13
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:46 | comentar | ver comentários (3)

nem vê-lo. Podemos dizer que tudo está como dantes...

Uma promessa, quanto a mim, claro, começou a desenhar-se no horizonte, saibam os seus dirigentes geri-la;  mesmo nas Autárquicas o CDS cresceu em número de mandatos, e o facto de continuar com uma Presidência de Câmara só, não é muito significativo, num país que funciona como todos sabemos.

Choca-me que tanto Autarcas - com duas honrosas excepções, que eu tenha ouvido,: Rui Rio e Fernando Seara - ( e logo por aí se vê o gabarito das pessoas...), como jornalistas, na noite das contagens, mas também aqui na Blogosfera, não tenham aludido ao papel do Partido na conquista das presidências onde foram coligados. Só lhes fica mal, muito mal.

As coisas têm de ser bem cimentadas, para não ruírem estrondosamente, e todos os que votaram no CDS, tornando-o num partido em evidente ascensão, têm o direito de exigir seriedade e trabalho aos seus dirigentes.

Daqui a algum tempo - veremos se quatro, se dois anos, como alguns prognosticaram -cá estaremos de novo a pedir um novo rumo...

Até lá!


01
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:56 | comentar

mas não;  é por tudo. Que os que estão a cuidar da res publica têm de arrepiar caminho: para nevoeiro, já basta o que basta.

 

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30
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:21 | comentar | ver comentários (3)

 já posso dizer o que penso " deste " poder local - uma treta, um desastre, mais a nível das Câmaras Municipais, porque quando se fala das Juntas de freguesia, a proximidade com a população é, por via de regra, maior, o que, na prática -pelo menos quando a freguesia é pequena, a pontos de quase todos se conhecerem- redunda numa maior participação, ainda que indirecta - para já, esperemos! -

Também aqui urge mudar de rumo.

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29
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 15:29 | comentar

/"porque o CDS sai destas eleições como um partido da extrema-direita parlamentar. Afirmou-se com uma cultura de extrema-direita europeia, algo que até contraria a cultura histórica da direita portuguesa". Eu bem digo que " estes romanos estão loucos ". Numa coisa concordo com o líder do partido do outro Portas: a coligação seria suicidária, sim, mas para o CDS.

música: I

28
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 18:17 | comentar

" para crescer o CDS/PP não pode nem deve ceder à tentação do poder, mas apenas estar aberto a negociar medidas concretas, sem perder de vista as promessas eleitorais, de contrário voltará aos tempos do táxi "; escreveu António de Almeida na caixa de comentários do Estado Sentido -  ora a alusão a esta abertura, realista que ela é,parece-me muito distante daquele " sujar de mãos ", que tanto vaticinaram ontem, aqui mesmo na blogosfera, como nódoa inevitável. Manter-se fiel ao tal " caderno de encargos ", tentando influenciar sempre que possa um socialismo serôdio a que ainda estamos condenados, parece-me  tarefa de aplaudir, desde que não haja desvios , em nome de fins inconfessáveis, até porque, como diz a Luísa, na mesma caixa,  " Tem agora a hipótese de se tornar o líder da oposição de «direita» e de crescer muitíssimo, perante o saco de gatos que é o PSD ".

Só podia ser, pois de contentamento a reacção à declaração do líder do mesmo CDS, na sequência, aliás, das declarações de Diogo Feio e Ribeiro e Castro, de que "Continuaremos a ser a melhor oposição ao governo socialista", disse, mas uma "oposição firme e responsável, que tem como único critério de avaliação o programa que foi sufragado e a fidelidade ao nosso caderno encargos". O caminho de actuação ficou traçado: "proporemos todas e cada medida nosso programa, e avaliaremos a resposta dos outros. Quanto às propostas dos outros, avaliaremos em função do nosso caderno encargos". Antes, já Portas tinha avisado que a "arrogância" de Sócrates "terá de dar lugar ao espírito de compromisso e à cultura de negociação" tudo em prol de que " em Portugal haja, como em toda a Europa, um grande partido não-socialista, directo, frontal e corajoso".

 

* Ler Ricardo Arroja, no Portugal Contemporâneo

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27
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:33 | comentar

quem votou CDS, é o que esperamos. Estas declarações de Diogo Feio , e, também, de Ribeiro e Castro, são música para os seus eleitores. Que assim seja, conscientes de que não aguentamos que entrem por caminhos sinuosos.

