18
Ago 09
Por Cristina Ribeiro, às 23:59 | comentar | ver comentários (4)

 

João Franco, a quem Fontes Pereira de Melo incitou a ser «sempre um homem de bem», cunharia, durante a campanha para a fundação do Partido Regenerador Liberal, o termo « rotativismo», que viria a entrar de novo no léxico político, passado tanto tempo; como os Bourbons em França, os políticos em Portugal nada esqueceram e nada aprenderam.


Por zedeportugal, às 19:07 | comentar

retiradas do website do Serviço de Informações de Segurança (SIS).

 

 

O SIS está directamente dependente do Primeiro-Ministro, que controla, tutela e orienta a acção dos serviços de informações, sendo a sua actividade superiormente conduzida pelo Secretário-Geral do SIRP, através do Director-Geral. ... (página SIS)

 

A lei comete ao SIS a exclusividade da produção de informações de segurança para apoio à tomada de decisão do Executivo. ... (página Missão)

 

O direito fundamental à segurança possui duas dimensões: uma dimensão negativa, que se traduz num direito subjectivo à segurança, num direito de defesa perante eventuais agressões dos poderes públicos; uma dimensão positiva, que se traduz num direito à protecção através dos poderes públicos contra as agressões ou ameaças de outrem. ... (página Missão/SI/Segurança Interna)

 

Para a prossecução dos objectivos cometidos ao SIRP, a lei define a orgânica do Sistema, criando os seguintes órgãos de coordenação e consulta, e de fiscalização:
O Primeiro-Ministro, que controla, tutela e orienta a acção dos serviços de informações, preside ao Conselho Superior de Informações, nomeia e exonera o Secretário-Geral do SIRP, bem como os Directores dos serviços de informações, e mantém especialmente informado o Presidente da República; ...
(página SIRP)

 

Significado de transcrever


Por Jorge Assunção, às 18:50 | comentar | ver comentários (6)

A propósito das eleições europeias, José Teles, no Corta-Fitas, referia a excessiva presença de professores nas listas do PCP. Ontem, quando tive acesso à lista para as legislativas do Bloco de Esquerda, não pude deixar de relembrar-me desse post. Porquê? Vejamos:

 

O Bloco, nos 19 círculos eleitorais referentes a Portugal, apresenta professores como cabeças de lista em 6 deles (Açores; Beja; Castelo Branco; Faro; Guarda; Vila Real) e noutros 6 aparece um professor no segundo lugar da lista (Braga; Bragança; Coimbra; Leiria; Madeira; Viana do Castelo). Ou seja, em 19 círculos eleitorais, os professores conseguem, em 12 deles, ter um dos seus num dos dois primeiros lugares da lista. Nada mal! De resto, no total, em 223 canditatos efectivos, 48 são professores, cerca de 21%.

 

Posso não gostar das reformas na educação executadas por Maria de Lurdes Rodrigues, mas não deixo de reconhecer que o sentido da 'mudança' que alguns professores parecem preferir, implica que nenhuma reforma significativa na educação será feita sem o desconforto de boa parte da classe.


Por António de Almeida, às 18:31 | comentar | ver comentários (1)

   -O governo apostou na requalificação do parque escolar como forma de combater a crise, utilizando o ajuste directo na contratação dos prestadores de serviço, em vésperas de campanha eleitoral, mas quem garante aos portugueses que não foram contratados os amigos, ou generosos financiadores do partido? Por outro lado esta forma de intervenção do Estado na economia promove a mendicidade do empresário perante o poder político, tão do agrado dos socialistas, e também há que dize-lo, de alguns empresários e grupos económicos, amantes do corporativismo, para quem a concorrência é um empecilho.

tags:

Por Jorge Assunção, às 16:14 | comentar

 

Não sei se é propositado, mas as chamadas de atenção na página do Diário Económico são, digamos, engraçadas. Numa primeira nota, ajudam-nos a descobrir, através da opinião de analistas, quais os sectores e as acções que vão subir mais até ao fim do ano. Para, logo na nota a seguir, avisarem-nos que que seguir os conselhos dos analistas é receita para perder dinheiro. A qualidade da nossa imprensa económica está equiparada à qualidade da política económica seguida pelos nossos governantes.


Por zedeportugal, às 15:19 | comentar | ver comentários (5)

O clima psicológico que se vive no Palácio de Belém é de consternação e a dúvida que se instalou foi a de saber se os serviços da Presidência da República estão sob escuta e se os assessores de Cavaco Silva estão a ser vigiados, confessou ao PÚBLICO um membro da Casa Civil do Presidente. ...

 

(Presidência da República teme estar a ser vigiada, São José Almeida, 18.08.2009, Público)


Por zedeportugal, às 13:02 | comentar

 

 

 

A propósito do post de Samuel Pires, "Em nome da liberdade - Ayn Rand e os colectivistas", ali um pouco mais em baixo.

