10
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:39 | comentar | ver comentários (2)

a pensar no quão desastroso é o Poder Local?O quanto ele tem sido o responsável pela ruína de um país que tinha regiões bem características, deixando que dele se fizesse um manto de retalhos, feio, porco e mau para se viver?

Ainda me lembro como eram as freguesias em redor antes desta ascenção de patos bravos de que fala o Miguel. A minha vila natal era uma coisa linda de se ver , não muito diferente disto. Os empreiteiros, com o imprescindível apoio desse famoso Poder Local tornaram-na quase irreconhecível. Oiço muitos lamentos daqueles que a conheceram como era antes. Falar da " proximidade " das populações só pode, mesmo, ser brincadeira.


06
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 12:45 | comentar | ver comentários (4)

E último. Porque, quando olho à minha volta, vejo tanta lama, tanta chantagem descarada, pessoas que se vendem por um prato de lentilhas, que a única coisa que tenho para dizer é que tenho vergonha de viver neste país.


03
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 21:16 | comentar | ver comentários (4)

Tão descarada ela se tornou, mas ver, escrito preto no branco, que, num ano, Portugal desceu 4  posições na lista dos países menos corruptos é sempre desmotivador.

Mas com tantos Isaltinos, Felgueiras e Torres....

Mais desmotivador ainda quando se sabe que muitos deles são premiados pelos eleitores.


02
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:37 | comentar

Aquando do primeiro apontamento sobre o  Poder Local, o senhor que se segue, trouxe à colação, na caixa de comentários, o " slogan ", muito difundido em outdoors espalhados pela cidade « É Bom Viver em Braga » :  é bom, sim senhor, para quem vive no centro, rodeado de coisas bonitas feitas num passado, mais ou menos pretérito, ou para quem, como eu ( aos fins- de-semana ) vive perto desse centro; mas se vivesse nos bairros mais periféricos, onde a beleza não assentou arraiais, onde se vive em prédios inóspitos, sem que o verde - essencial à tal " vida boa " abunde, duvido mesmo muito que dissesse o mesmo.

 


29
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 15:29 | comentar

/"porque o CDS sai destas eleições como um partido da extrema-direita parlamentar. Afirmou-se com uma cultura de extrema-direita europeia, algo que até contraria a cultura histórica da direita portuguesa". Eu bem digo que " estes romanos estão loucos ". Numa coisa concordo com o líder do partido do outro Portas: a coligação seria suicidária, sim, mas para o CDS.

música: I

20
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 12:58 | comentar

TGV. Asfixia democrática. O Fascismo vem aí! Os espanhóis não mandam nisto! Devia haver uma aliança à esquerda. Devia haver uma aliança à direita. A política de direita que nos governa há 30 anos. Nos últimos 14 anos, 11 são de maioria socialista. A licenciatura de domingo. As casas de Sócrates. A impreparação de Ferreira Leite. Louçã contra os ricos e os PPR's. O Presidente acha que está a ser escutado. Jornalistas que fazem fretes ao poder político. Jornais que divulgam mails de outros jornais. Bloggers, muitos deles com cabeça, despejam azedume e fanatismo. Os comentadores despejam azedume, fanatismo, e estão cada vez mais profissionais. Sócrates veste-se bem e tem ideias. Ferreira Leite não se veste bem e não tem ideias. Sócrates é sexy. Ferreira Leite não.

Regra geral, as discussões na campanha eleitoral não andam muito longe disto. As campanhas eleitorais estão cada vez mais profissionais, esquizofrénicas e com requintes de malvadez. Na última semana, quantas vezes ouvir falar da acção política de Sócrates durante a legislatura? Quantas vezes ouviu falar de Desemprego, Economia, Política Fiscal, Justiça, ou  Educação?

O caro leitor identifica-se com este estado de coisas na política portuguesa?

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante.


13
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:07 | comentar | ver comentários (1)

" Todos sabemos que o Estado Social está praticamente falido ". Pois sabemos, e nós os que pagamos impostos estamos apreensivos com o futuro, mas a maioria dos políticos continua a assobiar p'ró ar...


09
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 21:21 | comentar | ver comentários (2)

ainda.

 

      Na última vez que estive na Alemanha decorria a Campanha Eleitoral, que viria a culminar na eleição da Chanceler Angela Merkel. Nas várias terras por onde andei, não vi um único " outdoor "; apenas pequenos cartazes, não muitos, dos vários partidos. É assim: a diferença começa por coisas aparentemente comezinhas, sem importância.


08
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:25 | comentar

por que passei, e em todas achei que  havia despesismo a mais, num país pobretanas como o nosso: dinheiro dos nossos impostos que deveria ser aplicado nas tantas carências que por aí grassam. Imoral, sempre me pareceu;  para esclarecer ( ? ) as pessoas não chega a televisão, rádio e jornais? Para quê tantos cartazes?

