25
Set 09
Por António de Almeida, às 23:11 | comentar

   -José Sócrates recebeu mais um apoio de peso, após a menina Carolina Patrocínio, a tal que apenas come fruta quando a empregada lhe retira as grainhas ou caroços, foi a vez de Luís Figo. Julgo que todos os portugueses, mais ou menos familiarizados com o futebol, reconhecem e sentem apreço, pelo inegável talento e classe que o antigo capitão da selecção nacional espalhou pelos relvados dos quatro cantos do mundo. A ideia é óbvia, associar o PS a pessoas que alcançaram o sucesso em diversas áreas, projectando uma imagem de ambição e vontade de triunfar. Mas existe um pequeno problema, o carácter, e tal como a menina que não se importa de fazer batota para ganhar, vale a pena recordar alguns factos menos conhecidos do percurso futebolístico de Luís Figo. Ainda júnior, assinou contrato em simultâneo com o Sporting C.P. e S.L.Benfica, valeu-lhe um acordo entre Sousa Cintra e Manuel Damásio, para o salvar de pesado castigo, que o poderia ter deixado algum tempo de castigo, até poderíamos considerar o infeliz episódio como devaneio próprio da juventude, mas passado pouco tempo repetiu a façanha, assinando por Juventus e Parma, dois clubes italianos na mesma época, mais uma vez salvou a face, com a contrapartida de não jogar no calcio durante uma década. Rumou a Barcelona, onde foi treinado por Johan Cruyff, sir Bobby Robson e Louis Van Gaal, que contribuíram para o aperfeiçoamento das suas inegáveis qualidades, alcançando vários títulos, recebendo até a braçadeira de capitão da equipa blaugrana. Sem que alguém lhe pedisse, chegou até a assumir posições próximas do nacionalismo, em defesa da autonomia, entrando no coração dos catalães, que trairia pouco depois com a transferência para o arqui-rival Real Madrid, aproveitando um momento de crise directiva no F.C.Barcelona. Após o Euro 2004 decidiu colocar um ponto final na selecção nacional, mas no final de 2005, quando não jogava em Madrid, recuou na decisão, solicitando a Scolari que o voltasse a convocar, até porque a selecção apesar da sua ausência já se tinha qualificado para o Mundial 2006, palco para se poder mostrar e conseguir uma transferência, finalmente a Itália. Alguém pode mesmo ficar surpreendido com o apoio de Luís Figo a José Sócrates? Misery loves company!

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24
Set 09
Por António de Almeida, às 13:37 | comentar | ver comentários (1)

   -Os últimos dias têm vindo a mostrar algum crescimento nas intenções de voto no PS, ao ponto de José Sócrates pedir agora uma maioria clara, enquanto nos corredores se vai falando em voz baixa na maioria absoluta. Por muito que possamos criticar a liderança do PSD por não ter apresentado aos portugueses uma solução alternativa entusiasmante, não podemos perder de vista o essencial, o próximo Domingo será o governo de José Sócrates que os portugueses devem julgar, votando PS se estiverem satisfeitos e pretenderem a manutenção das políticas implementadas ao longo dos últimos 4 anos. Mas quem não concordar com a orientação política seguida pelo governo, ou entender que Portugal merece mais que as sucessivas mentiras, embustes e trapalhadas, liderado por um mestre especialista na venda de banha da cobra, basta relembrar o relatório tipo OCDE, os painéis solares que eram meras bombas de calor, o primeiro computador genuinamente português que afinal era uma versão do Classmate, tem a obrigação moral de votar, não basta ficar em casa, deve escolher um qualquer outro partido que considere credível e votar, será a única oportunidade que teremos para travar o que seria uma calamidade, talvez a maior catástrofe que este país sofreu nas últimas décadas, estou a falar da renovação da maioria absoluta. Claro que alguns não concordam com a ideia, por exemplo as acções da Mota-Engil, Somague ou BES irão disparar, garantido que fica o TGV e demais projectos faraónicos em obras públicas, investimentos de retorno absoluto para tais empresas à custa do endividamento do país, empenhando o futuro das próximas gerações.

