02
Out 09
Por Jorge Ferreira, às 10:53 | comentar

1. O maior partido português tem actualmente 3.678.536 militantes e é incapaz de gerar uma solução de Governo. É o Partido da Abstenção. Portugal será, assim, governado pelo segundo maior partido, o PS, que representa actualmente 21,75% dos eleitores recenseados. Este resultado significa, deveriam todos os partidos e instituições políticas da República assumirem-no, uma pesada derrota da democracia. Duvido que o façam. O Partido da Abstenção não tem porta-voz nem vai à televisão. Muito menos é susceptível de ser convidado para a novíssima liturgia dos Gato Fedorento. Não existe, portanto. Cá vamos, pois, votando e rindo.

 

2. Finalmente Cavaco Silva falou ao país. O Presidente não se dá nada bem com as comunicações das 20 horas para os telejornais. Já com o problema dos Açores, tendo razão na substância, não acertou no método. Voltou a acontecer. O que mais enerva em Cavaco Silva é que se fica sempre com a sensação de que ele não diz tudo o que tem para dizer. Se não pode dizer tudo o que tem para dizer é porque está refém de alguma coisa. Do que será? O certo é que quanto mais fala mais permite a José Sócrates fazer figura de estadista. Suprema ironia.

 

3. Quanto à questão de fundo, o que há a dizer é que nenhuma democracia saudável pode viver em estado de suspeição permanente sobre a segurança e a privacidade das comunicações, sejam elas electrónicas, telefónicas ou postais. Mas é nesse estado que vivemos, aparentemente para sossego das esquerdas, outrora tão reactivas a tudo quanto fosse suspeita de violação de direitos fundamentais dos cidadãos e hoje tão domesticadas. E este estado de suspeição não se resolve com mezinhas nem com jogos de sombras. Ele resulta de um sistema que está em vigor e que foi construído pelo PS, pelo PSD e pelo CDS, relativamente ao modelo de serviços de informações, sua orgânica e funcionamento. Nunca, como desde que José Sócrates chegou ao poder este tema tem estado tão presente na agenda política… por que será? Ah, sim, as campanhas negras, claro…

 

4. Soube-se também esta semana que o Ministério Público decidiu fazer buscas a quatro escritórios de advogados, ao que se diz, à procura de um contrato do … Estado! Três anos depois, o Ministério Público decidiu que é importante ler um contrato do Estado de compra de submarinos. Três anos. E decide procurar esse contrato nos escritórios dos advogados? É estranho. É suposto haver arquivos nos ministérios. Terá procurado no Estado e o contrato desapareceu das prateleiras do Estado? Alguém o levou para casa (não era a primeira vez que desapareciam documentos de Estado dos ministérios para casa de ministros…)? Se não fosse grave seria cómico. Por vezes temos a sensação que alguém anda a brincar com assuntos sérios. A brincar demais. Simultaneamente, a Associação Sindical dos Juízes declarou publicamente a sua perda de confiança no Conselho Superior de Magistratura. Na Justiça, isto é mais ou menos a mesma coisa que o conflito aberto entre Cavaco e Sócrates. Mas a Justiça no fundo reflecte o estado de degradação geral em que as instituições se encontram.

 

5. Não admira, por tudo, que o Partido vencedor das eleições tenha crescido tanto.

 

(publicado na edição de hoje do Semanário)


25
Set 09
Por Jorge Ferreira, às 09:49 | comentar | ver comentários (1)

Desde que José Sócrates tomou o poder no PS que Portugal não tem tido descanso. Bem avisou António Vitorino, há quatro anos, à porta da sede do PS, para nos irmos “habituando”… Desde então, o homem que dizia que ser ministro “era o seu limite” e que Primeiro-Ministro “jamais” porque não tinha qualidades para tal (onde pára tamanha lucidez?...), tratou de realizar a maior concentração de poder num só homem de que há memória desde o 25 de Abril.

