13
Out 09
Por António de Almeida, às 15:04 | comentar

   -Não conheço o estudo detalhadamente, nem tão pouco quais as recomendações que o próximo governo decidirá seguir ou deixará ficar no papel, mas conheço muito bem os socialistas para não esperar grandes alterações de fundo na política fiscal, entre o deve e o haver, com a desculpa de reformar o sistema, alguns impostos irão certamente descer outros subir, no final é certo que o Estado irá arrecadar mais receita enquanto o contribuinte ficará com menos dinheiro disponível para si. O problema continua a ser um Estado que gasta demasiado.

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Por Carlos Novais, às 13:11 | comentar | ver comentários (1)

Parece que tencionam mexer novamente em impostos e taxas, e como habitual, irão subir uns, descer outros, se bem que em média no longo prazo sobem todos, porque a anterior proposta de descida de uma taxa em particular (ou escalão de IRS, etc), é como que "apanhada" na revisão seguinte, sem dúvida por necessidade de uma crise temporária, e acaba assim a ser equiparada com as outras que não desceram. Um processo típico de "atirar areia para os olhos". Certo é que a confusão para a população em geral é ... geral.

 

Por mim, continuarei a gostar da ideia de uma Taxa Única de Impostos para o IRS, IRC e IVA. 

 

E costumo propor uma taxa de 20% (e uma subida do rendimento isento de IRS). Ver por exemplo a mais recente proposta (via negócios.pt): "Os rendimentos de capitais, prediais e mais-valias pagariam uma taxa única de 20% e todas as taxas liberatórias vigentes desapareceriam. " O que representaria uma subida dos actuais 10% para valores cotados. Ao mesmo tempo a recomendação parece  indicar uma descida do IVA para 19%. E outras alterações.

 

Aquela taxa de 20% parece ser reconhecida como a máxima possível para não destruir o investimento quer por exemplo dívida pública como também do investimento em empresas. Espera-se que tal taxa tenha em conta a possibilidade de reinvestimento ou do carácter de não curto prazo (tal como a isenção acima de um ano de posse).

 

Mas o que seria estruturalmente muito positivo é que uma Taxa Única se mantivesse independentemente de poder assumir o valor de 19% ou de 21%.

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11
Out 09
Por jorge, às 06:00 | comentar

Foto: Queluz 2009

 

Hoje vai a votos

  • o expoente máximo do planeamento e da organização;
  • a beleza das cidades, limpas, sem graffiti  e sem cocó de cão;
  • o equilíbrio entre dormitório, escritório e local pleno de vida;
  • a medida certa de urbanismo e de paisagem natural.

Hoje vai a votos a razão de pagarmos IMI, IMT,  derrama, imposto de selo, imposto único de circulação, taxa da água, taxa de saneamento, tudo na módica quantia média de 235 euros anuais (como eu gostava de ser mediano!). Assim vale a pena.


02
Out 09
Por Carlos Novais, às 13:55 | comentar

 A Eslováquia acaba de "ultrapassar Portugal em termos de rendimento por habitante no próximo ano, deixando a economia nacional no último lugar da tabela de 33 países avançados."

 

Há uns anos a Eslováquia adoptou uma Taxa Única para o IRS e IRC de 19% (tal como a Estónia com uma taxa de 21%).

 

A proposta que deve ser equacionada deve ir um pouco mais longe, adoptando-se uma Taxa Única de Impostos para IRS, IRC e IVA seja qual for o seu valor mas que se propõe um valor de 20% como ponto de partida (compensando em sede de IRS a diminuição das taxas superiores com um aumento do escalão isento de IRS e o fim de algumas deduções).

 

Notar que o conceito de Taxa Única terá virtualidades também na simplicidade e democraticidade da discussão de diferentes opções fiscais (10%?, 21%?), dado que o que é habitual passar-se é:

 

- propostas de redução num dado imposto compensado mais tarde com o aumento de outro.

- discussões académicas sobre as supostas virtualidades de um sobre outro.

 

Resultando no desvirtuamento da discussão e opções em causa. No limite, é a totalidade da carga fiscal que deve ser objecto de análise e a adopção de um conceito simples torna essa discussão clara para a população em geral.

 

A proposta de uma Taxa ùnica de 20% como ponto de partida tem uma razão de ser, corresponde à taxa máxima de IVA actual, como está próxima da actual taxa de IRC, como corresponde à taxa de retenção IRS aplicável a investimento em Obrigações do Estado - assim determinada na generalidade dos Estados que têm de competir pelo investimento nos seus títulos e por isso, de forma interesseira mas saudavelmente prática não lhe aplicam a obrigatoriedade de englobamento que faria recair uma taxa superior a 40% aos investidores normalmente abastados nos seus títulos - mas por outro lado pergunta-se: porquê 20% para este tipo de rendimento e até 42% para rendimentos de trabalho? A resposta é que os Estados têm a percepção da impossibilidade de atrair compradores da sua dívida pública se fosse de outra forma, enquanto lhes é mais fácil impor taxas de 42% sobre os rendimentos do trabalho.

