27
Set 09
Por vitorjesus, às 21:14 | comentar

As pessoas têm tanto medo de retaliações que, ao pôr a cruzinha, não arriscaram e votaram PS.

 

É o resumo efectivo da campanha.


22
Set 09
Por vitorjesus, às 17:31 | comentar

No fundo há uma guerra civil em Portugal. A história dos sobreiros conservadores nas ultimas eleições são uma brincadeira para o que se anda a passar agora.

 

Aliás, acho que começo a dar razão a MFL quando fala da asfixia democrática. Apetece dizer que "ela lá saberá do que fala". Porque admitindo que um partido despede jornalistas, o outro usa-os para uma campanha do mais baixo nível que há memória. É que ela é parte deste sistema.

 

A guerra que começou com o Freeport/SLN já está demasiadamente descontrolada para manter a regra de ética de não se discutir abertamente em campanha estes assuntos. Foi um gesto nobre de todos os políticos (excepção à roubalheira de Vital Moreira, obviamente).

 

A guerra civil de influências já não pode ser contida. E é uma pena porque, se não fossem estes podres, a campanha eleitoral até estaria interessante e construtiva. Esta história de notícias encomendadas e directores do (ex-sagrado) Público a editarem mentiras é algo que nunca imaginaria possível de acontecer. Até pela imbecilidade e primarismo que manifestam. De tal forma que também achei que era "um disparate de Verão".

 

Cavaco Silva tem de se explicar -- sem deixar dúvidas -- porque, e digo mais com a emoção do que com a razão, ainda vai sendo o último reduto de credibilidade.

 

É preferível um presidente fraco e ingénuo que não controla o seu staff do que um presidente falso e mesquinho que alinha nestas estratégias tão imbecis quanto obscenas.


15
Set 09
Por vitorjesus, às 15:31 | comentar

Foi um bom Governo (2), Por André Abrantes Amaral

 

Impostos elevados representam um outro problema além de entregarmos uma parte do nosso salário para o Estado: privam-nos de soluções. (...) Se temos menos dinheiro disponível para irmos aos médicos que queremos e colocarmos os filhos nas escolas que escolhemos, prepararmos a nossa reforma como desejarmos melhor, o Estado também fica sem muita saída.

 

Com impostos altos o Estado fica impossibilitado de receber mais receitas. As escolas públicas ficarão piores, os hospitais não melhoram, as listas de espera para os cuidados médicos aumentam, as pensões de reforma descem e os governos futuros ficam impotentes para agir. Para fazer o que quer que seja.

 
O que é que o optimismo de Sócrates nos traz?

 


14
Set 09
Por vitorjesus, às 23:22 | comentar | ver comentários (2)

- o POUS quer acabar com o desemprego
- o MEP quer que as pessoas sejam felizes
- o PND quer círculos uninominais
- o MMS quer acabar com a corrupção
- o PNR está contra o politicamente correcto e a insegurança, cuja raiz
está nos imigrantes
- o PTP quer jornalistas nos tribunais a fiscalizar os tempos de espera
dos processos e que as crianças tenham cuidado com a internet mas antes
passem o tempo a fazer contas em casa.
- o PPM quer valorizar a pessoa humana e um choque fiscal
- o FEH defende a aproximação da política às pessoas, incluindo uma
espécie de regicídio
- o MPV quer voltar a proibir o aborto


Por vitorjesus, às 17:25 | comentar

Há muita coisa que se pode nacionalizar. Não sabia era que o futebol era uma delas.

Suspeita-se que os estrategas do PS estejam neste preciso momento a procurar no programa do PSD palavras como "bola", "árbitro", "onze" ou "chuteiras". Se não encontrarem nada, suspeita-se que irão suspeitar que o PSD quer privatizar o futebol.


Por vitorjesus, às 13:11 | comentar | ver comentários (1)

Vi o debate apenas ontem à noite e tenho de confessar que há menos um indeciso no eleitorado. Não sou eu.

 

Por pontos, por nenhuma ordem em especial e tentando ser o mais imparcial possível:

 

- É abissal a diferença de postura entre José Sócrates (JS) e Manuela Ferreira Leite (MFL): uma é estadista, outro acorda a pensar em "medidinhas"; uma discute política de alto nível, outro distribui rebuçados; muito pessoalmente, um é apoucado porque até chega a dar a sensação de que nem percebe aquilo que diz, outra é excessivamente confiante.

 

- a saída do "orfão" de MFL roça o mau gosto; mas ficou-lhe bem pela espontaneidade e despreocupação com que diz estas coisas. MFL não quer agradar a ninguém; JS só quer agradar.