 

Imagem picada daqui.

tags:

Por Ricardo Cataluna, às 12:24 | comentar | ver comentários (5)

O i de hoje traz um interessante artigo sobre Formação Profissional. Falta o outro lado: sabia que um desempregado que frequente um curso conta, para efeitos estatísticos, como estando a trabalhar? Para quando uma investigação sobre os inúmeros cursos que não servem para nada? O que fazer com os chamados cursistas, pessoas que vivem dos cursos de formação? O que fazer com as empresas de formação que levam meses a pagar a formadores e formandos, quando pagam? Poderia colocar muitas mais perguntas.

A Formação Profisional em Portugal precisa de uma profunda reforma, que passe por mais exigência e mais critério na distribuição dos dinheiros para a formação. A Formação não pode ser mais do que uma forma de mascarar os números do desemprego. Não nos iludamos: a nomeação Vieira da Silva para dirigir a campanha do PS não é inocente.


Por Samuel de Paiva Pires, às 02:19 | comentar | ver comentários (5)

 

Foreword de Anthem, escrito em Abril de 1946:

 

"The greatest guilt today is that of people who accept collectivism by moral default; the people who seek protection from the necessity of taking a stand, by refusing to admit to themselves the nature of that which they are accepting; the people who support plans specifically designed to achieve serfdom, but hide behind the empty assertion that they are lovers of freedom, with no concrete meaning attached to the word; the people who believe that the content of ideas need not be examined, that principles need not be defined, and that facts can be eliminated by keeping one's eyes shut. They expect, when they find themselves in a world of bloody ruins and concentration camps, to escape moral responsibility by wailing "But I didn't mean this!"

 

Those who want slavery should have the grace to name it by its proper name. They must face the full meaning of that which they are advocating or condoning; the full, exact, specific meaning of collectivism, of its logical implications, of the principles upon which it is based, and of the ultimate consequences to which these principles will lead.

 

They must face it, then decide whether this is what they want or not."

 

Como é normal na sua escrita, esta é mais uma daquelas passagens extremamente assertivas, envolventes e poderosíssimas. E tendo o acima exposto em mente, aplaudo quando defensores da escravidão como o PCP, mesmo que alegadamente combatentes pela liberdade - aquela que Cunhal queria tirar aos portugueses substituindo a ditadura salazarista por outra de cariz comunista -, estes nem sequer fazendo parte daqueles que se escapam à responsabilidade moral pelas atrocidades cometidas em nome da sua ideologia, mostram aquilo que realmente são ao defenderem a total nacionalização da banca comercial. Por outro lado, Sócrates e o actual Governo PS continuam a incessante caminhada rumo à crescente dependência de toda a sociedade em relação ao Estado que cada vez mais se confunde com o partido rosa. Todos eles grandes combatentes pela liberdade, anti-fascistas e que dispensam lições de democracia seja de quem for.

 

É tão simples quanto aquilo que Rui Ramos há tempos escrevia: "Os caminhos da liberdade são muitos e misteriosos. Mas talvez só à direita se possa perceber isso. Fui para a direita para ser livre".


(este é o 10.º post de uma série intitulada Em nome da liberdade, no Estado Sentido).


subscrever feeds
Agosto 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9





pesquisar blog
 
Links
A arte da fuga
A barbearia do senhor luís
A cagarra
A casa de sarto
A casa dos comuns
A caveira vesga
A caverna obscura
A civilização do espectáculo
A destreza das dúvidas
A educação do meu umbigo
A grande alface
A janela do ocaso
A natureza do mal
A origem das espécies
A outra varinha mágica
A revolta das palavras
a ritinha
A terceira noite
A textura do texto
A voz do povo
A voz nacional
A voz portalegrense
As escolhas do beijokense
As penas do flamingo
Abrigo de pastora
Abrupto
Às duas por três
Activismo de sofá
Admirável mundo novo
Adufe
Água leve
Água lisa
Alcabrozes
Alianças
Aliança nacional
Alinhavos
Almocreve das petas
Apdeites v2
Arcadia
Arde lua
Arrastão
Aspirina b
Atuleirus
Avatares de um desejo

Bar do moe, nº 133
Blasfémias
Bem haja
Berra-boi
Bic laranja
Bicho carpinteiro
Binoculista
Bissapa
Blogo social português
Blogotinha
Blogs e política
Blogue de direita
Blogue da sedes
Blue lounge
Boca de incêndio
Boina frígia
Braga blog
Branco no branco
Busturenga

Cabalas
Caixa de petri
Caixa de pregos
Câmara corporativa
Campos da várzea
Canhoto
Cão com pulgas
Carreira da í­ndia
Causa liberal
Causa nossa
Centenário da república
Centurião
Certas divergencias
Chá preto
Charquinho
Cibertúlia
cinco dias
Classe polí­tica
Clube das repúblicas mortas
Clube dos pensadores
Cobrador da persia
Combustões
Confidências
Congeminações
Contingências
Controversa maresia
Corta-fitas
Criativemo-nos
Crónicas d'escárnio e mal dizer