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Por Cristina Ribeiro, às 14:58 | comentar | ver comentários (2)

e não estou muito convicta que tal aconteça agora - mais um tempo de deserto, talvez, oxalá!, com alguns oásis à vista - , receio que seja assim.

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25
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 20:28 | comentar | ver comentários (4)

 " Ao fim de 35 anos de votos "úteis", Portugal tem a sua Economia completamente de rastos e, pior, com previsões de agravamento da situação ainda em algumas áreas (como o emprego, p.ex.) e de uma recuperação global muitíssimo lenta e difícil. Não será altura de os portugueses começarem a votar de outro modo? " A resposta a este apelo. Patético, porque então poderemos perguntar: porque é que não fizeram uma oposição útil?


Por Cristina Ribeiro, às 14:46 | comentar

mas foi, também, roubado aqui

             

             "  Uma Ideia Quase Municipalista

 

Como convictos municipalistas acreditamos que a melhor governação resultará de um auto-governo onde todos, de algum modo, participarão directamente da gestão das coisas comuns. Onde os interesses de todos, mas também os de cada um, sejam olhados com a mesma objectividade e onde impere o consenso na busca das soluções e nunca a ilusória maioria dos votos. Constantemente nos interrogamos como atingir tal desiderato. Não falta quem advogue a complexidade da ideia e a sua inexequibilidade. Sobretudo num sistema como o existente, de democracia representativa, onde o voto – mesmo que de uma minoria – ganha foros de única verdade. Um pequeno artigo de opinião, subscrito pelo professor universitário António Cândido de Oliveira e publicado no jornal “Público” de 26 do pretérito mês de Agosto, abriu-nos um caminho. Não é, ainda, municipalismo, muito longe disso. Mas é, digamos assim, um pouco dele, e perfeitamente exequível no âmbito deste sistema representativo. Capaz, apesar de tudo e por muito pouco que seja, de contrariar o caciquismo e a prepotência e de estancar ou, pelo menos, de diminuir a corrupção que grassa no poder local. Facilmente se reconheceriam, então, os pequenos ditadores de campanário e, quem sabe, não contribuiria até para evitar estas vergonhosas e sucessivas recandidaturas dos mesmos de sempre, incapazes de se desapegarem do poder. Propõe o autor do artigo que as Assembleias Municipais – e também, nada o impede, as de Freguesia – passem a reunir, não apenas as vezes que a Lei determina (5 vezes por ano, as Municipais e 4 as de Freguesia) mas algumas mais vezes. Pela nossa parte proporíamos, pelo menos, uma reunião mensal – digamos antes e em termos práticos eliminando Agosto, 11 vezes por ano - em sessão convocada pelo respectivo presidente, que tem poderes para isso, aberta à população, tendo em vista o debate dos variados assuntos de carácter local. O autor entra em pormenores que me parece desnecessário transcrever, mas que têm um interessantíssimo sentido prático. Quando, noutro lugar, defendemos que as populações saberiam, com maior ou menor dificuldade, encontrar um processo de colocar em campo a filosofia municipalista, não nos enganámos, como se vê. Muitas mais ideias surgirão, estamos certos, sempre no sentido da democracia directa, a real e verdadeira democracia "

. Publicada por PORTO DA LIBERDADE


23
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 13:51 | comentar

É sempre a mesma coisa: Há quem comece a falar do tal voto útil . " Asfixia democrática " é também a tentativa, reiterada, de pretender esvaziar o outro partido

E estas são as asfixias que muito afligem os portugueses, como diz Portas: "verdadeiras asfixias" que o País sente: a de quem quer emprego e não tem, a do peso dos impostos, a do aumento da criminalidade, a asfixia da desvalorização da agricultura, do caos e indisciplina nas escolas, dos jovens que emigram, dos idosos que vivem com pensões de 240 euros por mês. Portas, que espero não faça " fretes ao PS ",  como jura.

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Por Cristina Ribeiro, às 00:29 | comentar

depois de no jantar terem sido expostos cenários de um futuro negro, em que ninguém tem ilusões sobre a politização do " povo contentinho ", que se queixa do mau governo que tem, como mostra à saciedade este post, mas que as sondagens ( eu sei que elas erram, mas...) elevam ao governo do contentamento de tantos sondados ( como?!? ), e só a leitura deste artigo me faz renascer a esperança no discernimento da outra parte de portugueses: Esta é a hora de reforçar a nossa força política. Sem vacilar, e contra as sondagens.