 

- JS vinha preparado para discutir o programa do PSD. MFL vinha preparada para responder às perguntas. Deu a sensação de que não se preparou como se achasse (como disse ao principio) que a sua vida politica, profissional e pessoal foi um treino para o que aí vem.

 

- Curiosamente, e não tinha pensado nisto até ler este post do Rodrigo Adão da Fonseca no Jamais, o programa do PSD está a ser dos mais analisados; já o do PS, à excepção da ridícula medida dos 200eur por bebé e os TGVs, ninguem sabe muito bem o que lá anda. No fundo é perigoso, e os outros partidos, particularmente o PSD, deveriam fazer este trabalho.

 

- A resposta à questão da dupla candidatura de Alberto João Jardim convenceu-me. De facto, quem dali sair primeiro ministro, não irá ocupar um lugar de deputado. Já a questão de António Preto continua a ser uma pedra no sapato.

 

- Muito francamente, não consigo ver MFL a fazer melhor na Educação. Aliás, imgino-a altiva e arrogante, estoicamente ignorando tudo e todos e com guerra civil à porta. Pior: MFL cultiva esta ideia de não ceder à opinião pública até ao limite do irrazoável.

 

- Sócrates atacou, atacou, atacou; MFL não defendeu, limitou-se a responder às perguntas e a esclarecer com a calma de quem não tem nada a esconder. Diria mesmo: com a calma de de quem vê em JS (no mínimo) um neto que não sabe o que diz nem o que faz.

 

- A questão, logo à partida do "nós não combinamos falar disso" (ou coisa assim) teve muita piada.

 

- Desmistificou-se a privatização do SNS (em certa medida) e outras inverdades. Curiosamente, MFL teve uma saída com a qual concordo: a estratégia do PS parece ser a de criar FUD (Fear, Uncertanty and Doubt). Qualquer coisa como "Tenham medo, muito medo, desta direita que quer destruir o Estado Social e privatizar até as pedras da calçada."

 

- Quanto à questão das mudanças de opinião de MFL, há dois aspectos. Efectivamente, MFL mudou de opinião e explicou que contextos diferentes exigem medidas diferentes. É verdade, embora tenha soado a frágil. Em segundo lugar, tive a clara sensação de que MFL iria dizer, a qualquer momento, que não se respnsabilizava pelo governo de Durão Barroso. Quase o fez, quando disse que "eu nunca fui primeira-ministra".

 

- Já a questão dos espanhois e do TGV foi uma surpresa para todos. A julgar pelas reacções do outro lado da fronteira, a carapuça serviu. Já quanto às portagens nas SCUTs, a explicação de que agora não adianta nada não encheu.

 

- De forma geral, pareceu-me ter sido o confronto entre uma máquina eleitoral e a espontaneidade. De um lado, uma senhora que tanto se lhe dá como se lhe deu ser eleita; do outro, o desespero de alguém que vive de votos e se alimenta de poder.

 

Sim, isto é o mais imparcial que consigo ser.


10
Set 09
Por vitorjesus, às 18:33 | comentar | ver comentários (1)

Para Carlos Santos, no Simplex, as políticas de Finanças públicas de Manuela Ferreira Leite, defendendo a redução da despesa, têm as seguintes consequências:

 

1. Falências em série de PMEs porque deixam de ter o Estado como cliente.

2. Despedimentos massivos na função pública.

3. Destruição total do Estado Social.


08
Set 09
Por vitorjesus, às 21:13 | comentar | ver comentários (4)

Estarão os meus olhos a ver um José Sócrates a dar uma tareia que mete dó a Francisco Louçã... no campo da demagog..., perdão, das medidas sociais?

 

aditamento:

Nem tanto, mas quer-me parecer que o BE acabou de perder o segundo dígito.


Por vitorjesus, às 16:23 | comentar | ver comentários (1)

Teoria Simplex das luvas inglesas:

 

O próprio José Sócrates criou o rumor de haver confirmação das luvas, por parte da polícia inglesa, para assim poder acusar Paulo Rangel de ter usado as suas recentemente adquiridas influências europeias de querer difamar José Sócrates.

 

Ao que o PSD acrescentou "Só o PS é que ganha com este caso."

 

É que é mais ou menos assim que o Simplex anda a explicar o cancelamento do Jornal Nacional.


07
Set 09
Por vitorjesus, às 18:01 | comentar | ver comentários (1)

Só ficava bem a MFL uma espécie de pedido de desculpas do género "Olhem, nem reparei que o carro era do Estado."

 

É que, das duas uma: ou foi mesmo assim e até se dá um desconto, ou então não foi e MFL começa a parecer uma espécie de pequena ditadora que nem se digna a comentar estes assuntos, de tão acima da política a sua mente se encontra.

