o deserto, quando existem possibilidades de ocupar parte dos lugares disponíveis no universo do cada vez mais tentacular Estado português. Os programas à primeira vista totalmente incompatíveis, até estão mais próximos do que muitos julgam, o PSD quer suspender e reavaliar o TGV, algo que o PS pode facilmente conceder, desde que após a "reavaliação" seja decidido avançar, o aeroporto será construído por módulos, mas construído, a AE cor de rosa poderá ver a construção de alguns troços adiados, avançando na sua maior parte. Quanto a matérias fiscais, saúde ou segurança social, com alguma cedência de parte a parte, se chegará a consenso, nem que para tal sejam necessários os bons ofícios do actual inquilino do Palácio de Belém, para quem tal cenário significaria uma real possibilidade de renovar o contrato de arrendamento que expira em 2011, por mais cinco anos.

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Por Carlos Novais, às 10:24 | comentar

A criminalização do "bluff":

 

Negócios.pt"O arguido, habitual investidor na bolsa, actuou sobre as acções da Portucel de modo a ficcionar uma oferta volumosa de acções a baixo preço, provocando, com essa ficção, ofertas de aquisição de investidores, com o que condicionou artificialmente a formação do preço desses títulos e o regular funcionamento do mercado de valores mobiliários, em vista a satisfazer a sua estratégia de investidor", refere uma nota da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa. "

 

Repare-se que a inferência que "condicionou" é vaga e indeterminada. As pessoas expressam intenções de fazer negócio, os restantes agentes de mercado têm a capacidade (ou não) de concluírem se é firme ou não. Se os sistemas de negociação (podemos estender o raciocínio a qualquer sistema, como por exemplo o das lotas de peixe) permitem a colocação de ordens a a subsequente anulação dessas ordens antes que o negócio seja fechado, todos os agentes estão cientes dessa possibilidade e cabe-lhes interpretar e colocar hipóteses. A capacidade de distinguir uma acção de cancelamento legítima (mudou de ideias) e a de cancelamento como acto de "bluff" é algo que só os Deuses poderão reclamar (e nem isso, o princípio do livre arbítrio não o permitirá).

 

A criminalização do "bluff" é mais um sintoma da absoluta estatização do direito materializada na crescente criminalização de actos que deviam pertencer quanto muito apenas ao normal litígio civil entre partes.

 

Tal tema deveria ser objecto de preocupação pelas próprias bolsas e agentes (e o seu interesse próprio destes em providenciar e ter disponíveis bons sistemas de negociação - e quem dirá que é melhor, e se é que é  completamente possível, impedir "bluffs"?) e no limite do direito civil (litígio entre partes decorrente de obrigações contratuais não cumpridas).

 

Mas mesmo no campo da auto-regulação por parte de um bolsa poderemos colocar a questão:  O que será melhor, todos saberem que o "bluff"  é possível a qualquer momento e por todas as partes (que actuam no mercado com essa certeza e assim descontando essa possibilidade) ou a intenção de impedir "bluffs" por regulamento mas ser visível que alguns serão possíveis (provavelmente pelos agentes mais sofisticados) mas não detectados?

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Por Jorge Assunção, às 08:30 | comentar

"The finance sector's increasing concentration and growing political muscle have undermined the traditional American understanding of the difference between free markets and big business. This means not only that the interests of finance now dominate the economic understanding of policymakers, but also -- and perhaps more important -- that the public's perception of the economic system's legitimacy is at risk." Luigi Zingales (via: Arnold Kling)

 

Ou seja, os americanos tenderão a adoptar uma visão do mercado semelhante à dos europeus, ou seja, como também afirma Zingales, os Estados Unidos "risks moving in the direction of European corporatism and the crony capitalism of more statist regimes". Vale a pena ler o texto de Luigi Zingales: Capitalism After the Crisis


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