 

O ambiente político do país tornou-se nos últimos quatro anos verdadeiramente irrespirável e desaconselhável a menores de 18 anos. Sócrates concentrou poderes sobre as polícias, Sócrates pressionou e ameaçou jornais, televisões e jornalistas, Sócrates processou jornais, televisões, jornalistas, cronistas como nenhum político até hoje.

 

Durante quatro anos vimos o nome de Sócrates envolvido em sucessivas embrulhadas e suspeições, até hoje não esclarecidas. De uma simples licenciatura até a um complexo licenciamento, o do Freeport de Alcochete, passando por assinaturas em projectos de autoria discutida de casas deprimentes, nada em que tenha mexido parece claro. Evidentemente que esta situação contribuiu para degradar ainda mais a credibilidade das instituições e da política, o que manifestamente não incomoda nada o líder do PS.

 

Quanto à acção governativa o balanço é apenas uma enorme desilusão. As contas públicas estão num fanico, as reformas timidamente ensaiadas ficaram a meio, os empregos não só não foram criados como foram destruídos. O governante Sócrates criou dois países: o verdadeiro e o da propaganda. Os portugueses vivem hoje pior do que viviam há quatro anos. Portugal deve mais dinheiro do que devia há quatro anos. O Estado deve mais dinheiro e gasta mais do que sucedia há quatro anos.  O país produz menos e está por isso mais pobre do que há quatro anos.

 

Mas, ao que parece, Sócrates prepara-se para ganhar as eleições de domingo. Depois de tão estrondosos quatro anos, já é extraordinário ter a possibilidade de as ganhar. Ganhá-las será um verdadeiro feito. Porquê? Pela simples razão de que é um profissional do poder. O deplorável episódio das escutas que dominou a campanha eleitoral mostra bem o grau de amadorismo que tem permitido ao profissionalismo político de Sócrates brilhar. Conseguir pôr Cavaco Silva na lamentável posição de dar uma ajudinha ao PS, quando as sondagens mantinham tudo em aberto é de mestre. Mestre do poder, sempre o poder. E o poder, quando se transforma num fim em si próprio, como é o caso paradigmático de Sócrates faz mal ao país.

 

A oposição talvez mereça este desfecho. Porque em quatro anos não conseguiu construir uma credibilidade nem um programa. Portugal é que mereceria, sem dúvida, muito melhor.

(publicado no Tomar Partido e no Semanário)

 


22
Set 09
Por Jorge Ferreira, às 16:41 | comentar | ver comentários (2)

 

Já à venda nas livrarias a biografia não autorizada de José Sócrates de autoria de Rui Costa Pinto.


05
Set 09
Por Jorge Ferreira, às 23:59 | comentar

O alegado debate de hoje entre os dois Sousas das esquerdas mostrou uma coisa muito simples: o Sousa do PCP é muito atrevido nas ruas, nas manif's, mas quando se apanha com o Sousa do PS à frente é mais manso que um congressista de Espinho do PS. Cá para mim hoje vai haver mosquitos por cordas nos centros de trabalho...

 

(publicado no Tomar Partido)


Por Jorge Ferreira, às 18:27 | comentar

José Sócrates deixou de falar a Pina Moura porque este, enquanto esteve a representar os espanhóis na administração da Media Capital não acabou com o Jornal de opinião privativo de Manuela Moura Guedes, como Sócrates desejava enquanto era tempo. Pina Moura vingou-se da desfeita, declarando-se "focado", isto é, próximo e concordante com o programa eleitoral do PSD e não do PS, partido pelo qual foi deputado da Nação em acumulação com a representação de interesses de empresas espanholas em Portugal. O grupo Prisa, dantes amigo do PSOE e de Jose Luis Zapatero, por sua vez muito amigo de José Sócrates, zangou-se entretanto com os ditos PSOE e Zapatero, porque estes deram um volumoso negócio de comunicação em Espanha a outro grupo de comunicação que não a Prisa. Vai daí toca de começar a escrever artigos contra o PSOE e Zapatero nos orgãos do grupo. Sabendo do momento delicado, judiciário e eleitoral, que o amigo lusitano de Zapatero vive em Portugal, toca de correr com Moura Guedes da pantalla, sabendo de antemão que o poderosíssimo ónus político do saneamento recairia sobre Sócrates, o especial amigo de Zapatero, ora ódio de estimação do grupo. Cavaco Silva, tomado de esperada amnésia, declarou esperar que o saneamento de Moura Guedes não tenha nada a ver com ameaças à liberdade de informação, esquecido que está do que fez o seu Governo com a RTP e o então elemento de ligação a Moniz, marido da ora saneada da TVI, quando este era Director de Informação da RTP, o ministro Marques Mendes (esse mesmo...) que, ao que consta, famas injustas certamente, tinha uma especial predilecção pela análise antecipada dos alinhamentos do telejornal.