 

Espero bem que esta segunta hipótese não seja a explicação. É que ela até é compatível com a ideia de a Madeira ser um "bastião da democracia"...



Por vitorjesus, às 14:59 | comentar

Em termos absolutos, José Sócrates foi e será um primeiro-ministro medíocre: carácter e ideologias à parte, vê a política como um acto de gestão e o país como uma Empresa. Falta-lhe "estadismo" e visão. Mas não se entenda que a crítica é exclusiva a Sócrates: Manuela Ferreira Leite, a avaliar pelo programa do PSD, também não será melhor, embora -- justiça seja feita -- se vislumbre bem mais visão e estratégia de Estado, particularmente quando diz que há Estado a mais na sociedade.

 

Penso ser esta a ideia de João Miranda quando fala em medidinhas (um termo muito feliz) do PS nesta legislatura. O inglês, os Magalhães, o apoio às bombas solares, as novas oportunidades, etc., são medidinhas que, basicamente, consistem em andar a correr atrás de grandes empresas ou a anunciar freebies para obter mais votos. Não servem para nada a não ser gastar dinheiro público onde não interessa.

 

Alias, os 150000 empregos que (quase) criou foram à custa destas medidinhas que não têm sustentação nem geram verdadeiro emprego.

 

Para José Sócrates, ser primeiro-ministro consiste em fazer micro-gestão do país.

 

Querem um exemplo do que serve estas medidinhas?

Qimonda Solar na falência após anúncio da salvação


03
Set 09
Por vitorjesus, às 13:47 | comentar | ver comentários (1)

O Jornal Nacional da TVI, da Manuela Moura Guedes, foi suspenso.

 

A partir deste momento, vale tudo para tirar aquele homem de lá.


01
Set 09
Por vitorjesus, às 15:51 | comentar

O João Galamba finalmente percebeu a ideia. Agora falta o glimpse:

 

Escreve o Rodrigo: "O PSD defende um modelo económico que desonera as empresas, em especial, as PME, mas num plano de igualdade de oportunidades, com medidas transversais que aproveitam a todos". O meu problema com esta passagem é que ela é neutra entre soctores de actividade e entre opções estratégicas (...).

 

Eu não diria melhor.

 

(deixo a seguinte questão em aberto: onde nos levou tanta "aposta", tanta "estratégia", tanta "visão" e tantos PINs?)

 


Por vitorjesus, às 13:46 | comentar | ver comentários (2)

Até agora, e em termos de outdoors, o PP está a ser agradavelmente sóbrio e certeiro.

  

Mas tendo em conta esta compilação de prioridades feita pelo João Miranda, o programa do CDS/PP é uma espécie de entroncamento com umas 20 entradas em que todos os veículos acham que têm prioridade.


31
Ago 09
Por vitorjesus, às 22:47 | comentar | ver comentários (4)

Confesso que não sei como classificar este tipo de comentários, mas estarão algures entre o revoltar-me e o meter-me nojo.

 

É certo que MFL cada dia que passa me surpreende mais, entre más surpresas (e.g., António Preto) e boas surpresas (e.g., "a asfixia do Estado").

 

Mas acho nojento que se leia no programa do PSD, ou nas palavras de MFL, o fim do Estado Social ou a privatização da Segurança Social.

 

É que des-estatizar o País e deixar privados colaborarem com o Estado em funções "sociais" não é defender o fim das funções de solidariedade do Estado. É, antes, aceitar o Estado Social como uma conquista civilizacional (e é essencialmente à Esquerda que o devemos) mas que é necessário disciplinar e, eventualmente, remodelar.

 

Haja decência.


Por vitorjesus, às 14:39 | comentar | ver comentários (4)

"Estão a comprar a paz com os professores por um preço que o país não pode pagar", Maria de Lurdes Rodrigues

(DE, hoje)

 

O caminho que a Ministra da Educação fez está correcto. E ela tem razão na frase de cima. É contudo complicado tentar fazer o balanço dos 4 anos. Bem espremidos, a Educação ficou igual e ganhou-se uma guerra corporativa.

 

Ou melhor: quase igual. Estes quatro anos ensinaram que as corporações são bem mais fortes do que se imaginavam. Mas é este o caminho que um Governo responsável deve tomar. O Governo que vier a seguir deve saber usar as lições aprendidas.

 

Aliás, sinto-me até na obrigação de louvar Sócrates por nunca ter desapoiado a ministra quando era muito fácil ganhar 10 000 votos com um estalar de dedos.


