04
Out 09
Por Ricardo Cataluna, às 22:30 | comentar

Ainda há gente dentro do PSD que não percebeu o que é que se passou no passado dia 27. Para quem ainda não percebeu, Manuela Ferreira Leite deixou de ser líder do PSD nessa mesma noite. Ponto. Pode levar mais ou menos dias a sair, mas a sua liderança ficou irremediavelmente compremetida. Só uma liderança muito trapalhona perde umas eleições para este PS, ainda mais nas circunstâncias sociais, económicas e até políticas.

Ver figuras destacadas do partido defenderem a continuidade de Manuela Ferreira Leite, é como dizer que se vai para Londres no Titanic. Ninguém leva a sério.

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24
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 18:45 | comentar

Ontem cruzei-me, por mero acaso, com uma entrevista de Medina Carreira dada à Antena 1, há pouco mais de um ano. Apesar de distante, as palavras do ex-ministro das Finanças permanecem crua e duramente actuais e reais. Em meia duzia de minutos consegue explicar a forma de fazer política em Portugal. E o caro leitor, quer que tudo continue na mesma?

 


22
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 11:21 | comentar

Twitter durante a tarde de ontem (versão resumida): Direita - Cavaco é Deus; Esquerda - Cavaco devia ser atirado de uma falésia num carro em chamas.

E é isto que se discute na véspera de eleições legislativas.

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante.


20
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 12:58 | comentar

TGV. Asfixia democrática. O Fascismo vem aí! Os espanhóis não mandam nisto! Devia haver uma aliança à esquerda. Devia haver uma aliança à direita. A política de direita que nos governa há 30 anos. Nos últimos 14 anos, 11 são de maioria socialista. A licenciatura de domingo. As casas de Sócrates. A impreparação de Ferreira Leite. Louçã contra os ricos e os PPR's. O Presidente acha que está a ser escutado. Jornalistas que fazem fretes ao poder político. Jornais que divulgam mails de outros jornais. Bloggers, muitos deles com cabeça, despejam azedume e fanatismo. Os comentadores despejam azedume, fanatismo, e estão cada vez mais profissionais. Sócrates veste-se bem e tem ideias. Ferreira Leite não se veste bem e não tem ideias. Sócrates é sexy. Ferreira Leite não.

Regra geral, as discussões na campanha eleitoral não andam muito longe disto. As campanhas eleitorais estão cada vez mais profissionais, esquizofrénicas e com requintes de malvadez. Na última semana, quantas vezes ouvir falar da acção política de Sócrates durante a legislatura? Quantas vezes ouviu falar de Desemprego, Economia, Política Fiscal, Justiça, ou  Educação?

O caro leitor identifica-se com este estado de coisas na política portuguesa?

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante.


15
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 22:12 | comentar

Estas declarações de João Soares não só são de uma deselegância evidente, como revelam a sobranceria com que encara as próximas legislativas. Vindo de quem vem, devia ter mais cuidado. Foi essa atitude que lhe custou a derrota com Santana Lopes. Às vezes a história repete-se, mesmo que os protagonistas não sejam os mesmos.

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante


13
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 10:29 | comentar

Não aprecio o estilo do líder madeirense, mas reconheça-se a obra e a legitimação eleitoral que recebe há 35 anos.Não há Media neste país que não nutra por ele antipatia e que o acuse, com toda a legitimidade, de ser um ditador e de viver numa teia caciquista.

Contudo,  também no continente há pequenas Madeiras, locais onde o caciquismo é regra e o espaço para a discussão democrática exíguo. E não é por isso que recebem por parte dos Media a atenção ou as críticas destinadas ao arquipélago. Porventura, não terão os milhões nem a frontalidade de Jardim. Mas não quer dizer que não existam e que não tenham tantos ou mais defeitos. De norte a sul do país, da esquerda à direita, há outras Madeiras por aí. Só falta quem lhes preste atenção.

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08
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 11:44 | comentar

É só para relembrar umas coisas. Ler aqui.