 

Isto é uma história de pura ficção e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. E tenho mais ficções para escrever.

(publicado no Tomar Partido)


04
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 13:07 | comentar | ver comentários (1)

Como primeira premissa temos aquela coisa de que " em política, o que parece, é "; e parece mesmo. Mas, por outro lado, achamos que ninguém é tão estúpido, a ponto de se pôr a jeito de o acusarem de recorrer à censura, em plena democracia. Resta a hipótese de um " amigo " ter feito o serviço por ele, sem saber que lhe  estava a oferecer um presente envenenado - esse amigo só poderia ser o administrador da TVI, Bernardo Bairrão, ou  o delegado  da Prisa, Juan Luis Cebrián. Ora, ambos negam tê-lo feito. A confusão é inevitável; está aberto o caminho a todas as conjecturas...


02
Set 09
Por Jorge Assunção, às 23:14 | comentar

"Quando cheguei ao Governo, o senhor deputado tinha deixado a segurança social em elevado risco, segundo a Comissão Europeia.", disse o querido líder a Paulo Portas. Curiosamente, a situação de insustentabilidade da segurança social era muito anterior a 2002, ano em que a coligação PSD/CDS chegou ao poder. Não foi Sócrates ministro do governo que ocupou o poder entre 1995 e 2002? Governo esse que não reformou a segurança social, muito embora tenha sido várias vezes avisado da necessidade dessa reforma? Demorou 10 anos até que Sócrates percebesse a necessidade de fazer algo? É que, efectivamente, existe um filme com o nome "Eu sei o Que Fizeste no Verão Passado", mas há outro que se chama "Eu Ainda sei o Que Fizeste no Verão Passado". E eu ainda sei o que José Sócrates fez no Governo passado. E ainda mais sei o que fez no Governo actual. Em ambos os casos, não fez grande coisa.


Por Jorge Assunção, às 22:14 | comentar

É o que afirmou Sócrates, à saída do debate na TVI com Paulo Portas, sobre a estratégia de Ferreira Leite de não realizar comícios.

 

Pois eu gostava de ver Sócrates, independentemente de fazer ou não comícios, a realizar uma campanha de proximidade, que ao contrário do que Jerónimo de Sousa pensa (ou finge pensar), obriga a um contacto muito mais permanente com o eleitorado, num ambiente menos controlado do que o dos comícios, onde os presentes são todos fiéis ao partido. Mas suspeito que o querído líder não pode fazer campanha de proximidade porque sabe ao que se sujeita se andar a passear na maior parte das ruas deste país. Afinal, este é o primeiro-ministro que utilizou várias vezes a porta das traseiras como saída.


30
Ago 09
Por Jorge Ferreira, às 15:13 | comentar

Sócrates quer casar toda a gente à força: gays, unidos de facto, tudo o que mexe. Ao mesmo tempo fez uma lei do divórcio profundamente injusta para quem tem menos "direitos sociais" no casamento. Naquela cabecinha pensadora não é capaz de entrar a ideia simples que cada um deve ter a liberdade de não querer a parafernália de problemas a que Sócrates chama enganadoramente de "direitos sociais", que mais não são do que interferencias abusivas do Estado na vida privada de cada um. Safa, que com Sócrates levamos com o Estado porta adentro quer queiramos, quer não. Alguém nos livra deste destino?...