28
Ago 09
Por vitorjesus, às 13:44 | comentar | ver comentários (3)

diz Helena Garrido no DE:

O mesmo erro comete o PSD com a promessa de acabar com as taxas moderadoras nos internamentos e cirurgias.  (...) é totalmente irracional eliminar uma taxa na Saúde, que todos sabemos está com uma tendência quase exponencial de crescimento dos custos.

 

Admito que é questionável se a Saúde deva ser tendencialmente gratuita e universal. Mas é o ordenamento que temos e deixemos essa discusao para outra altura.

 

Convem é não confundir taxas com pagamentos. Uma taxa, principalmente uma dita "moderadora", não serve para pagar o serviço, serve para moderar (!) o acesso, ou seja, disciplinar o uso de um bem que se pretende gratuito.

 

Dito isto, e atendendo a que nao percebo como é que alguem é internado sem necessidade, recomendo a essa senhora que pense um pouco mais naquilo que escreve.


Por vitorjesus, às 11:57 | comentar

"O PS vai construir o TGV; o PSD vai parar o TGV. Quem quiser viver no século XXI vota PS; quem quiser ficar no século XIX vota PSD. É Simplex."

Leonel Moura, Simplex

 

 


13
Ago 09
Por vitorjesus, às 03:49 | comentar

notas:

- em tempos de férias + silly season, não há inspiração para mais

- texto recebido por email

 

Taxes are complicated… So, tell them in terms they might understand,like beer drinking. Suppose that every day, ten men go out for beer and the bill for all ten comes to $100. If they paid their bill the way we pay our taxes, it would go something like this:

 

The first four men (the poorest) would pay nothing.

The fifth would pay $1.

The sixth would pay $3.

The seventh would pay $7.

The eighth would pay $12.

The ninth would pay $18.

The tenth man (the richest) would pay $59.

 

So, that’s what they decided to do. The ten men drank in the bar every day and seemed quite happy with the arrangement, until one day, the owner threw them a curve. ’Since you are all such good customers, he said, ‘I’m going to reduce the cost of your daily beer by $20.

 

Drinks for the ten now cost just $80.

 

The group still wanted to pay their bill the way we pay our taxes so the first four men were unaffected. They would still drink for free. But what about the other six men – the paying customers? How could they divide the $20 windfall so that everyone would get his ‘fair share?’ They realized that $20 divided by six is $3.33. But if they subtracted that from everybody’s share, then the fifth man and the sixth man would each end up being paid to drink his beer. So, the bar owner suggested that it would be fair to reduce each man’s bill by roughly the same amount, and he proceeded to work out the amounts each should pay. And so:

 

The fifth man, like the first four, now paid nothing (100% savings).

The sixth now paid $2 instead of $3 (33% savings).

The seventh now pay $5 instead of $7 (28% savings).

The eighth now paid $9 instead of $12 (25% savings).

The ninth now paid $14 instead of $18 (22% savings).

The tenth now paid $49 instead of $59 (16% savings).

 

Each of the six was better off than before. And the first four continued to drink for free. But once outside the restaurant, the men began to compare their savings.

 

‘I only got a dollar out of the $20,’declared the sixth man. He pointed to the tenth man,’ but he got $10!’ ‘Yeah, that’s right,’ exclaimed the fifth man. ‘I only saved a dollar, too. It’s unfair that he got ten times more than I!’ ‘That’s true!!’ shouted the seventh man. ‘Why should he get $10 back when I got only two? The wealthy get all the breaks!’ Wait a minute,’ yelled the first four men in unison. ‘We didn’t get anything at all. The system exploits the poor!’

 

The nine men surrounded the tenth and beat him up. The next night the tenth man didn’t show up for drinks, so the nine sat down and had beers without him. But when it came time to pay the bill, they discovered something important. They didn’t have enough money between all of them for even half of the bill! And that, boys and girls, journalists and college professors, is how our tax system works. The people who pay the highest taxes get the most benefit from a tax reduction. Tax them too much, attack them for being wealthy, and they just may not show up anymore. In fact, they might start drinking overseas where the atmosphere is somewhat friendlier.

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02
Ago 09
Por vitorjesus, às 23:31 | comentar

Começo a minha participação aqui na casa com um plágio descarado a um post do Valupi no Aspirina-B. É que, compreendam-me, o Valupi esqueceu-se de uma linha e enganou-se ao escrever numa das linhas.

 

Segundo uma sondagem SIC/Expresso/Renascença, as tendências de voto no fim de Julho são as seguintes:

 

33% dos eleitores vai votar num partido que pensa que sabe governar.

31% dos eleitores vai votar num partido que não tem programa para governar.

10% dos eleitores vai votar num partido que se recusa a governar.

9,4% dos eleitores vai votar num partido que só sabe governar.

8,5% dos eleitores vai votar num partido que não se imagina a governar.

 

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