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23
Set 09
Por Jorge Assunção, às 21:08 | comentar

 

Elevado desemprego? Crescimento económico paupérrimo? Não foi culpa do actual governo. A culpa foi da crise internacional. Que nunca, durante a actual legislatura, a taxa de desemprego tenha sido inferior à existente quando o governo tomou posse, pouco importa. Que as previsões futuras para o crescimento económico nacional, num eventual cenário pós-crise, apontem para manutenção de desemprego elevado e continuação das taxas de crescimento diminutas, não é motivo para preocupação, afinal, essas instituições já erraram e podem voltar a errar. Que nos indicadores de competitividade internacional, destacados no programa eleitoral que serviu de base ao actual governo, tenhamos caído a pique, é um faits-divers. Que, já em 2008, o governo tenha sido obrigado a recorrer a receitas extraordinárias para manter o défice abaixo dos 3% e que em 2009 o défice vá disparar de tal forma que o país bem pode voltar ao discurso da tanga num futuro não tão distante quanto isso, é assunto a ignorar. O endividamento é um mito e o TGV é o caminho do progresso e da modernidade. Que a minha geração, em inicio de carreira, tenha como perspectiva não alcançar o nível de vida dos seus pais, é conversa de velho do Restelo.

Tudo correu bem, o que correu mal não é culpa nossa e se em alguma coisinha a culpa foi nossa, já mudamos para melhor. Avançar Portugal.


19
Set 09
Por António de Almeida, às 18:39 | comentar

-Não lhe apetece mesmo nada regressar ao passado, ao seu passado...

 

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18
Set 09
Por António de Almeida, às 14:53 | comentar | ver comentários (3)

   -Alguém no PSD ou na Presidência da República anda a fazer os impossíveis para dar ao PS uma vitória nas legislativas. Após o desaire eleitoral nas europeias, os socialistas tremeram, mas a inabilidade política da liderança do principal partido da oposição atingiu um ponto inacreditável, afastando militantes prestigiados das listas de candidatos a deputados por divergência de opinião, nelas incluindo personagens de duvidosa credibilidade política, sobre os quais recaem suspeitas de comportamento pouco abonatório, visando apenas pagar favores à tralha aparelhística. Como se isto tudo não bastasse, o guru espiritual passa a vida a criticar as agências, enquanto o partido coloca em prática a mais desastrada estratégia de comunicação de que há memória, nelas incluindo absurdas teorias de conspiração. Assim não dá, o pior será continuarmos a aturar mais algum tempo este poder socialista, onde já se erguem vozes reclamando uma perigosa e aventureira viragem à esquerda.

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17
Set 09
Por jorge, às 14:52 | comentar | ver comentários (1)

 

 

Olhando para as últimas sondagens em que o PS luta para ganhar ao PSD por alguns votos, é previsível que o mapa rosa dê lugar a um multicolorido puzzle. Aparentemente, uma multidão que em 2005 mandatou o actual governo já não confia o suficiente para repetir o acto. Porquê? A justiça não foi mexida. A educação está em pantanas. As contas públicas apresentam os piores indicadores das últimas décadas. A maior mudança da saúde foi o fecho de serviços. O estado está ainda mais presente na vida de cada um. A carga fiscal aumentou. Para que serviu então a maioria absoluta do PS? Para destruir o enorme capital de esperança que os portugueses haviam depositado num governo.

 

imagens copiadas daqui

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16
Set 09
Por António de Almeida, às 14:56 | comentar

   -Gostei da prestação televisiva de Manuela Ferreira Leite no programa dos "Gato fedorento" , onde apareceu descontraída, segura e divertida, transmitindo uma imagem de naturalidade, ao contrário de José Sócrates na véspera, cuja boa disposição pareceu algo fabricada. Se isto rende votos não sei, veremos até ao final da semana a prestação dos restantes líderes partidários.

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12
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:12 | comentar

e incompatíveis, mas as políticas não: se, por algum motivo, algum deles sair, o centrão aí estará de novo.

 

Adenda:  " Os portugueses já sabiam que  as eleições serão uma luta  entre PS e PSD", disse José Sócrates. É que o rotativismo que nos colocou neste estado miserável tem de continuar.

Até se bater no fundo ( temo que, a continuar este regabofe, não demore muito )


09
Set 09
Por Nuno Castelo-Branco, às 19:24 | comentar

 

 

O facto de alguém não ter qualquer intenção de votar num dos partidos do sistema, oferece-lhe a oportunidade única de proceder a uma análise imparcial dos debates para as legislativas.