Mas esta tem suplantado tudo: qualquer rotunda está a abarrotar de enormes " outdoors ", e em qualquer espaço a jeito, lá está um senhor político com as promessas da praxe.

Que bom seria terem os partidos em mente o discurso que António Barreto fez em Santarém no dia 10 de Junho: " Mais do que tudo, os portugueses precisam de exemplo "; mas, mais uma vez vigora o discurso de Frei Tomás.


02
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 13:10 | comentar | ver comentários (1)

125 mil desempregados ".  Pergunta que qualquer um põe: com esta política de " transparência ", o que é que o governo esconderá mais? Pode-se lá acreditar no que estes timoneiros de meia tigela debitam numa verborreia bem falante mas mentirosa?


31
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 20:08 | comentar | ver comentários (1)

a nossa - oiço muitas vezes. Será que estas qualificações pressupõem que uma Câmara Municipal  discrimine as  freguesias, sob a sua alçada, consoante a cor da Junta?

Uma das muitas coisas que não se compreendem...


26
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 17:49 | comentar

mas aqui muito bem explanada, com todas as suas implicações, a mostrar à saciedade a índole de alguns que se propõem " representar os portugueses ", naquela casa que cada vez mais contribui para que esta seja uma República das Bananas,

Entregues à bicharada?


24
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 01:01 | comentar

mas também toda a prática de politiquice nojenta ( com toda a lama que bem conhece ), a que a " classe profissional " a que " usted "  pertence, nos habituou, prática a que tão bem se adaptou, não deixando ficar mal os colegas da dita profissão, e que tanto e tão bem têm feito para criar a descrença naquele que, apesar de PEQUENAS imperfeições, é o melhor dos regimes.


22
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 15:40 | comentar

diz ele,; só mais  uma réplica no pingue pongue partidário, que nos tem assolado desde que comecei a estar atenta a estes jogos florais, em que os vários contendores se mimoseiam com, exactamente, o mesmo tipo de piropos, voltando-se o boomerang, invariavelmente, contra aquele que o arremessou. E sempre os eleitores se têm iludido com a perícia, balofa, do ùltimo lançador, porque, se não se deixarem levar pelo canto da sereia, apercebem-se, necessariamente, de que o vazio está por toda a parte.

Além de que só quem está a viver um delírio, pode pensar que " o país  vive uma democracia madura "...


21
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 01:16 | comentar

que, leiga que sou em assuntos tais, me parece muito pertinente- a dissecação da mesma, sempre vou adiantando o quão certeiro é Ferraz da Costa, quando, nomeadamente, diz: " O que acho dramático é que nos contactos com os partidos ninguém está preparado para ter um governo que vá tomar grandes decisões ".

E grande parte dos portugueses já se consciencializaram desse drama, pelo que na sua frente vêem nada.

 

      ( * Referida também no Estado Sentido )


14
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 10:14 | comentar | ver comentários (1)

da intervenção de Medina  Carreira, via Expresso, mas quando diz que " quem entra no mundo político o faz para concretizar negócios "  está certíssimo - essa coisa de Serviço Público está completamente " démodé " no Portugal de hoje, e, pelo caminho seguidista encetado pelas Jotas partidárias, continuará a sê-lo.


13
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:06 | comentar

da J.S. de Braga ( mas poder-se-ia, de modo igual, estar-se a falar de uma qualquer outra Jota partidária ) que se perfilam já para suceder aos actuais politiqueiros encartados, em muitos casos os próprios pais, exactamente com os mesmos vícios destes. Questionámo-nos então se , esta macaqueação de um poder ao serviço de todos nós se irá manter assim,  " ad aeternum "; é que o rumo que as coisas levam, começam a fazer pensar no caos que legitimou, com o aplauso da maioria, farta do descalabro que então se instalara, um certo 28 de Maio.


07
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:06 | comentar | ver comentários (3)

na Sic-Notícias:  " Manter a confiança entre eleitores e eleitos "; mas em que País das Maravilhas vive a senhora? Quando se sabe, à saciedade, que a A.R. é uma casa cheia de gente pouco confiável, desacreditada? Num momento em qque até já temos acesso às sem vergonhices que lá abundam. como ficou evidente no Inquérito Parlamentar ao caso BPN.

 

( Também publicado no Estado Sentido )


04
Ago 09
Por P.F., às 18:51 | comentar | ver comentários (1)

Um dos argumentos contra a regionalização, ou qualquer outra forma de descentralização efectiva que aumente as prerrogativas do poder local, consiste no apontar de exemplos de autarcas corruptos e de autarquias endividadas. O caciquismo local é erguido como um fantasma que permanece nos mais recônditos lugares do "país profundo" e segue-se um encolher de ombros resignado e conformista em relação ao poder central e à macrocefalia que não pára de crescer.

