13
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:46 | comentar | ver comentários (3)

nem vê-lo. Podemos dizer que tudo está como dantes...

Uma promessa, quanto a mim, claro, começou a desenhar-se no horizonte, saibam os seus dirigentes geri-la;  mesmo nas Autárquicas o CDS cresceu em número de mandatos, e o facto de continuar com uma Presidência de Câmara só, não é muito significativo, num país que funciona como todos sabemos.

Choca-me que tanto Autarcas - com duas honrosas excepções, que eu tenha ouvido,: Rui Rio e Fernando Seara - ( e logo por aí se vê o gabarito das pessoas...), como jornalistas, na noite das contagens, mas também aqui na Blogosfera, não tenham aludido ao papel do Partido na conquista das presidências onde foram coligados. Só lhes fica mal, muito mal.

As coisas têm de ser bem cimentadas, para não ruírem estrondosamente, e todos os que votaram no CDS, tornando-o num partido em evidente ascensão, têm o direito de exigir seriedade e trabalho aos seus dirigentes.

Daqui a algum tempo - veremos se quatro, se dois anos, como alguns prognosticaram -cá estaremos de novo a pedir um novo rumo...

Até lá!


10
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:39 | comentar | ver comentários (2)

a pensar no quão desastroso é o Poder Local?O quanto ele tem sido o responsável pela ruína de um país que tinha regiões bem características, deixando que dele se fizesse um manto de retalhos, feio, porco e mau para se viver?

Ainda me lembro como eram as freguesias em redor antes desta ascenção de patos bravos de que fala o Miguel. A minha vila natal era uma coisa linda de se ver , não muito diferente disto. Os empreiteiros, com o imprescindível apoio desse famoso Poder Local tornaram-na quase irreconhecível. Oiço muitos lamentos daqueles que a conheceram como era antes. Falar da " proximidade " das populações só pode, mesmo, ser brincadeira.


08
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:44 | comentar

das que, geograficamente, me estão próximas, para deitar as mãos à cabeça. Arrepiante. Vestiram a camisola que lhes deram há já mais de trinta anos, e não olham para ver se, entretanto, ela deixou de lhes servir. Adoptaram-na " para a vida e para a morte ", e pronto. Sem sentido crítico, aceitam tudo o que lhes dizem aqueles que lhe deram a dita camisola. E, claro, que estes esfregam as mãos de contentes... Só precisam de arranjar quem se preste ao serviço, pouco abonatório, de manter o povo sereno...; e, pelo meio, vão ameaçando: " se despires a camisola que te demos, estás desgraçado; nós somos o dono do terreiro, e retiramos-te o tapete".


07
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 00:16 | comentar | ver comentários (3)

diz o Daniel, para fazer frente a esta praga que empesta o país. Penso que o remédio está aqui ( trata-se, ainda, de uma tentativa de esboço ): aproximar mais o poder local das pessoas - o Municipalismo.


06
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 12:45 | comentar | ver comentários (4)

E último. Porque, quando olho à minha volta, vejo tanta lama, tanta chantagem descarada, pessoas que se vendem por um prato de lentilhas, que a única coisa que tenho para dizer é que tenho vergonha de viver neste país.


05
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 16:28 | comentar

Auto-estima? Orgulho Nacional?

     Hoje mesmo me dizia António de Almeida que pouco se fala no Tratado de Zamora, ao que só soube responder que um povo que não " ouve " o seu passado...

Vive-se, ninguém o nega, uma " cultura do vazio ", em que não há lugar para nos determos um pouco no país que já fomos, e que esta gente que agora nos governa tudo faz para que esqueçamos. Concordo totalmente com o que diz Vasco Graça Moura, quando vê " nesta baixa  auto-estima nacional uma consequência directa do « divórcio dos portugueses em relação a realidades como a sua língua e o património ». Para o poeta e ensaísta, « enquanto não houver políticas de educação mais exigentes, o país não tem saída". "Portugal está cada vez mais transformado num país de analfabetos em relação ao seu próprio país. Acho lamentável que tudo isto se passe assim, com a literatura transformada numa espécie de papel higiénico e os próprios políticos a correr atrás da primeira moda com que se lhes acene ».