 

Ontem à noite, o primeiro-ministro foi de longe, o vencedor num frente-a-frente que todos adivinhavam difícil, senão massacrante para o mesmo. Sócrates deve ter visionado outros debates nos quais o sempre aguerrido e provocador Louçã acabava por vencer, mercê da habitual catadupa de alegações, escândalos isolados - uns verdadeiros e outros imaginados, mas que fazem o todo - e apelo à básica inveja, sentimento de impotência e recalcamento que minam uma boa parte de uma sociedade cada vez mais empobrecida. Como dizíamos aqui e aqui, o BE é hoje uma emulação aparentemente contrária do Front National de Jean-Marie Le Pen, mas copiando-lhe a táctica e a estratégia tendente à conquista de posições. Seguindo a velha cartilha dos totalitarismos dos anos 20 e 30, o populista Conducator Francisco Anacleto Louçã tem o verbo fácil e aquela ousadia que o Dr. Goebbels tornou universalmente conhecida, ao repetir até à exaustão, suposições que se tornam indesmentíveis verdades num mundo que bastas vezes é apenas ficção criada pelo chefe extremista.

 

O primeiro-ministro parece ter compreendido aquilo que apenas a actual falta de cultura política dos nossos dirigentes deixava passar por timidez, ou pior ainda, devido a uma enraizada cobardia ditada pela coacção moral, arcaica de quarenta anos. Sócrates leu o programa do BE que no essencial, não será diferente daquele que os progenitores desta coligação - a UDP e a LCI (PSR) - propunham desde 1975. Na verdade, Louçã é um dos dirigentes mais vulneráveis à derrota em qualquer frente a frente com todos os outros chefes partidários, à excepção do simpático, prudente e rígido Jerónimo de Sousa, aliás incapaz - justiça lhe seja feita - da acintosa grosseria do seu detestado e rival companheiro de leninismo.

 

O chefe socialista apercebeu-se do essencial, ou seja, do sempre procurado objectivo de esmagamento da classe média - a famigerada burguesia -, passo primeiro para a conquista do poder total. No entanto, fica no ar a sensação de tal luz ter surgido da leitura das compilações contabilísticas e não do conhecimento da história e dos fundamentos ideológicos do universo comunizante. Sócrates não conseguiu ir mais além do que um apontar o dedo à "esquerda radical" e permitiu que Louçã tivesse ousado denominar-se como "um socialista". O Conducator do BE é um comunista dito trotsquista, a facção do PCUS derrotada pelo matreiro José Estaline e que para a história ficou como uma desvanecida possibilidade de uma diferente URSS. No essencial, a vitória do sr. Leon Trotsky pouco ou nada alteraria na construção totalitária do poder do Partido Comunista e apenas a patine intelectual emprestada pelo cosmopolita Bronstein faria a diferença. Uma marginal questão de imagem, habilmente orquestrada e branqueada num Ocidente bastante hipnotizado pela propaganda coactora da razão. Se a Louçã questionarem frontalmente se é um comunista e qual a sua opinião acerca da revolução soviética, não existirá a mais remota hipótese de fuga. O tergiversar apenas confirmará a verdade que no fundo, todos conhecem.

 

A obsessão que Louçã professa pelo aniquilar do sector bancário, obedece ao respeito canónico pelo pensamento de Lenine.  Na lógica da economia de mercado - o capitalismo a abolir -, o crédito deverá ser controlado pelo poder central, ou melhor dizendo, por aquilo que em sentido lato se designa por Partido. A táctica quase mitológica da conquista do poder por etapas - impossibilitada a "revolução" por um hoje bastante imaginário "proletariado" -, prevê o condicionamento estrangulador de todos os sectores da economia, através do simples recurso á secagem do manancial financiador da iniciativa. No nosso país, tal aconteceu logo após o 11 de março de 1975, quando a banca nacionalizada, possibilitou a  sucção dos seguros, da indústria e de boa parte do sector agrícola. Concentracionariamente controlados pelo Estado que se concebia como a face oficial do partido "do povo", os sectores de actividade viam-se despojados dos empresários, financiadores capitalistas e daquela essencial camada intermédia que organizava a produção e viabilizava o crescimento. Liquidada pela ruína, a economia capitalista passava então para a fase de adequação à quimera do Plano, essencial à padronização "por baixo" de toda a sociedade, agora refém de um ultra-minoritário sector de privilegiados "condutores das massas em direcção ao socialismo". 

 

O que se torna espantoso é o facto de nenhum dirigente - o culto e informado Paulo Portas incluído no rol - ter jamais confrontado o sr. Francisco Anacleto Louçã com o seu passado sempre tão orgulhosamente presente. O programa do BE é simples, linear e tão previsível como as fases da Lua. Uns arremedos de liberalismo da moda - as questões fracturantes que posteriormente se aniquilariam na fase de consolidação do poder e em nome da moral proletária,  tal como aconteceu na URSS, satélites do Leste, China -, servem perfeitamente para abstrair o eleitorado do núcleo duro do verdadeiro e disfarçado programa: a economia e finanças.  Louçã já imagina um país submetido ao ditame da concessão do crédito em troca da obediência e o actual estado de coisas na China aponta uma remota, mas possível via para o sucesso. De nada servirão as realidades teimosamente ditadas pelo diminuto poder de autonomia que um Portugal económica e territorialmente definhado hoje apresenta. Sonhando com a autarcia que se torna na derradeira possibilidade para um absolutismo que ainda parece ter algumas hipóteses de vigência noutras paragens de atraso social e económico  - Cuba, Coreia, Venezuela, etc - , os dirigentes do BE adoptam a pose burguesa que provisoriamente tranquiliza os da "sua classe" e elimina a inevitável suspeita que afasta o eleitorado. 