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21
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:18 | comentar

Nesta altura, os DOIS líderes ( e as outras pessoas que os rodeiam, como MRS ) deviam concentrar esforços para que o PSD e CDS tivessem, juntos, o melhor resultado; porque apesar das notórias diferenças entre os dois partidos, neste momento é o que mais diferente temos do partido que nos está a afundar.

Enquanto não houver melhor...

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15
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 20:35 | comentar

Acho, pois, uma idiossincrasia, uma bizarria, que numa democracia que já alguém considerou adulta, a alternância governativa se faça, desde sempre, entre dois partidos de matriz comum - o normal numa democracia autêntica é que ela se faça entre partidos ideologicamente distintos, como, por exemplo na Alemanha, em que a rotatividade tem sido feita com recurso a um partido social-democrata ( SPD ) e a outro que, verdadeiramente, o não é ( CDU / CSU ).

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14
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:51 | comentar

Quando, uns posts atrás, me referi ao " rotativismo ", não tinha em mente a verdadeira rotatividade, entre partidos diferentes na ideologia, como sucede na Alemanha, Inglaterra, Espanha...; mas ao " rotativismo " em tudo semelhante ao que houve no Portugal do século XIX, após a morte de Fontes Pereira de Melo, em que entre Partido Regenerador e Progressista não havia diferenças substanciais: apenas mudavam as pessoas, que diziam coisas diferentes, mas faziam o mesmo...

É o que, num artigo de opinião, Rafael Barbosa reitera: socialistas e sociais-democratas fazem o que podem para parecer diferentes. Mas no fundamental são parecidos. Nem Manuela Ferreira Leite é uma liberal que pretende desmantelar o Estado Social,* nem José Sócrates é um socialista da velha guarda.

 

Pertencendo à mesma família ideológica, a social democracia, sucede, apenas, que " estes " líderes não encaixam.

 

* ressalvando, porém, que o Estado Social não é um exclusivo da social democracia; tem é de ser bem gerido.

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13
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:49 | comentar | ver comentários (2)

acho que nada de essencial vai mudar com estas eleições: daqui a quatro ( há já muito boa gente a falar em dois ) cá vamos estar de novo a pedir um novo rumo; ou alguém acredita que quem tão mal nos governou durante tantos anos, em sistema de rotatividade, vai mudar estruturalmente a sua praxis política?

 


10
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 21:41 | comentar

reafirmo o que aqui disse, pois que, apesar das diferenças, me pareceu ser possível a compatibilidade, e  até complementaridade, e que S. Thomas More ( padroeiro dos políticos ) os ilumine no achar um novo rumo para Portugal

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Por Cristina Ribeiro, às 18:56 | comentar | ver comentários (1)

este texto de Pedro Félix foi trazido até aqui porque nele me revejo totalmente. Nele se preconiza um mudar de página que tanto tarda, e, muito provavelmente, nos faria sair do marasmo, que mais parece fado, sem que tenha, necessariamente, de o ser...

                      

' "Nós, Europeus" não somos socialistas!

Na Europa venceu aquilo que falta em Portugal. Uma direita organizada, objectiva e com uma comunicação sincera, clara e límpida."Nós, Europeus" afinal não somos socialistas nem neo-socialistas; "Nós, Europeus" não vamos nas balelas do costume que demonizam o mercado; "Nós, Europeus" não nos encolhemos junto ao papá-Estado com medo da crise; "Nós, Europeus" achamos estranho que a extrema-esquerda tenha em conjunto mais de 20% dos votos apenas num país, no qual já tanto mal fez sem nunca ter sido responsabilizada."Nós, Europeus" gostamos das NOSSAS NAÇÕES E NÃO QUEREMOS FEDERALISMOS CENTRALISTAS! Na verdade, começa desde já a fazer falta o Partido da Liberdade, em relação ao qual não faltarão parceiros europeus com as mesmas, ideias, objectivos e preocupações '

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07
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:25 | comentar | ver comentários (7)

que me mereça toda a confiança: aquele em que votei mais vezes também já me desiludiu quando recentemente esteve no governo; bem sei que não era o partido maioritário, pelo que a sua margem de manobra era limitada;  hoje de manhã,  li no público on line que Portas, ao mesmo tempo que recusava coligar-se com o PS, pedia que lhe dessem mais força para o caso de coligar-se com o PSD, dando-lhe, desse modo, uma maior margem negocial.