 

Também aqui, a começar por aqui, aliás, é urgente mudarmos de rumo. Essa a primeira obrigação de quem dirige um país: a educação, e todos nós veremos que temos muitas razões para ter uma auto-estima alta - sendo que a condição primeira é que os politiqueiros que temos, campeões da corrupção, a quem só interessa o bem estar próprio, sem que em nada lhes interesse o bem-estar, visto como um todo, da Nação,  passem a ser políticos, nos quais nos possamos rever, sem termos de passar pela vergonha que nos infligem diariamente.

 

Assim, como estamos, não há auto-estima que aguente.

 


04
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:38 | comentar

Chego aqui via O Insurgente, e depois roubo este discurso

 

 

ao Direito de Opinião. Só uma imaginação muito, mas muito grande, pensará o Presidente Checo um Eurocéptico; a questão agora é: será que os " democratas " o não vão obrigar a mudar de posição?


Por Cristina Ribeiro, às 12:03 | comentar | ver comentários (2)

a Europa vai ser mesmo porreira?Um porreirismo que nos vai levar todos a votar, acabando com a abstenção - tão eloquente que ela tem sido, a mostrar o quanto as pessoas se encontram longe dos negócios de Bruxelas- Agora vai ser tudo um mar de rosas? É que ficámos com a sensação de que só faltava isso para nos sentirmos no melhor dos céus. Mostrem, agora, o que valem.


03
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 21:16 | comentar | ver comentários (4)

Tão descarada ela se tornou, mas ver, escrito preto no branco, que, num ano, Portugal desceu 4  posições na lista dos países menos corruptos é sempre desmotivador.

Mas com tantos Isaltinos, Felgueiras e Torres....

Mais desmotivador ainda quando se sabe que muitos deles são premiados pelos eleitores.


02
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:37 | comentar

Aquando do primeiro apontamento sobre o  Poder Local, o senhor que se segue, trouxe à colação, na caixa de comentários, o " slogan ", muito difundido em outdoors espalhados pela cidade « É Bom Viver em Braga » :  é bom, sim senhor, para quem vive no centro, rodeado de coisas bonitas feitas num passado, mais ou menos pretérito, ou para quem, como eu ( aos fins- de-semana ) vive perto desse centro; mas se vivesse nos bairros mais periféricos, onde a beleza não assentou arraiais, onde se vive em prédios inóspitos, sem que o verde - essencial à tal " vida boa " abunde, duvido mesmo muito que dissesse o mesmo.

 


01
Out 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:56 | comentar

mas não;  é por tudo. Que os que estão a cuidar da res publica têm de arrepiar caminho: para nevoeiro, já basta o que basta.

 

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30
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:21 | comentar | ver comentários (3)

 já posso dizer o que penso " deste " poder local - uma treta, um desastre, mais a nível das Câmaras Municipais, porque quando se fala das Juntas de freguesia, a proximidade com a população é, por via de regra, maior, o que, na prática -pelo menos quando a freguesia é pequena, a pontos de quase todos se conhecerem- redunda numa maior participação, ainda que indirecta - para já, esperemos! -

Também aqui urge mudar de rumo.

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29
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 15:29 | comentar

/"porque o CDS sai destas eleições como um partido da extrema-direita parlamentar. Afirmou-se com uma cultura de extrema-direita europeia, algo que até contraria a cultura histórica da direita portuguesa". Eu bem digo que " estes romanos estão loucos ". Numa coisa concordo com o líder do partido do outro Portas: a coligação seria suicidária, sim, mas para o CDS.

música: I

28
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 18:17 | comentar

" para crescer o CDS/PP não pode nem deve ceder à tentação do poder, mas apenas estar aberto a negociar medidas concretas, sem perder de vista as promessas eleitorais, de contrário voltará aos tempos do táxi "; escreveu António de Almeida na caixa de comentários do Estado Sentido -  ora a alusão a esta abertura, realista que ela é,parece-me muito distante daquele " sujar de mãos ", que tanto vaticinaram ontem, aqui mesmo na blogosfera, como nódoa inevitável. Manter-se fiel ao tal " caderno de encargos ", tentando influenciar sempre que possa um socialismo serôdio a que ainda estamos condenados, parece-me  tarefa de aplaudir, desde que não haja desvios , em nome de fins inconfessáveis, até porque, como diz a Luísa, na mesma caixa,  " Tem agora a hipótese de se tornar o líder da oposição de «direita» e de crescer muitíssimo, perante o saco de gatos que é o PSD ".