 

Pode ser  muito fácil derrotar Louçã, se houver a vontade de obter uma vitória clara, obrigando-o a dizer o que realmente pensa, quer e está escrito em páginas que testemunham uma caminhada ao longo de mais de trinta anos e impossível de esconder.  A incógnita consiste afinal, na preparação que cada dirigente terá do conhecimento da história - aquela famigerada factual serve perfeitamente -, a essencial e impenetrável armadura que garante um êxito que de tão fácil, remeterá o agressivo aspirante a ditador para o sótão das arrumações.

 


Por António de Almeida, às 12:21 | comentar

   -José Sócrates deu um importante passo rumo à vitória nas legislativas ao derrotar Francisco Louçã no debate ontem à noite na RTP1, beneficiando também das infelizes declarações de Manuela Ferreira Leite na Madeira, quando apontou a região como grande exemplo de democracia, por contraponto ao clima de asfixia democrática que se vive no Continente, segundo a líder social-democrata. Muita água irá ainda correr até dia 27, mas acredito que dificilmente o PS não será o partido mais votado e naturalmente convidado a formar governo. No entanto o cenário previsível aponta para um resultado longe da maioria, o que pressupõe uma de duas alternativas, coligação ou governo minoritário. A bem da tão apregoada estabilidade, reclamada por diversos quadrantes, o PS face à impossibilidade de coligações à esquerda, bem patentes ontem no debate, com parceiros que defendem um regresso às nacionalizações, irá certamente piscar o olho ao PSD para refazer o bloco central que ninguém afirma desejar, mas pelo qual muitos suspiram. O maior obstáculo será o clima pessoal de verdadeira guerra entre as direcções de ambos os partidos, mas se recordarmos que em 2002 os sociais-democratas também diziam de Paulo Portas o que Maomé não disse do toucinho, não custa a crer num qualquer golpe de rins na Buenos Aires, mesmo que para tal seja necessário realizar alguns ajustes na liderança, afinal o partido conta com vários quadros que não estão dispostos a continuar atravessando o deserto, quando existem possibilidades de ocupar parte dos lugares disponíveis no universo do cada vez mais tentacular Estado português. Os programas à primeira vista totalmente incompatíveis, até estão mais próximos do que muitos julgam, o PSD quer suspender e reavaliar o TGV, algo que o PS pode facilmente conceder, desde que após a "reavaliação" seja decidido avançar, o aeroporto será construído por módulos, mas construído, a AE cor de rosa poderá ver a construção de alguns troços adiados, avançando na sua maior parte. Quanto a matérias fiscais, saúde ou segurança social, com alguma cedência de parte a parte, se chegará a consenso, nem que para tal sejam necessários os bons ofícios do actual inquilino do Palácio de Belém, para quem tal cenário significaria uma real possibilidade de renovar o contrato de arrendamento que expira em 2011, por mais cinco anos.

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08
Set 09
Por Elisabete Joaquim, às 19:08 | comentar

 

To act and produce, businessmen require knowledge, the possibility of rational calculation, not "faith" and "hope" - above all, not "faith" and "hope" concerning the umpredictable twistings within a bureaucrat's head.

 

Nathaniel Branden, in «Common Fallacies About Capitalism».

música: Sócrates no país das maravilhas

06
Set 09
Por Elisabete Joaquim, às 22:51 | comentar | ver comentários (2)

Para quem não seguiu hoje a Convenção Nacional do Partido Socialista, aqui fica a sinopse:

(Sócrates combatendo o monstro do retrocesso, usando tecnologia moderna e inovadora para o efeito)
Director: José Sócrates
Writer: Igreja Nacional do Reino de Sócrates

Genre: Fantasia, Drama, Comédia

Tagline: Avançar Portugal!

Plot: The Dark Side, também conhecido por PSD, ameaça envolver Portugal na triste penumbra de uma Era pré-Magalhães, levando o país numa «via verde para o retrocesso». Sócrates, o Salvador Vindo do Futuro, é o único com o poder da Esperança que pode fazer Avançar Portugal.

