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Ago 09
Por P.F., às 18:13 | comentar | ver comentários (3)

O texto que se segue, acessível a ultraleigos como eu, desmonta bem a falácia da ideia do consumo como propulsor da economia e da poupança como elemento retardador e obstáculo do avanço económico e resolução de crises a médio-longo prazo. Por sua vez, esta desmitificação, que vem ao encontro de muitas outras ao longo dos tempos, acaba por deitar por terra o propósito de muitos programas governamentais de fomento do consumo, mesmo aqueles que pretendem impulsionar um sector de modo específico.

 

In The Freeman Online

 

Most saving takes the form of financial instruments, including everything from basic checking accounts to the fanciest investment tools. If people are keeping higher checking account balances or putting more in savings accounts or money market mutual funds, then that wealth is not withdrawn from the economy. It is simply channeled elsewhere than into consumer goods. Financial institutions that accept such deposits lend them to customers who invest in their businesses. This is the process of creating the capital that is the sine qua non of sustainable, long-term economic growth.

In Bastiat’s terms, we see the lost expenditures at the retail store, but we mostly don’t see the “backdoor” way the savings are channeled to other businesses. More precisely, an increase in the savings rate represents a change in consumers’ time preferences: They are saying they are less interested in current consumption and more interested in future consumption. The beauty of financial markets is that they translate that change in preferences into a change in the flow of resources. Those investments will take time to become consumption goods, but that’s what consumers want.


Por Cristina Ribeiro, às 17:49 | comentar

mas aqui muito bem explanada, com todas as suas implicações, a mostrar à saciedade a índole de alguns que se propõem " representar os portugueses ", naquela casa que cada vez mais contribui para que esta seja uma República das Bananas,

Entregues à bicharada?


Por Cristina Ribeiro, às 17:22 | comentar

só agora o pude ler. Uma leitura que faz um pouco de luz para quem se esforça por saber como é que o estado da actividade política chegou a este buraco escuro em que nos encontramos; se cá fosse como lá, tudo seria muito mais claro, sem as " sem vergonhices " que marcam a nossa actualidade; mas como querer que uma  Assembleia que se comportou como comportou, nas barbas de toda a gente, aquando do Inquérito ao Caso BPN , seja diferente?


Por jorge, às 14:10 | comentar

- Dantes chamavam-lhes bufos: secretas (SIS e SIED) estão a colocar espiões em organismos públicos.

 

- Sem concurso, com ajuste directo: escolas: o investimento que vale tanto quanto um novo aeroporto. Os socialistas não lançaram o aeroporto e TGV durante a legislatura como esperavam mas obtiveram outras fontes de financiamento partidário.

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Por zedeportugal, às 12:50 | comentar

Mais de metade do Porto é subsidiado

(por Helena Teixeira da Silva, ontem, no JN)

 

Encontrado aqui.


Por António de Almeida, às 12:37 | comentar | ver comentários (3)

   -Ouvi ontem Marques Mendes afirmar que o PSD não é um partido de Direita, antes tem inscrita na sua matriz a social-democracia. Sem pretender faltar ao respeito por um posicionamento que apenas diz respeito aos seus militantes, nos quais não me incluo, sou apenas um eleitor que já tem votado no partido, o que não farei desta vez por razões que aqui escrevi, apetece-me perguntar o que andam por a fazer algumas pessoas que se auto-intitulam liberais, e outros um pouco mais conservadores, habitualmente próximos do GOP por exemplo, quando se trata de questões americanas? 
 

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Por António de Almeida, às 10:04 | comentar | ver comentários (8)

   -Há dias escrevi que o socialista não gosta de investir ou arriscar, prefere ficar encostado ao Estado, alguns comentadores não perceberam o alcance das minhas afirmações, na verdade falei na Saúde e Educação, mas poderia perfeitamente ter referido outros temas, por exemplo o sistema financeiro, estamos cansados de ouvir falar na necessidade de maior regulação e fiscalização sobre o sistema financeiro, que os Bancos não são transparentes na relação com os clientes, dificuldades na obtenção de crédito entre outros lugares comuns. Qual foi a resposta do governo socialista? Introduzir no ordenamento jurídico português a figura do mediador do crédito. O resultado prático já se adivinha, mais uns lugares de nomeação por confiança política, ler artigo 1º alínea 2, que ficam à disposição do governo. Não faltam no PS, mas também no PSD candidatos à ocupação de cargos tão inúteis, quanto dispendiosos ao bolso do contribuinte, quem julgam que irá pagar tais vencimentos?

 

 

Decreto-Lei n.º 144/2009 via 4R - Quarta República

 

 

 


Por Cristina Ribeiro, às 00:52 | comentar | ver comentários (2)

é o único caminho para quem se não revê  em qualquer dos partidos à direita do P.S.( apenas espera deles esse " mal menor " ); como disse num comentário, ao contrário do que sucede noutros países, em que a escolha é de verdadeira alternativa -v.g., Conservadores versus Trabalhistas, em Inglaterra;  PP versus PSOE, em Espanha, querer votar num partido no qual encontre uma praxis política sem "  ambiguidades nem oportunismo ", esqueça, porque tem mesmo de votar nessa amálgama partidária, onde a promiscuidade com o próprio P.S. é impressionante e aberrante até, de molde a, fatalmente, pelo menos até agora, acabar por desiludir quem votou num partido supostamente de direita. Será que as coisas vão mudar? Pago para ver...


Por zedeportugal, às 00:49 | comentar

Mais cedo ou mais tarde (e, quanto mais tarde pior) algum governo – quiçá, até poderia ser já o próximo? – irá perceber a lição que a História está fartinha de nos dar: que o crescimento económico de um país tão pequeno como Portugal só pode fazer-se à custa da ocupação de território mais amplo.

Mas, cuidado! A diáspora deixou de ser solução, mesmo aquela que tem sido tão incentivada pelo actual governo socialista (espero que brevemente, apenas de má memória) para Angola.

Porquê Angola? É tão simples como isto: porque a nova emigração para a Europa – e quem diz Europa, poderia dizer Austrália, Nova Zelândia, ou qualquer outro país onde as condições existenciais sejam mais favoráveis que por cá – já não envia para Portugal o seu aforro.

E, porque já não é solução a diáspora? Porque o país se colocou numa situação de dilema fatal: exporta os seus melhores e mais jovens efectivos populacionais para obter capital, mas precisa desesperadamente desses efectivos para construir o seu próprio futuro.

 

O que fazer, pois, perante este dilema?

 
(continua)

Nota: Até porque ainda nem sequer falei de Pareto, como terão reparado.

 

Este texto foi publicado primeiro aqui.

 


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