As circunstâncias que deram, e dão, origem à corrupção e actos de gestão danosa das autarquais e demais órgãos do poder local são muito variadas e desde o 25 de Abril conheceu um agravamento, em parte, devido a alguma vacuidade legislativa e à ineficácia administrativa, face às novas atribuições e modo de eleição. Situação que levou à intervenção do actual governo, dando origem a nova legislação de eficácia e qualidade duvidosas.

A falta de consequências penalizadoras em relação a gestões danosas, os programas de financiamento disto e de mais aquilo e aqueloutro e os fundos estruturais que durante anos entraram via UE criaram todas as condições para uma mentalidade laxista e facilitista, quando não mesmo desonesta. A partidarização e as dificuldades criadas a listas não partidárias e o alheamento e falta de intervenção cívica por parte da população, em grande parte desenraizada do local onde vive, contribuem para a falta de controlo neste tipo de casos.

Mais razões poderiam ser aventadas, algumas com uma certa especificidade local e temporal, o que tornaria o presente texto ainda mais longo. O que se pretende aqui referir é que o aumento de responsabilidade, o que equivale a dizer de atribuições de poder executivo, não implica obrigatoriamente o aumento de corrupção passiva e/ou activa nem de gestões danosas. Quando vêm a lume os caso Felgueiras, Loureiros, Isaltinos e quejandos, o impacto mediático encobre todo o contexto de facilitismo e de más políticas nacionais as quais deram azo a tais actos. Por outro lado estes são exemplos do produto dos aparelhos partidários, os quais sempre tiveram acesso privilegiado ao órgãos de poder local.

As pessoas em geral, segundo estudos vários, são mais participativas e interventivas nos assuntos políticos, governativos e de utilidade pública quanto mais próximo e acessível sentirem o poder de decisão. Ora, este mesmo poder está na maioria dos casos muito distante do seu local de residência e os problemas que concernem a esse mesmo lugar têm muitas vezes de serem relegados para os órgãos de decisão central.

Neste sentido, não são as atribuições de poder que geram a corrupção mas sim a falta de vigilância e a demissão das forças activas locais. As responsabilidades de quem governa são sempre sacudidas para quem se encontra no patamar acima e nesse campo os autarcas, mesmo os mais corruptos, não podem responsabilizar-se por competências que não são as suas.

Por sua vez, o sistema de financiamento partidário, pleno de especificidades locais dá origem à criação de clientelas e de relações corruptas com alguns sectores, entre os quais a  construção civil, imobiliário e a  indústria.

Por conseguinte, antes de se proceder à dita regionalização, e começar a rasgar o território em mapas cor de rosa, dos quais nenhum agradará a boa parte da população afectada pelas divisões criadas, teria de haver alterações estruturais profundas e, mesmo, constitucionais. Por outro lado, os divisionismos regionais terão todos um carácter artificial propícios a criar novas "lisboas". Por isso, estou convicto que a melhor descentralização efectiva terá de ir ao encontro dos núcleos locais já criados e definidos ao longo dos tempos. Esse modelo será o municipalismo. Mas isto dará origem a outro texto...


03
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:14 | comentar | ver comentários (6)

contribuir com os  meus impostos para que tenhamos um  Estado bem " oleado ", para que possa cumprir ele mesmo os seus deveres, de serviço público, e nesse meu contributo vejo também uma função social, mas o que me chateia, supinamente, é saber o destino que, demasiadas vezes, dão a um pecúlio que me custou amealhar, e até me faz falta. Nessas alturas fico com ganas de fazer o que faz o meu pai:  virar-me para a televisão e insultar esses chupistas.


Por Cristina Ribeiro, às 13:05 | comentar | ver comentários (2)

Neste momento Portugal rima, de forma ignóbil, com corrupção; a nível do aparelho político central, sabemos dos escândalos que deveriam, tivessem os seus reconhecidos autores vergonha na cara, fazer com que a escondessem na areia, bem fundo; mas não: antes se pavoneiam como heróis desta democracia que, vimos já, nasceu torta, e se nada se fizer para contrariar o rumo então encetado, e, até agora, pelo menos, encorajado, nos levará mais longe do que o país de tanga, já nosso bem conhecido. Ou do pântano.

Mas esta sem vergonhice não é exclusiva do poder central, não. E  vai muito para além dos casos mais badalados de Mesquita Machado, Fátima Felgueiras, Avelino Torres ou Isaltino Morais; trata-se de casos que passam despercebidos, numa imensidão de gente corrupta, mas que estão lá.

Por isso, quando oiço falar de Regionalização, com esta estirpe de politiqueiros, lanço as mãos à cabeça...


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