Fun Stuff

Trivia:
Era o dia de anos de Sócrates e todos cantaram os parabéns.
Goofs:
Em voz-off, Almeida Santos referiu-se ao Magalhães como «as modernidades inventadas aqui pelo primeiro-ministro».
Quotes:

Jaime Gama: «O PS tem a consciência de ter feito o país Avançar. Avançar sobre o presente e Avançar sobre o Futuro».

 

Teixeira dos Santos: «O PSD quer matar a esperança!».

 

Luís Amado: «O PS nunca teve medo do mundo, o PS reabriu o país ao mundo com o coração que bate e que transforma o Universo».

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música: «When I Ruled the World»

05
Set 09
Por Jorge Ferreira, às 18:27 | comentar

José Sócrates deixou de falar a Pina Moura porque este, enquanto esteve a representar os espanhóis na administração da Media Capital não acabou com o Jornal de opinião privativo de Manuela Moura Guedes, como Sócrates desejava enquanto era tempo. Pina Moura vingou-se da desfeita, declarando-se "focado", isto é, próximo e concordante com o programa eleitoral do PSD e não do PS, partido pelo qual foi deputado da Nação em acumulação com a representação de interesses de empresas espanholas em Portugal. O grupo Prisa, dantes amigo do PSOE e de Jose Luis Zapatero, por sua vez muito amigo de José Sócrates, zangou-se entretanto com os ditos PSOE e Zapatero, porque estes deram um volumoso negócio de comunicação em Espanha a outro grupo de comunicação que não a Prisa. Vai daí toca de começar a escrever artigos contra o PSOE e Zapatero nos orgãos do grupo. Sabendo do momento delicado, judiciário e eleitoral, que o amigo lusitano de Zapatero vive em Portugal, toca de correr com Moura Guedes da pantalla, sabendo de antemão que o poderosíssimo ónus político do saneamento recairia sobre Sócrates, o especial amigo de Zapatero, ora ódio de estimação do grupo. Cavaco Silva, tomado de esperada amnésia, declarou esperar que o saneamento de Moura Guedes não tenha nada a ver com ameaças à liberdade de informação, esquecido que está do que fez o seu Governo com a RTP e o então elemento de ligação a Moniz, marido da ora saneada da TVI, quando este era Director de Informação da RTP, o ministro Marques Mendes (esse mesmo...) que, ao que consta, famas injustas certamente, tinha uma especial predilecção pela análise antecipada dos alinhamentos do telejornal.

 

Isto é uma história de pura ficção e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. E tenho mais ficções para escrever.

(publicado no Tomar Partido)


Por António de Almeida, às 11:13 | comentar

   -O João Miranda pergunta "confia neste homem" ? Na primeira metade da década de 90, Vicente Jorge Silva num editorial, classificou os estudantes que protestavam contra Manuela Ferreira Leite, como "geração rasca". Prestes a terminar a primeira década do século XXI, em rigor Portugal está a ser governado por um político rasca. Apenas um tolo poderá confiar em alguém que apresenta uma versão do Classmate como o primeiro computador português, um estudo encomendado como relatório tipo OCDE ou bombas de calor como painéis solares, para me focalizar apenas em episódios recentes.

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04
Set 09
Por Nuno Castelo-Branco, às 19:11 | comentar

 

 O caso da semana e da abertura da campanha eleitoral, é sem qualquer hesitação, o do saneamento de Manuela Moura Guedes. Jamais concordei com um certo tipo de jornalismo personalizado por aqueles que hoje denominados de pivots, se arrogam do direito que ultrapassa largamente a irreverência ou o atrevimento compatíveis com uma informação livre.  

Todos se recordarão de episódios mais ou menos pitorescos de um arrivismo "para se salientar", protagonizados por uma Maria Elisa, Paula Moura Pinheiro ou Margarida Marante. Agressividade e elementar falta de educação ou mera cortesia, começaram a tornar-se num hábito que ia ao encontro da mole de espectadores à espera de uns "valentes bofetões" em qualquer um dos imaginados poderosos que regem os nossos destinos. Passando sobre a deplorável e por vezes patética prestação da sra. Judite de Sousa (Seara)- a eterna e medrosa louvaminhas da esquerda caviar -, o que hoje temos, não consiste num vulgar render da guarda no telejornal da TVI que aos poucos se foi transformando numa sucursal de lavandaria de bairro. Nada disso.