Da condição humana
Da literatura
Da rússia
Dar à tramela
Dass
De vexa atentamente
Der terrorist
Delito de opinião
Desconcertante
Desesperada esperança
Do portugal profundo
Dois dedos de prosa e poesia
Dolo eventual
Duas cidades
Duas ou três coisas
2 rosas

Eclético
É curioso
e-konoklasta
Em 2711
Elba everywhere
Em directo
Encapuzado extrovertido
Entre as brumas da memória
Enzima
Ephemera
Esmaltes e jóias
Esquissos
Estrago da nação
Estudos sobre o comunismo
Espumadamente
Eternas saudades do futuro

Faccioso
Falta de tempo
Filtragens
Fôguetabraze
Foram-se os anéis
Fumaças

Gajo dos abraços
Galo verde
Gazeta da restavração
Geometria do abismo
Geração de 80
Geração de 60
Geração rasca
Gonio
Governo sombra

Há normal?!
Herdeiro de aécio?!
Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos
Homem ao mar

In concreto
Ideal social
Ideias soltas
Ilha da madeira
Ilusão
Império lusitano
Impressões de um boticário de província
Insinuações
Inspector x
Intimista

Jacarandá
Janelar
Jantar das quartas
Jornal dos media
José antónio barreiros
José maria martins
Jose vacondeus
Judaic kehillah of portugal - or ahayim
Jugular
Julgamento público

Kontrastes

La force des choses
Ladrões de bicicletas
Largo da memória
Latitude 40
Liblog
Lisbon photos
Lobi do chá
Loja de ideias
Lusitana antiga liberdade
Lusofin

Ma-schamba
Macroscópio
Mais actual
Maquiavel & j.b.
Margem esquerda
Margens de erro
Mar salgado
Mas certamente que sim!
Mau tempo no canil
Memória virtual
Memórias para o futuro
Metafísica do esquecimento
Meu rumo
Miguel teixeira
Miniscente
Minoria ruidosa
Minudencias
Miss pearls
Moengas
Movimento douro litoral
Mundo disparatado
Mundus cultus
My guide to your galaxy

Não há pachorra
Não não e não
Nem tanto ao mar
Nocturno
Nortadas
Notícias da aldeia
Nova floresta
Nova frente
Num lugar à direita
Nunca mais

O afilhado
O amor nos tempos da blogosfera
O andarilho
O anónimo
O bico de gás
O cachimbo de magritte
O condomínio privado
O contradito
O diplomata
O duro das lamentações
O escafandro
O espelho mágico
O estado do tempo
O eu politico
O insubmisso
O insurgente
O islamismo na europa
O jansenista
O jumento
O observador
O país do burro
O país relativo
O pasquim da reacção
O pequeno mundo
O pravda ilhéu
O principe
O privilégio dos caminhos
O profano
O reaccionário
O saudosista
O severo
O sexo dos anjos
O sinaleiro da areaosa
O tempo das cerejas
O universo é uma casca de noz
Os convencidos da vida
Os veencidos da vida
Obrigado sá pinto
Oceano das palavras
Oeiras Local
Office lounging
Outubro

Palavra aberta
Palavrussaurus rex
Pangeia
Papa myzena
Paris
patriotas.info
Pau para toda a obra
Pensamentos
Pedro_nunes_no_mundo
Pedro rolo duarte
Pedro santana lopes
Pena e espada
Perguntar não ofende
Planetas politik
Planí­cie heróica
Playbekx
Pleitos, apostilhas e comentários
Politeia
Política pura e dura
Polí­tica xix
Polí­tica de choque
Politicazinha
Politikae
Polvorosa
Porcausasemodivelas
Porto das pipas
Portugal contemporâneo
Portugal dos pequeninos
Por tu graal
Povo de bahá
Praça da república em beja
Publicista

Quarta república
Quem dera que assim fosse

Registo civil
Relações internacionais
Retalhos de edith
Retórica
Retorno
Reverentia
Ricardo.pt
Rio sem regresso
Risco contínuo
Road book
Rua da judiaria

Salvaterra é fixe
Sem filtro
Sempre a produzir
Sentidos da vida
Serra mãe
Sete vidas como os gatos
Sobre o tempo que passa
Sociedade aberta
Sociologando
Sorumbático
Sou contra a corrente
Super flumina

Táxi
Tempo político
Teorias da cidade
Terras do carmo
Tese & antítese
Tesourinhos deprimentes
Tirem-me daqui
Tralapraki
Transcendente
Tribuna
31 da armada
Tristeza sob investigação
Triunfo da razão
Trova do vento que passa
Tubarão

Último reduto
Um por todos todos por um

Vale a pena lutar
Vasco campilho
Velocidade de cruzeiro
Viagens no meu sofá
Vida das coisas
25 centímetros de neve
Vento sueste
Voz do deserto

Welcome to elsinore

Xatoo

Zarp blog

 

Twingly BlogRank

blogs SAPO