 

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07
Set 09
Por Carlos Novais, às 23:33 | comentar | ver comentários (1)

João Rodrigues na i aproveita a época para ressuscitar a taxa tobin em "O espectro de Tobin":

 

"James Tobin, que haveria de ganhar o prémio Nobel, propôs que se aplicasse um imposto modesto sobre as transacções nos mercados internacionais de divisas com o objectivo de reduzir a instabilidade cambial."

 

Começa logo aqui o problema, onde é que existe alguma evidência empírica clara que aplicar uma taxa de transacções diminui a volatilidade das cotações? Para não falar que de forma lógica podemos esperar efeitos imediatos como:

 

- um aumento do "spread" entre a cotação de compra e venda, dado o maior custo.

- a diminuição de liquidez nos mercados, o que fará com que exista um maior impacto no preço quando um agente da economia real necessita comprar ou vender a mesma quantidade de divisas 

 

Depois piora:

 

"Afinal de contas, o número de crises financeiras - cambiais e bancárias - mais do que triplicou desde os anos setenta, quando comparado com o período dos "trinta gloriosos anos" do pós-guerra marcado pelo maior peso da banca publica ou pela existência de controlos generalizados à circulação de capitais.

 

De facto nos anos 70 passou-se algo estrutural: o fim (na verdade um default) do padrão-ouro para o dólar, moeda de reserva que era até aí quantitativamente disciplinada pela obrigação em redimir dólares por ouro.

 

A partir daí os Bancos Centrais passaram a poder criar moeda e expandir o crédito (sem que seja necessária poupança prévia) com toda a "liberdade".

 

É esse o processo que provoca bolhas e crises dado que a fixação burocrática das taxas de juro e da quantidade de dinheiro, induz uma expansão do investimento em determinados sectores financiada por taxas artificialmente baixas e sem que para isso fosse necessária poupança prévia - tivesse esse investimento que competir por poupança existente e a taxa de juro seria maior, o que asseguraria a sustentabilidade de um menor número de projectos (aplica-se também ao crédito imobiliário, com a agravante que uma casa pode ser considerada não um investimento mas um consumo de longo duração).

 

A bolha rebenta quando o ritmo de crescimento de novas quantidades de dinheiro e crédito é restringido ou simplesmente desacelera, o que tem de ter lugar para a inflação não acelerar, colocando depois os bancos em situação precária que leva a corridas aos depósitos (e por muitas boas razões).  

 

"No campo económico, à liberdade de uns corresponde sempre a vulnerabilidade de outros: os benefícios da finança são privados, mas os custos dos seus desmandos, dada a natureza deste sector, são sempre socializados. "

 

Tem piada, os primeiros a defender as mais variadas ajudas são os primeiros a sacar da acusação de socialização de prejuízos. Gostaria sim de o ver a dizer algo como disse Henry Ford na Grande (grande, note-se, porque o intervencionismo de Hoover e Roosevelt a tornou grande) Depressão: em 1934:  

 

"Let them fail; let everybody fail! I made my fortune when I had nothing to start with, by myself and my own ideas. Let other people do the same thing. If I lose everything in the collapse of our financial structure, I will start in at the beginning and build it up again."  

 

Conclusão:   O economista como cobrador de impostos tem a criativa tarefa de arranjar os mais variados e imaginativos argumentos para taxar tudo o que mexa. Mas não se assume.

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03
Set 09
Por P.F., às 02:05 | comentar

O Paulo é consultor imobiliário. O que significa que os seus ganhos dependem do seu sucesso profissional - comissões de suas vendas. O contrato que fez com seu "patrão", João, foi um contrato de prestação de serviços. Não tem subsídios de coisa nenhuma e as férias é ele quem planeia, em coordenação com outros consultores. Não têm um período definido, pois dependem também do seu desempenho durante o ano. Quantas mais comissões conseguiu, mais tempo e subsequentemente dinheiro ele poderá dispor. João não o obrigará a nada pois não quer perder um bom consultor que faz a agência ganhar bom dinheiro. Mas, nem tudo são opções, pois Paulo e João são obrigados a deduzir uma percentagem escandalosa para uma "segurança" social que não utilizam no momento presente e não sabem se irão usufruir no futuro, e têm obrigações fiscais superiores a outros trabalhadores por conta d'outrém. Inclusive daqueles que têm salário fixo independentemente do que produzem. Daqueles que fazem greve se alguém decide que devem ser avaliados, fazem greve se não têm o aumento que desejariam ou o que o sindicato indicou.