 

O que está por detrás deste verdadeiro saneamento, é a poderosa, corruptora e prepotente mão estrangeira que muito bem tem gerido o processo de intervenção dentro das nossas fronteiras. Não é por acaso que quase trimestralmente surgem notícias de sondagens dentro e fora de portas, no sentido de inquirir acerca da vontade dos "ibéricos" em atingir a unificação peninsular. Imaginemos procedimentos destes por parte de Berlim, visando a independência austríaca! Impensáveis e suscitadores de ruidosa ressonância internacional, mesmo tratando-se da Áustria, um país completamente alemão. 

 

Não se trata de uma rotineira paranóia de um punhado de lusitanos agarrados à memória de perdidas glórias nacionais, mas de uma realidade bem palpável e tão mais acintosa porque evidente, repetida e cada vez mais brutal e desavergonhada. Sondagens que consistem num claro desprezo e insulto à soberania nacional - sem a mínima reacção governamental portuguesa -, tentativas claras de alargamento do controlo espanhol sobre as nossas águas - a sempre presente ameaça de anexação das Selvagens por abandono de Lisboa -, a pressão na NATO que visa ir retirando as tradicionais atribuições próprias de um dos membros fundadores, ou para não nos alongarmos, a descarada propaganda que chega ao ponto de ser transmitida pela televisão do Estado, a RTP, onde um programa Prós e Contras passa mais de duas horas a esgrimir argumentos todos eles coincidentes no sentido da "irreversibilidade" da perda da independência nacional, desta vez disfarçada pela chamada União Europeia. Os "empresários de sucesso", os novos agentes do gesticulado futuro em comum, fazem agora as vezes dos políticos que na sombra ficam, evitando reacções prejudiciais por parte de um eleitorado que subitamente pode tornar-se mais atento.

 

A TVI é hoje propriedade do Partido Socialista Operário Espanhol - PSOE -, talvez o mais desleal, corrupto, mafioso, prepotente e inepto partido socialista da Europa ocidental. Possui um longo e vergonhoso currículo de péssima gestão da unidade de Espanha e as suas cúpulas oriundas dos tempos da Transición, foram sendo eliminadas por acusação de participação em todo o tipo de negócios obscuros, conspirações e ilegalidades. Sabemos como terminou o consulado do senhor Felipe González, afundado num mar de lama, agiotagem e habilidades económicas na alta finança plutocrática. Desleal aos compromissos internacionais - a NATO, por exemplo -; desleal ao próprio eleitorado pela evidente dependência face à grande finança; desleal ao preceituado constitucional, por permitir a subversão interna. Conhecemos hoje o escandaloso trabalho de sapa que Zapatero apascenta aos que pretendem destruir as instituições, abrindo o caminho a todo o tipo de aventuras cujo fim, de tão conhecido e repetido pela história, é previsível. 

 

A mão suja, compradora e pesada do PSOE já chegou à capital portuguesa, impondo as regras de um jogo inaceitável. Pior que tudo, parece servir de condicionador do calendário daquilo que é ou não oportuno noticiar, indo ao encontro dos seus hipotéticos pares locais. A verdadeira questão a colocar, é saber se o Partido Socialista Português, num  momento difícil da sua luta pela manutenção do poder,pediu directamente ajuda a Madrid. Se assim foi,  transformou-se num simples ramo regional do PSOE, desta vez  ibérico na plenitude da expressão. Precisamos de saber a verdade que todos adivinham sem o dizer. 

 

Nos tempos da união dualista de 1580-1640, Portugal possuía moeda própria, alfândegas, um império ultramarino governado por lusitanos, esquadra da Coroa de Portugal, leis nacionais, uma burocracia de Estado autóctone. Comparativamente, hoje trazemos nos bolsos moedas com a efígie de João Carlos, comemos e vestimos espanhol, vemos as nossas águas reivindicadas pelos vizinhos, resignamo-nos ao aniquilamento dos nossos centros urbanos pela especulação imobiliária Made in Spain e finalmente, além de termos antigos governantes ao serviço dos interesses económicos vizinhos,  acatamos uma prolixa legislação que formalmente gizada em Bruxelas, serve antes de tudo, os interesses de quem nos vê como uma dependência de terceira ordem. Pelo sacrifício da sua quase milenar independência, Portugal consiste na derradeira oportunidade de manter a já velha unidade espanhola que parece desmoronar-se, devido ás exigências de autonomias onde impera uma grosseira cacicagem devorista que na Europa não tem paralelo. Se por aqui há quem se queixe dos nossos pequenos potentados regionais, aquilo que em Espanha se passa, transcende até ao absurdo, a imaginação mais delirante. A mediocridade, arrogância e boçalidade da classe política vizinha é de pasmar e para tal, bastar-nos-á visionar os telejornais e debates da TVE.