Respondo " sim " ao apelo, na expectativa, uma vez mais com a esperança num novo rumo.

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05
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 13:15 | comentar

No Portugal Contemporâneo, Rui. A. assina um texto com o qual não poderia estar mais de acordo:

esperar sentado

" O Professor Aníbal Cavaco Silva declarou à comunicação social  que " espera " que o episódio Moura Guedes não tenha posto em causa os “princípios da liberdade de informação e de expressão”. Acontece que o Professor Aníbal Cavaco Silva é o Presidente da República em exercício, e que a Constituição que lhe determina as funções e competências estabelece, no artigo 120º, que ele deve zelar pelo “regular funcionamento das instituições democráticas”. Entre elas, naturalmente, a liberdade de expressão. Por isso, o Presidente da República não deve manifestar anseios a propósito de matérias estruturantes do Estado de Direito Democrático. Ele tem a obrigação constitucional de acautelar e preservar as instituições e os princípios que as conformam, e de agir na eventualidade deles estarem em causa. Não sei se é o caso. Ao que parece, o Presidente da República também não ".

 

Defensora de que o Chefe de Estado deve ter um papel mais interventivo na política, incomoda-me que não faça uso sequer  dos poderes que a actual Constituição lhe reconhece.

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01
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 18:33 | comentar | ver comentários (1)

/escreveu aqui,, sobre a falta de verdadeiras alternativas ao que temos de mau há já tempo demasiado, ( e, antes, aqui )a verdade é que " um dos grandes problemas do país é ter centrão a mais e escolhas a menos ". Quero acreditar que o que aparece, nas palavras pelo menos, como algo de diferente, não oiça o canto das sereias, deixando-se afundar no pântano que é hoje o partido de governo, antes venha a ser o partido " em que as pessoas de direita se sintam representadas sem ambiguidades nem oportunismo ". Oxalá!

 

 

 

Adenda: tempos passados e a evidência - ficou-se, apenas, pelas palavras. " Tudo como dantes, no quartel de Abrantes ".


29
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 20:03 | comentar

bem que podia adoptar uma bandeira com dois tons de cinzento: , "  ton sur ton " - um mais escuro para o PS, outro um nadinha mais aberto para o PSD, diz JAA  na caixa de comentários do Estado Sentido, no que é corroborado por António de Almeida. Carradas de razão; e os portugueses, expectantes, vão ficando com o semblante mais e mais escuro.


28
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 03:41 | comentar | ver comentários (1)

às políticas que nos conduziram ao país do pântamo e da tanga ( regresso não, afinal não saímos daí: cada vez nos enterrámos mais nas areias movediças, e cada vez foi ficando menor a tanga ),sem o rasgo e uma nova visão que lhes foi requerida quando neles os portugueses confiaram para os levar por novos caminhos, esgotada que está esta via,, tentando, assim, sair do ramerrame fatídico em que andamos há tempo demasiado.Assim, nunca mudaremos de rumo...

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25
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 11:35 | comentar | ver comentários (1)

Mas foi roubado aqui

 

" No meio de um povo geralmente corrupto a liberdade não pode durar muito "- Edmund Burke in « Cartas aos Xerifes de Bristol »

 

A palavra liberdade, como muitos outros conceitos filosóficos e morais, já está tão gasta por ser repetida em circunstâncias diversas que o seu significado tem vindo a perder-se, a ser deturpado e muitas vezes manipulado.O mais comum é que cada um de nós lhe dê o seu próprio significado, condicionado pela sua percepção e concepção do mundo. E aí, no meu entender, começam os logros.Há filósofos que eivados de vãs intenções progressistas vinculam o conceito de liberdade ao de igualdade. Nada mais falso do que acriolar um princípio absoluto como a liberdade a uma quimera anti-humana. Nem chega a ser utópico, por tão contranatura que é. Há quem o vincule à justiça e a valores morais que se prendem a questões sociais. Meros devaneios de quem quer encerrar em ideologias conceitos que devem ser absolutos e quase extra-humanos. São as ideias quase inatingíveis, entre as quais a liberdade, que levam a uma vontade visionária de querer transformar uma sociedade e de a reformar não com base em sistemas abstractos mas numa tradição perene assente em princípios absolutos e incorruptíveis os quais nortearão, com algum quê de utopia, a praxis política e a intervenção cívica.A liberdade far-se-á sentir, então, numa acção criativa e edificadora do Homem sem as amarras por este criadas com base em interesses, desejos espúrios e em sistemas falidos. A máquina burocrática, o nepotismo dos aparelhos políticos que vivem em função de quem os criou, e uma sociedade em degenerescência são os maiores inimigos da liberdade. Da liberdade autêntica, que é responsável e inerente à vontade inata do ser humano e da Natureza.