07
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 13:27 | comentar | ver comentários (1)
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04
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 16:29 | comentar

1. Não aprecio o estilo de Moura Guedes, nem os notíciários que apresenta. Uma das maravilhas do mercado é a concorrência: quando não gosto do que vejo na TV, mudo de canal. De resto, o Jornal de Sexta foi, muito provavelmente, mais benéfico para José Sócrtaes do que se pensa: permitiu a vitimização permanente do PM durante meses, até porque Moura Guedes goza de muitas inimizades na política e nos Media ( já agora, Santa Hipocrisia a de alguns jornalistas). A Campanha Negra foi o principal tema de muita da política de Sócrates, especialmente na segunda metade do seu (longo e penoso) mandato. Basta recordar o beija-mão permanente e uma certa histeria anti-imprensa (desde que criticasse o PS) que dominou o último Congresso de Espinho.

Esta decisão de cancelar o Jornal Nacional, ainda com muitas informações desencontradas e por esclarecer, é péssima para Sócrates e para o PS. Mesmo que ele não tenha nada a ver com o assunto, o que não acredito, até pelo que já se escreveu por aqui.

Sócrates tem tanto jeito a lidar com a imprensa crítica do seu trabalho como o Nuno Gomes tem na hora de acertar na baliza. E agora caem-lhe todas as suspeitas em cima, por culpa do próprio PM. É a vida.

 

2. Talvez fosse uma boa altura para discutir a linha editorial dos Media portugueses. Pessoalmente, preferia que se assumissem e declarassem, claramente, quem apoiam ou não apoiam, como acontece com os principais jornais espanhóis. Sempre era preferível do que assistir a lições de pseudo-independência e pseudo-jornalismo dadas por aqueles que não têm legitimidade para as dar.

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante


01
Set 09
Por Ricardo Cataluna, às 23:55 | comentar

A entrevista desta noite à RTP1 correu muito bem a Sócrates. O PM tem uma habilidade para transformar qualquer conversa num monólogo decorado ao limite. A imagem e a mensagem passam sem grandes problemas.

O problema é que Sócrates fala como se não tivesse sido Primeiro-Ministro: parece que não diabolizou os professores, que o desemprego não aumentou, e que nem sequer estamos mais pobres do que há 4 anos. A culpa é sempre dos outros, as virtudes são todas dele.

Um Primeiro-Ministro que teve condições excepcionais de governabilidade e que desaproveitou esta legislatura para fazer reformas estruturais, não merece uma segunda oportunidade. Só é pena que não haja uma alternativa à altura.

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante.

 


30
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 19:42 | comentar

Aconselho a leitura deste post de Paulo Gorjão.


24
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 15:46 | comentar | ver comentários (2)

Esta notícia anuncia uma medida que até pode estar carregada de boas intenções. Mas numa altura em que se fala da possibilidade da Presidência estar a ser espiada; quando temos um Primeiro-Ministro que nunca concentrou tanto poderes na área da segurança como Sócrates; numa altura em que se fala de medo na administração pública e em diversos sectores da sociedade portuguesa; quando estamos a pouco mais de um mês de eleições; a notícia do Correio da Manhã é muitíssimo preocupante.

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante.


21
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 16:18 | comentar

A entrevista de Manuela Ferreira Leite à RTP não trouxe nada de novo. A líder do PSD continua igual a si própria. Falta pouco mais de um mês para as legislativas e a campanha tem sido de um vazio confrangedor. Aguardemos pelo programa do PSD. Até é compreensível que ela queira que o mesmo seja curto e objectivo, em oposição ao estilo espectacular e irrealista de Sócrates. Mas os portugueses não lhe levariam a mal, certamente, um pouco de audácia e de arrojo. Algo que mobilizasse o eleitorado e o país. Apresentar o que se pode cumprir é correcto, mas ficar-se pela ideia do depois logo se vê, sabe a pouco.

A campanha do PSD não se pode basear na ideia: Não gostam de Sócrates? Querem mais quatro anos de PS? Então votem Ferreira Leite. Afinal, estamos a eleger o governo para os próximos quatro (difíceis) anos. Não estamos a escolher o melhor sabonete ou o detergente da roupa mais adequado.