 

Quer queiramos ou não, na TVI as ordens são hoje berradas em espanhol. Para que todos percebam quem manda!

 


Por António de Almeida, às 10:18 | comentar

 -Para se perceber um pouco melhor as suspeitas que recaem sobre o governo.

 

 

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Por António de Almeida, às 09:32 | comentar

  -A ordem para calar Manuela Moura Guedes terá partido de Espanha, a Prisa é próxima do PSOE, existem mais ligações descritas em posts anteriores. De repente lembrei-me disto.

 

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30
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 18:34 | comentar

Sendo uma grande verdade que o Estado se transformou " numa máquina ao serviço do poder ", não é menos certo que essa transformação começou a dar os primeiros passos em épocas anteriores - assistimos, isso sim, à continuação desse trabalho transformador. E isso da " prepotência de uma maioria absoluta que não soube aproveitar as excelentes condições que teve para governar soa-me a " déjà vu ". O historial da prática governativa anterior, do mesmo modo, leva a ter um pé atrás.

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Por jorge, às 02:03 | comentar | ver comentários (1)

Ontem, José Sócrates chamou a si a luz, secando as trevas em seu redor:

«O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou hoje que nas próximas eleições legislativas estará em jogo uma escolha entre duas mundivisões, entre o progresso e a modernidade dos socialistas, e outra retrógrada e conservadora.» Público 29.08.2009

 Se «progresso e a modernidade dos socialistas» é

  • Projectos PIN
  • Ajustes directos
  • Os contratos dos contentores de Alcântara
  • Financiamento dos computadores Magalhães
  • Fundação das Telecomunicações para as Redes Móveis
  • Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso
  • Auto-estradas 57 por cento mais caras do que as propostas iniciais»
  • Salvar bancos
  • Armando Vara na CGD
  • Jorge Coelho na Mota Engil
  • Financiamento partidário: 1 milhão de euros em dinheiro vivo
  • Ajuste directo: Governo finta limites
  • As aulinhas de inglês e o caso da empresa Know How
  • Projecto de leis sobre locais para piercings
  • Legislar sobre a quantidade de sal no pão
  • Ninjas da ASAE e controladores da ERC
  • Entrar na intimidade daqueles que não querem os deveres e direitos do casamento

então eu prefiro a mundivisão «retrógrada e conservadora».


28
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 03:41 | comentar | ver comentários (1)

às políticas que nos conduziram ao país do pântamo e da tanga ( regresso não, afinal não saímos daí: cada vez nos enterrámos mais nas areias movediças, e cada vez foi ficando menor a tanga ),sem o rasgo e uma nova visão que lhes foi requerida quando neles os portugueses confiaram para os levar por novos caminhos, esgotada que está esta via,, tentando, assim, sair do ramerrame fatídico em que andamos há tempo demasiado.Assim, nunca mudaremos de rumo...

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27
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 17:48 | comentar

" em equipa que ganha não se mexe  ", mas há aqueles que querem inovar defendendo que se não deve mexer em equipa que já deu todas as provas e mais uma de que com ela o país perde sempre, que é um desastre. Já há tempos achei uma bizarria quando ouvi Ângelo Correia defender uma ainda maior aproximação do PSD ao P.S- vejo que não está só neste papel de casamenteiro desastrado.

E, se vencer esta linha aí teremos nós os que escrevem no Simplex juntinhos aos que o fazem no Jamais - vai ser bonita a festa pá! Porreiro!


24
Ago 09
Por Jorge Ferreira, às 01:48 | comentar | ver comentários (2)

O PS ama o ajuste directo. Adora. Pela-se. Se o PS pudesse ganhava as eleições por ajuste directo. O PS não gosta de correr riscos, nem de ter desilusões. Um concurso público é um contratempo indigno da estabilidade chavista, moralesiana, do PS. Sabe-se lá se quem ganha obedece depois a ordens? Uma maçada em três actos. O que espanta é a clareza e a indiferença geral perante tanta desfaçatez no ajuste directo entre o partido e o Estado. Há quem entre no Estado pelo partido, modo clássico do clentelismo lusitano. E há agora quem no partido pelo Estado. Foi o caso de Manuel Caldeira Cabral.

 

(publicado no Tomar Partido)

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23
Ago 09
Por António de Almeida, às 22:16 | comentar | ver comentários (1)

   -Por momentos pensei que Augusto Santos Silva, Manuel Pinho ou Vital Moreira fossem socialistas, e que o SIMplex fosse um blogue de apoio ao PS. Equivoquei-me.