Escrito por PFelix em 5 de Junho de 2009

 


23
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 02:38 | comentar | ver comentários (2)

porque a tenho como conformismo, coisa que estou muito longe de sentir. Cheguei a equacionar o voto em branco, como forma de protesto, mas, depois, porque cheguei à conclusão de que a emenda seria ainda pior do que o  ( mau ) soneto, tenho procurado, com olhos de ver, um partido mais fiável, naquela lógica do mal menor, mas à medida que os dirigentes vão falando mais difícil se torna cumprir a promessa que me fiz - a de votar -, e que, apesar  dos pesares me proponho cumprir; para quando um partido que se assuma sem complexos serôdios, que há muito deveriam ter sido ultrapassados, com uma ideologia consequente - em que a teoria se confunda com a prática, e de que muitos portugueses estão à espera, para nele votar com convicção?

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22
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 15:40 | comentar

diz ele,; só mais  uma réplica no pingue pongue partidário, que nos tem assolado desde que comecei a estar atenta a estes jogos florais, em que os vários contendores se mimoseiam com, exactamente, o mesmo tipo de piropos, voltando-se o boomerang, invariavelmente, contra aquele que o arremessou. E sempre os eleitores se têm iludido com a perícia, balofa, do ùltimo lançador, porque, se não se deixarem levar pelo canto da sereia, apercebem-se, necessariamente, de que o vazio está por toda a parte.

Além de que só quem está a viver um delírio, pode pensar que " o país  vive uma democracia madura "...


21
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 01:16 | comentar

que, leiga que sou em assuntos tais, me parece muito pertinente- a dissecação da mesma, sempre vou adiantando o quão certeiro é Ferraz da Costa, quando, nomeadamente, diz: " O que acho dramático é que nos contactos com os partidos ninguém está preparado para ter um governo que vá tomar grandes decisões ".

E grande parte dos portugueses já se consciencializaram desse drama, pelo que na sua frente vêem nada.

 

      ( * Referida também no Estado Sentido )


19
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 13:56 | comentar

 

Há tempos, o Pedro falou, no seu blogue, na formação de uma nova força partidária, diferente na substância destes de que actualmente se compõe o nosso paupérrimo horizonte partidário.

Interroguei-me, e interroguei-o, se não seria preferível tentarmos influenciar os que já temos, no sentido de promoverem uma real mudança. A curto prazo, disse, é o que nos resta- tentar conseguir o menor dos males, mas, e como compreendi a sua lógica, conhecendo, cada vez mais, os homens que os integram, e o que os move, as coisas nunca mudarão, realmente, se continuarmos " a ver a banda a passar "...

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18
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:59 | comentar | ver comentários (4)

 

João Franco, a quem Fontes Pereira de Melo incitou a ser «sempre um homem de bem», cunharia, durante a campanha para a fundação do Partido Regenerador Liberal, o termo « rotativismo», que viria a entrar de novo no léxico político, passado tanto tempo; como os Bourbons em França, os políticos em Portugal nada esqueceram e nada aprenderam.


17
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:09 | comentar | ver comentários (1)

o irmão Roger, de cuja iniciativa nasceu, em plena 2ª Guerra Mundial, o que se veio a tornar aquele fenómeno de ecumenismo que é Taizé, faz uma reflexão que bem se adequa à actual necessidade, sentida por muitos portugueses, de mudar de vida: " Onde estaríamos hoje, se mulheres homens e jovens não se tivessem insurgido, quando a família humana estava condenada ao pior? São pessoas que não disseram: « Deixemos as coisas andar! », antes prepararam um caminho de confiança num testemunho de que o ser humano não foi criado para o desespero ».

Como o Miguel dizia há tempos: « Acredito em Portugal ! »

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