Ao fim de um ano Paulo e João trabalharam de sol a sol no mínimo seis dias por semana e descontaram de seus ganhos uma percentagem superior a todos os outros trabalhadores. Não fazem greve, não porque não possam mas sim porque não lhes serviria de nada. As férias e os seus cuidados de saúde - não me refiro ao SNS por razões óbvias - são pagos do seu próprio bolso, cujo conteúdo resultou do sucesso do seu trabalho.

Os outros recebem subsídios vários e têm acesso a estabelecimentos de saúde privados e de qualidade através da ADSE, porque muitos como João e o Paulo descontam balúrdios.

Nem todos os portugueses são nem poderiam ser consultores comerciais nem pofissionais liberais, é certo. Mas por que é que são sempre os mesmos a pagar as crises e as mordomias daqueles que nunca estão satisfeitos com nada que lhes cai do dinheiro dos outros?


24
Ago 09
Por Jorge Assunção, às 19:25 | comentar | ver comentários (1)

Darling’s 50% tax sends tycoons to Switzerland

 

Richard Jordan a partner at law firm Thomas Eggar told Financial News: "Around 40% of my work involves advising people on ways to leave the country. We have reached a tipping point in terms of hostility to the UK tax system." Financial News estimates that hedge funds managing nearly £10 billion of assets have moved to the tax haven of Switzerland in the past year.


23
Ago 09
Por P.F., às 15:56 | comentar | ver comentários (3)
 

 

Eis os resultados da política fiscal socialista. Mas, como reage instintivamente um socialista nesta situação: propor cheio de fúria a proibição de tal envio de dinheiro e das ditas offshores e perseguição subsequente dos detentores do dinheiro enviado... desde que não seja o dele. Em relação a tudo o resto, nada é posto em causa, pois a culpa é de quem tem o dinheiro e das offshores.


Por P.F., às 00:43 | comentar | ver comentários (3)

O líder do CDS/PP, Paulo Portas, defendeu hoje a prioridade ao crescimento da economia e criação de emprego face ao combate ao défice das finanças públicas.

"Primeiro a economia, primeiro o emprego, primeiro as empresas. A velocidade de redução do défice será sobretudo a velocidade e a intensidade com que conseguimos colocar a economia portuguesa a crescer", disse, num comício em Aveiro, o líder do CDS/PP.

"Não se trata de um dilema, é uma ordenação de prioridades", frisou.

Justificou que uma economia a crescer gera receita "e essa receita ajuda a equilibrar as finanças dos país", disse.

 

Uma coisa é certa, do BE até ao PP o Estado deve ser uma agência de criação e alocação de "empregos".

"A economia a crescer gera receita"... pois gera, à custa dos impostos que as empresas "dos empregos" pagam pelos novos empregados, os quais, por sua vez, também estão onerosamente sujeitos aos ditos. Mas têm um "emprego", se calhar até do Estado, mesmo que a prazo, por sua criação ter sido artificial.

Como diria o outro do FMI, "O teu trabalhinho, filho. É o mais importante de todos."


13
Ago 09
Por vitorjesus, às 03:49 | comentar

notas:

- em tempos de férias + silly season, não há inspiração para mais

- texto recebido por email

 

Taxes are complicated… So, tell them in terms they might understand,like beer drinking. Suppose that every day, ten men go out for beer and the bill for all ten comes to $100. If they paid their bill the way we pay our taxes, it would go something like this:

 

The first four men (the poorest) would pay nothing.

The fifth would pay $1.

The sixth would pay $3.

The seventh would pay $7.

The eighth would pay $12.

The ninth would pay $18.

The tenth man (the richest) would pay $59.

 

So, that’s what they decided to do. The ten men drank in the bar every day and seemed quite happy with the arrangement, until one day, the owner threw them a curve. ’Since you are all such good customers, he said, ‘I’m going to reduce the cost of your daily beer by $20.

 

Drinks for the ten now cost just $80.

 

The group still wanted to pay their bill the way we pay our taxes so the first four men were unaffected. They would still drink for free. But what about the other six men – the paying customers? How could they divide the $20 windfall so that everyone would get his ‘fair share?’ They realized that $20 divided by six is $3.33. But if they subtracted that from everybody’s share, then the fifth man and the sixth man would each end up being paid to drink his beer. So, the bar owner suggested that it would be fair to reduce each man’s bill by roughly the same amount, and he proceeded to work out the amounts each should pay. And so:

 

The fifth man, like the first four, now paid nothing (100% savings).

The sixth now paid $2 instead of $3 (33% savings).

The seventh now pay $5 instead of $7 (28% savings).

The eighth now paid $9 instead of $12 (25% savings).

The ninth now paid $14 instead of $18 (22% savings).