Só podia ser, pois de contentamento a reacção à declaração do líder do mesmo CDS, na sequência, aliás, das declarações de Diogo Feio e Ribeiro e Castro, de que "Continuaremos a ser a melhor oposição ao governo socialista", disse, mas uma "oposição firme e responsável, que tem como único critério de avaliação o programa que foi sufragado e a fidelidade ao nosso caderno encargos". O caminho de actuação ficou traçado: "proporemos todas e cada medida nosso programa, e avaliaremos a resposta dos outros. Quanto às propostas dos outros, avaliaremos em função do nosso caderno encargos". Antes, já Portas tinha avisado que a "arrogância" de Sócrates "terá de dar lugar ao espírito de compromisso e à cultura de negociação" tudo em prol de que " em Portugal haja, como em toda a Europa, um grande partido não-socialista, directo, frontal e corajoso".

 

* Ler Ricardo Arroja, no Portugal Contemporâneo

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27
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 22:33 | comentar

quem votou CDS, é o que esperamos. Estas declarações de Diogo Feio , e, também, de Ribeiro e Castro, são música para os seus eleitores. Que assim seja, conscientes de que não aguentamos que entrem por caminhos sinuosos.

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Por Cristina Ribeiro, às 14:58 | comentar | ver comentários (2)

e não estou muito convicta que tal aconteça agora - mais um tempo de deserto, talvez, oxalá!, com alguns oásis à vista - , receio que seja assim.

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Por Cristina Ribeiro, às 00:52 | comentar | ver comentários (4)

eis que a constipação bate à porta. Leio como mau prenúncio para o país.


25
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 20:28 | comentar | ver comentários (4)

 " Ao fim de 35 anos de votos "úteis", Portugal tem a sua Economia completamente de rastos e, pior, com previsões de agravamento da situação ainda em algumas áreas (como o emprego, p.ex.) e de uma recuperação global muitíssimo lenta e difícil. Não será altura de os portugueses começarem a votar de outro modo? " A resposta a este apelo. Patético, porque então poderemos perguntar: porque é que não fizeram uma oposição útil?


Por Cristina Ribeiro, às 14:46 | comentar

mas foi, também, roubado aqui

             

             "  Uma Ideia Quase Municipalista

 

Como convictos municipalistas acreditamos que a melhor governação resultará de um auto-governo onde todos, de algum modo, participarão directamente da gestão das coisas comuns. Onde os interesses de todos, mas também os de cada um, sejam olhados com a mesma objectividade e onde impere o consenso na busca das soluções e nunca a ilusória maioria dos votos. Constantemente nos interrogamos como atingir tal desiderato. Não falta quem advogue a complexidade da ideia e a sua inexequibilidade. Sobretudo num sistema como o existente, de democracia representativa, onde o voto – mesmo que de uma minoria – ganha foros de única verdade. Um pequeno artigo de opinião, subscrito pelo professor universitário António Cândido de Oliveira e publicado no jornal “Público” de 26 do pretérito mês de Agosto, abriu-nos um caminho. Não é, ainda, municipalismo, muito longe disso. Mas é, digamos assim, um pouco dele, e perfeitamente exequível no âmbito deste sistema representativo. Capaz, apesar de tudo e por muito pouco que seja, de contrariar o caciquismo e a prepotência e de estancar ou, pelo menos, de diminuir a corrupção que grassa no poder local. Facilmente se reconheceriam, então, os pequenos ditadores de campanário e, quem sabe, não contribuiria até para evitar estas vergonhosas e sucessivas recandidaturas dos mesmos de sempre, incapazes de se desapegarem do poder. Propõe o autor do artigo que as Assembleias Municipais – e também, nada o impede, as de Freguesia – passem a reunir, não apenas as vezes que a Lei determina (5 vezes por ano, as Municipais e 4 as de Freguesia) mas algumas mais vezes. Pela nossa parte proporíamos, pelo menos, uma reunião mensal – digamos antes e em termos práticos eliminando Agosto, 11 vezes por ano - em sessão convocada pelo respectivo presidente, que tem poderes para isso, aberta à população, tendo em vista o debate dos variados assuntos de carácter local. O autor entra em pormenores que me parece desnecessário transcrever, mas que têm um interessantíssimo sentido prático. Quando, noutro lugar, defendemos que as populações saberiam, com maior ou menor dificuldade, encontrar um processo de colocar em campo a filosofia municipalista, não nos enganámos, como se vê. Muitas mais ideias surgirão, estamos certos, sempre no sentido da democracia directa, a real e verdadeira democracia "

. Publicada por PORTO DA LIBERDADE


24
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 12:37 | comentar

é a única coisa que se me oferece dizer, ao ler isto..... Quem fracassou mais do que este partido, a quem, incompreensivelmente - por mais que se tente entender - os eleitores se preparam para pôr novamente no governo

Delírio colectivo?