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Por António de Almeida, às 20:10 | comentar | ver comentários (3)

  -O objectivo de José Sócrates é trazer os problemas e anseios da juventude portuguesa à campanha, por isso escolheu como mandatária Carolina Patrocínio. Conheçam-na um pouco melhor.

Via O insurgente

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22
Ago 09
Por Jorge Assunção, às 01:30 | comentar | ver comentários (3)

Por isso mesmo, nas dezasseis páginas das bases programáticas do PS, anunciadas a 26 de Julho, não tem uma única referência à Justiça. Também no artigo do primeiro-ministro publicado pelo "Jornal de Notícias" a 10 de Agosto, não há uma palavra sobre a Justiça, definitivamente uma área não fundamental para o PS. Ilustres apoiantes do PS escreveram mesmo estas últimas semanas sobre os ganhos de eficácia já obtidos durante esta legislatura que os portugueses teimam em não ver. Socorrem-se dos relatório do CEPEJ (Conselho da Europa para a Eficiência da Justiça), organização internacional que atesta o êxito da reforma de Justiça em curso, esquecendo o pequeno pormenor de que o CEPEJ é uma organização intergovernamental. Como tal, todos os seus relatório estão baseados unicamente na informação que lhes dá o nosso Governo e são aprovados previamente pelo nosso Governo (através dos seus legítimos representantes no CEPEJ). Definitivamente, o CEPEJ não é o Eurostat da Justiça. Depois abundam as estatísticas do Ministério da Justiça que mostram a suposta diminuição das pendências. Mas aí esquecem-se de que houve uma mudança de base na série estatística resultante das pendências que o Governo proibiu de darem entrada. Na verdade, se olharmos os dados de 2000 a 2005, e eliminarmos as pendências referentes aos assuntos agora proibidos de darem entrada em tribunal pelos planos de descongestão, não existem nenhuns ganhos de eficácia. A diminuição de pendências verificada desde 2006 foi bem inferior ao esperado pelas medidas extraordinárias inseridas nos planos de descongestão.


19
Ago 09
Por jorge, às 03:03 | comentar | ver comentários (3)

 

A banda sonora dos Piratas das Caraíbas, perdão, do tempo de antena do PS (prestar atenção após o minuto 6:41) e a digladiação pelos tesouros de uma legislatura.


18
Ago 09
Por Samuel de Paiva Pires, às 02:19 | comentar | ver comentários (5)

 

Foreword de Anthem, escrito em Abril de 1946:

 

"The greatest guilt today is that of people who accept collectivism by moral default; the people who seek protection from the necessity of taking a stand, by refusing to admit to themselves the nature of that which they are accepting; the people who support plans specifically designed to achieve serfdom, but hide behind the empty assertion that they are lovers of freedom, with no concrete meaning attached to the word; the people who believe that the content of ideas need not be examined, that principles need not be defined, and that facts can be eliminated by keeping one's eyes shut. They expect, when they find themselves in a world of bloody ruins and concentration camps, to escape moral responsibility by wailing "But I didn't mean this!"

 

Those who want slavery should have the grace to name it by its proper name. They must face the full meaning of that which they are advocating or condoning; the full, exact, specific meaning of collectivism, of its logical implications, of the principles upon which it is based, and of the ultimate consequences to which these principles will lead.

 

They must face it, then decide whether this is what they want or not."

 

Como é normal na sua escrita, esta é mais uma daquelas passagens extremamente assertivas, envolventes e poderosíssimas. E tendo o acima exposto em mente, aplaudo quando defensores da escravidão como o PCP, mesmo que alegadamente combatentes pela liberdade - aquela que Cunhal queria tirar aos portugueses substituindo a ditadura salazarista por outra de cariz comunista -, estes nem sequer fazendo parte daqueles que se escapam à responsabilidade moral pelas atrocidades cometidas em nome da sua ideologia, mostram aquilo que realmente são ao defenderem a total nacionalização da banca comercial. Por outro lado, Sócrates e o actual Governo PS continuam a incessante caminhada rumo à crescente dependência de toda a sociedade em relação ao Estado que cada vez mais se confunde com o partido rosa. Todos eles grandes combatentes pela liberdade, anti-fascistas e que dispensam lições de democracia seja de quem for.

 

É tão simples quanto aquilo que Rui Ramos há tempos escrevia: "Os caminhos da liberdade são muitos e misteriosos. Mas talvez só à direita se possa perceber isso. Fui para a direita para ser livre".


(este é o 10.º post de uma série intitulada Em nome da liberdade, no Estado Sentido).


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