 

(publicado no Tomar Partido)


24
Ago 09
Por Jorge Ferreira, às 14:13 | comentar | ver comentários (3)

Ouvi mesmo agora José Sócrates dizer que quem afirma que a diminuição da taxa de chumbos no ensino se deve ao facilitismo do mesmo, está a insultar o mundo, o planeta, o sistema solar e o próprio Universo, nele incluindo, cito, os professores, os alunos e as famílias. Esta nova mania de Sócrates de confundir insulto com crítica só vem demonstrar duas coisas: a primeira é que não há Luís Paixão Martins que seja capaz de esconder a arrogância do ainda Primeiro-Ministro; a segunda é que Sócrates está sem discurso. Agora é tudo insulto. Ninguém pode criticar nada, que é logo um insulto. Temos que andar todos a toque de caixa, dizer amen a S. Exa. e a todas as barbaridades que tem cometido nestes quatro anos. Se não, cuidadinho, muito cuidadinho, ainda nos mandam um espiãozito lá a casa…

(publicado no Tomar Partido)


19
Ago 09
Por Jorge Ferreira, às 11:55 | comentar

É nisto que dá a concentração de poderes num homem só em matéria de serviços de informações, segurança e polícia. Nunca nenhum Primeiro-Ministro teve tanto poder nesta área como o democrático Sócrates. Agora, aguente-se com as suspeitas. Não faltou quem avisasse.

 

(publicado no Tomar Partido)


14
Ago 09
Por Jorge Ferreira, às 18:25 | comentar | ver comentários (4)

 

José Sócrates, já se sabe, tem um jeitinho especial para escolher pessoas. Depois dos rios de tinta do episódio António Preto e outros, convém recordar que existem virtudes especialmente bem distribuídas entre Manuela e José. Vai daí, escolheu Carolina Patrocínio, neta de Vasco Vieira de Almeida (a propósito: o caso Freeport tem férias judiciais?...) para mandatária da juventude. O cargo vale nada, mas a pessoa pode revelar-se um desastre político. Para começar, decidiu mandar os assessores do mandante dar uma grande curva quando estes a procuraram na praia para dar um pulinho à apresentação do programa do PS. Deixou os assessores a falar para aquela voz irritante que nos aparece nos telemóveis quando eles estão desligados e a voz off nos manda voltar a tentar mais tarde. Agora, a menina, uma apresentadora de televisão da geração morangueira açucarada, transcendeu-se e disse numa entrevista que só come cerejas porque a sua empregada lhe tira os caroços das ditas. Eu acho bem. Com mais de meio milhão de desempregados, sabe bem saber que ainda há quem possa dar emprego a outras pessoas, nem que seja para tirar os caroços das frutas. Não deve haver nada pior para as unhas de gel do que o ácido e a glucose da fruta. Carolina está, pois, certa, empregando alguém para os caroços. Apenas espero que lhe paguem tão bem que lhe seja possível ir ali ao centro de emprego mais próximo e recrutar uma mão cheia de desempregados, para os quais me atrevo desde já a deixar aqui algumas sugestões: tirar os ossos da carne, as espinhas do peixe, as nódoas da roupa, arranjar as máquinas lá de casa, forrar sofás, escolher cortinados novos de três em três meses. Sócrates escolheu, assim, a Carolina certa para combater o desemprego. Desgraçadamente, porém, escolheu, novamente o patrocínio errado. Para umas eleições de um país que o próprio se encarregou, com insuperável método, de enviar direitinho para o fundo de um poço, não cai nada bem apresentar gente assim despreocupada e sem problemas na vida aos eleitores. Sobretudo aos eleitores jovens, que se desunham para ter professores de jeito, para ter emprego, para ter casa, enfim, para terem o singelo direito a comprar as suas próprias cerejas sem pedir dinheiro emprestado aos pais. Não são só os ministros que lhe saiem mal. Os mandatários também são um susto. Mas, ao menos desta vez, um susto com a sua piada. O Sócrates "queque" é o máximo.

 

(publicado no Tomar Partido)

(Foto)


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