A febre chegou, e o resto (? ) de vergonha, que pudesse haver,ainda, evaporou-se definitivamente.


23
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 13:51 | comentar

É sempre a mesma coisa: Há quem comece a falar do tal voto útil . " Asfixia democrática " é também a tentativa, reiterada, de pretender esvaziar o outro partido

E estas são as asfixias que muito afligem os portugueses, como diz Portas: "verdadeiras asfixias" que o País sente: a de quem quer emprego e não tem, a do peso dos impostos, a do aumento da criminalidade, a asfixia da desvalorização da agricultura, do caos e indisciplina nas escolas, dos jovens que emigram, dos idosos que vivem com pensões de 240 euros por mês. Portas, que espero não faça " fretes ao PS ",  como jura.

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Por Cristina Ribeiro, às 00:29 | comentar

depois de no jantar terem sido expostos cenários de um futuro negro, em que ninguém tem ilusões sobre a politização do " povo contentinho ", que se queixa do mau governo que tem, como mostra à saciedade este post, mas que as sondagens ( eu sei que elas erram, mas...) elevam ao governo do contentamento de tantos sondados ( como?!? ), e só a leitura deste artigo me faz renascer a esperança no discernimento da outra parte de portugueses: Esta é a hora de reforçar a nossa força política. Sem vacilar, e contra as sondagens.

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21
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 19:18 | comentar

Nesta altura, os DOIS líderes ( e as outras pessoas que os rodeiam, como MRS ) deviam concentrar esforços para que o PSD e CDS tivessem, juntos, o melhor resultado; porque apesar das notórias diferenças entre os dois partidos, neste momento é o que mais diferente temos do partido que nos está a afundar.

Enquanto não houver melhor...

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20
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 09:47 | comentar | ver comentários (2)

que já vem de trás, é uma chantagem inadmissível em democracia, Professor. E os resultados da divisão dos votos pelos " rotativos " aí estão.. Não que tenha uma confiança cega nos outros, mas ainda tenho esperança, e ceder a esssa chantagem, não. Votar por convicções...


19
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 21:32 | comentar | ver comentários (5)

Hoje ao almoço, um irmão pegou na ironia dos seis meses de Manuela Ferreira Leite, para dizer, a sério, a uma irmã mais nova que se diz de Bloco de Esquerda, mas que gosta muito de " caviar ", que todos os que como ela vão votar no sr. Louçã por uma questão de moda apenas, porque é  o que está a dar , sem saberem, portanto, o porquê de tal voto, que era muito bem feito que vivessem seis meses " sob a pata " deles.


18
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 15:42 | comentar | ver comentários (1)

Seria um regresso ao PREC e quem leu o que então se viveu não iria querer assistir à " reprise "...


17
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 18:02 | comentar | ver comentários (1)

parece que o povo português está muito contentinho com o estado em que se encontra o país. Deus meu, que asneiras mais terá de fazer este governo para que se caia na real?

 


16
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 11:58 | comentar | ver comentários (2)

Com este cenário, com as medidas catrastóficas do BE, é muito previsível a fuga dos empresários para o Estrangeiro, onde ninguém é suicida nem inconsciente, e então esperemos que os políticos estejam preparados para criar empregos.


15
Set 09
Por Cristina Ribeiro, às 20:35 | comentar

Acho, pois, uma idiossincrasia, uma bizarria, que numa democracia que já alguém considerou adulta, a alternância governativa se faça, desde sempre, entre dois partidos de matriz comum - o normal numa democracia autêntica é que ela se faça entre partidos ideologicamente distintos, como, por exemplo na Alemanha, em que a rotatividade tem sido feita com recurso a um partido social-democrata ( SPD ) e a outro que, verdadeiramente, o não é ( CDU / CSU ).

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