 

Texto também disponível n' O Bom Gigante.


18
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 12:24 | comentar | ver comentários (5)

O i de hoje traz um interessante artigo sobre Formação Profissional. Falta o outro lado: sabia que um desempregado que frequente um curso conta, para efeitos estatísticos, como estando a trabalhar? Para quando uma investigação sobre os inúmeros cursos que não servem para nada? O que fazer com os chamados cursistas, pessoas que vivem dos cursos de formação? O que fazer com as empresas de formação que levam meses a pagar a formadores e formandos, quando pagam? Poderia colocar muitas mais perguntas.

A Formação Profisional em Portugal precisa de uma profunda reforma, que passe por mais exigência e mais critério na distribuição dos dinheiros para a formação. A Formação não pode ser mais do que uma forma de mascarar os números do desemprego. Não nos iludamos: a nomeação Vieira da Silva para dirigir a campanha do PS não é inocente.


15
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 21:52 | comentar

"É com alguma tristeza que vejo que não há renovação, não há abrangência e que há um recuo na linha definida por Luís Marques Mendes. Não escondo que não tenho uma total identidade com a linha que tem vindo a ser seguida pela actual direcção nacional do PSD."

 

Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à revista Única do Expresso, publicada hoje.

 

Via Delito de Opinião

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10
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 16:55 | comentar | ver comentários (1)

Lembro-me de um dia em que cheguei à escola e fui falar com a directora. Havia a forte possibilidade de dar aulas nesse estabelecimento de ensino, o que não veio a acontecer. Cumprimento a senhora e a primeira coisa que me diz, logo a seguir ao bom dia da praxe, foi o seguinte: aqui,  a escala é entre o dez e o vinte. Não se trata de um caso isolado. Muitas outras escolas fazem o mesmo. Há que cumprir estatísticas, custe o que custar. Casos de alunos que passam de ano com oito negativas multiplicam-se a cada dia que passa.

No seguimento do conceito de escola inclusiva, estamos a assistir à ascensão da escola produtora de diplomas. Mesmo para quem não merece. Se o princípio da escola inclusiva é positivo, (o  acesso ao Ensino é essencial) o direito ao canudo é algo muito problemático. É um desrespeito para com o trabalho de alunos que se esforçam. Vamos pagar muito caro, se é que já não estamos a pagar, pela impreparação dos nossos alunos. Razão tinha Manuel Pinho quando, numa visita à China, disse que os baixos salários dos trabalhadores portugueses era um bom motivo para investirem Portugal. Se os nossos trabalhadores são cada vez mais mal preparados, não se pode exigir muito. Todos temos responsabilidades: Governo, Sindicatos, Escolas, ... A Exigência é uma palavra que não faz parte do nosso sistema de Ensino e Formação e tem de passar a fazer.

A política de educação do PS, apesar de ter tomado algumas decisões positivas, baseou-se nisto: aliciou pais e alunos com computadores e diabolizou professores. Ponto. E a Educação é muito mais do que isto.


06
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 23:55 | comentar | ver comentários (21)

Alguém acha, muito honestamente, que a RTP cumpre a sua missão de serviço público? Programas como o Preço Certo em Euros ou a Febre da Dança, para não ir mais longe, são exemplos que a estação deve seguir? O que faz a RTP para se diferenciar dos seus parceiros privados? O que é que a RTP oferece que não tenhamos acesso em canais por cabo? Que sentido faz mantê-la sobre a alçada do Estado?

Este é um dos muitos aspectos em que PS e PSD são iguaizinhos: na oposição agitam bandeiras contra a governamentalização da estação pública; no poder, usam e abusam do seu poder de influência.  

Não é correcto que se continuem a injectar milhões de euros a fundo perdido para alimentar uma máquina que acrescenta muito pouco do ponto de vista cultural (veja-se este exemplo), e que mais não é do que a propaganda elevada ao espectáculo televisivo? Contudo, honra seja feita à Rádio pública que, apesar de tudo, consegue fazer melhor.