The tenth now paid $49 instead of $59 (16% savings).

 

Each of the six was better off than before. And the first four continued to drink for free. But once outside the restaurant, the men began to compare their savings.

 

‘I only got a dollar out of the $20,’declared the sixth man. He pointed to the tenth man,’ but he got $10!’ ‘Yeah, that’s right,’ exclaimed the fifth man. ‘I only saved a dollar, too. It’s unfair that he got ten times more than I!’ ‘That’s true!!’ shouted the seventh man. ‘Why should he get $10 back when I got only two? The wealthy get all the breaks!’ Wait a minute,’ yelled the first four men in unison. ‘We didn’t get anything at all. The system exploits the poor!’

 

The nine men surrounded the tenth and beat him up. The next night the tenth man didn’t show up for drinks, so the nine sat down and had beers without him. But when it came time to pay the bill, they discovered something important. They didn’t have enough money between all of them for even half of the bill! And that, boys and girls, journalists and college professors, is how our tax system works. The people who pay the highest taxes get the most benefit from a tax reduction. Tax them too much, attack them for being wealthy, and they just may not show up anymore. In fact, they might start drinking overseas where the atmosphere is somewhat friendlier.

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06
Ago 09
Por P.F., às 16:36 | comentar | ver comentários (4)

Incentivos à troca de carros usados entram em vigor amanhã

Em causa está um aumento do benefício fiscal em 250 euros e a diminuição em dois anos da idade mínima dos carros entregues para abate.

É a concretização de uma das principais linhas do Eixo IV do Plano de Apoio ao Sector Automóvel (PASA). Uma medida que visa incentivar a procura de carros novos e estimular a produção e que já deu frutos em países como a Alemanha e a Itália.

Os actuais incentivos de 1.000 euros passam a ser de 1.250 euros. Os de 1.250 euros passam a ser de 1.500 euros. 

 

Os "frutos" estão à vista e não são de agora. Estimular o consumo, em especial num sector como o automóvel, com artificialismos como incentivos e subsídios, apenas leva à ilusão de produtividade e de facturação, o que conduz a breve ou médio termo a quebras acentuadas. Se querem estimular o sector automóvel, propiciando o consumo do seu produto, porque não uma baixa de impostos geral, em vez destas operaçõezinhas de cosmética que apenas criam a ilusão de poder de compra, contribuindo para um maior endividamento das famílias e dos indivíduos?

Os ditadores do "bom parque automóvel" pelos vistos não morreram nos idos e ilusoriamente prósperos anos 80. Continuam por aí querendo impor as latas que são boas para circular ou não e o ritmo com que cada um deve trocar de carroça.

- Foi você que pediu um subsidiozinho para trocar de Fiat Punto?


Por António de Almeida, às 12:34 | comentar

    ...por que razão um contribuinte que tem um rendimento colectável de 70 mil euros está no mesmo escalão de IRS (42%) que um que tem 700 mil ou 7 milhões.

 

   -Esta questão colocada no Simplex por Rui Herbon, obtém resposta de João Galamba  na caixa de comentários, Subscrevo. Eu concordo com o escalão de 45% proposto pelo BE. Só que João Galamba e Rui Herbon se esquecem do "pequeno" pormenor, 42% de 70 mil Euros, são 29400 Euros, mas sobre 700000 já são 294000. Mesmo que o escalão de 45% fosse criado, continuaria a existir uma desigualdade gritante entre 700 mil e 7 milhões, excepto se pretenderem abrir caminho para mais tarde implementarem um escalão de 48% e talvez outro de 50%, para pessoas como Belmiro de Azevedo ou Américo Amorim, pensem bem, talvez o melhor seja mesmo os 60%, e não se fala mais nisso. Em matéria de extorsão de dinheiro ao contribuinte, a perversidade socialista não conhece limites, importa apenas alimentar um Estado vampírico.

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03
Ago 09
Por Jorge Assunção, às 19:00 | comentar

Our estimates suggest that a tax increase of 1% of GDP reduces output over the next three years by nearly 3%. The effect is highly statistically significant.

 

Num estudo dos economistas David e Cristina Romer a propósito da realidade norte-americana. Em Portugal, não existem estudos do género, mas atendendo ao que foram os últimos anos de tentativa de controlo orçamental pelo lado das receitas, com o consequente aumento de impostos, e tendo em conta o crescimento económico paupérrimo que se verificou durante este período, não custa admitir que algo semelhante se verifique para Portugal.

Para piorar um pouco a nossa situação, após anos a apertar o cinto, tudo indica que no futuro novo aperto será necessário. Esperemos pois que, desta vez, os políticos portugueses percebam que é necessário abandonar a solução habitual de aumentar os impostos e ponderem, mesmo porque a isso serão obrigados, onde cortar na despesa.


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