Não tenhamos ilusões: entre todos os partidos vão chover propostas para reformar a RTP, mas a vontade de aplicá-las será nula. Para quê? Ganhar inimigos em jornalistas, directores e agentes culturais que vivem da teta estadual? O Estado português é tão paternalista que até sabe o que é que gostamos de ver na televisão. Pensa ele que sabe...

 

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04
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 18:07 | comentar | ver comentários (3)

A Educação foi, talvez, a área de acção governativa que causou mais polémica. A actual ministra até implementou medidas cujo alcance é positivo para o comum dos mortais: ensino do Inglês, aulas de substituição, escola a tempo inteiro, …

Contudo, as coisas começaram a aquecer com questões como o Estatuto da Carreira Docente ou a Avaliação dos Professores. Porventura, o Ministério estava convencidíssimo de que ia ser canja avançar com estas propostas: os professores devem ser a classe profissional mais desunida e desorganizada neste país. Ao contrário de economistas, advogados ou engenheiros, os professores não têm Ordem, mas têm mais sindicatos do que o FC Porto tem jogadores emprestados.

Todavia, e pela primeira vez desde que há memória, os professores uniram-se e saíram à rua. E com razão já que foram achincalhados. Apenas lamento que só o tenham feito nessa altura e por razões que têm a ver, sobretudo, com os seus interesses. Deviam-se ter manifestado contra o facilitismo, a indisciplina, os inenarráveis programas, o Magalhães (um projecto com um princípio positivo mas com muitas “anomalias”), a TLEBS, entre outros aspectos.

Uma oposição responsável percebe que é impossível reformar a Educação sem os professores do seu lado, mas também tem de fazer ver a esta classe que é impossível que todos cheguem ao topo da carreira. A avaliação é, com o devido respeito, a ponta do icebergue. Estou certo que, com serenidade, será possível chegar a um modelo de avaliação sério, simples e eficiente. Depois falta o resto. E o resto é que é importante.

 


03
Ago 09
Por Ricardo Cataluna, às 00:22 | comentar | ver comentários (1)

O Governo Sócrates tem aspecto de filme já visto. Apesar de pretender mostrar-se com um perfil diferente do seu antecessor socialista, o actual Executivo, teve, em termos práticos, resultados muito aquém do esperado, tendo em conta as excelentes condições de governabilidade: maioria na assembleia, um Presidente cooperante, boa imprensa, entre outros aspectos.

O estilo de Governação Sócrates é diferente do de Guterres. Este último era um homem cordato, apologista do diálogo, mas dava a imagem de alguém sem o pulso para liderar. Sócrates apareceu com uma imagem contrária: determinado, forte, um líder incontestado, que fazia a delícia de comentadores. Na essência, os Governos Sócrates e Guterres partilham o mesmo ADN. E isso vê-se nos resultados finais: hoje estamos pior do que estávamos há quatro anos. A propaganda e as inúmeras medidas anunciadas (e não cumpridas) são a marca de um Governo que promete imenso, que faz anúncios atrás de anúncios, mas, no essencial, deixa ficar tudo na mesma.

O Estado, para o PS, e de certo modo também para o PSD actual, é a solução para todos os problemas. Mas esquece-se de que deve reformá-lo. Nas coisas realmente difíceis e essenciais, vem ao de cima o Guterrismo de Sócrates. Veja-se o recuo nalgumas medidas após a derrota nas Europeias. Deste modo, pode-se dizer que o Governo Sócrates é o representante máximo de uma espécie de Guterrismo Musculado: fala com voz grossa, bate o pé, solta o animal feroz, mas nos momentos críticos, fraqueja.

No mundo do Cinema costuma dizer-se que, regra geral, a sequela de um filme é pior do que o original. Já tivemos uma sequela de Guterres e o país não se pode dar ao luxo da sequela de Sócrates ser o actual PM. Sempre pior do que o antecessor, sempre a protelar as reformas fundamentais, e Portugal a continuar na cauda da Europa. É por tudo isto que precisamos de um novo rumo.

 


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