03
Set 09
Por jorge, às 23:59 | comentar | ver comentários (1)

rasgado

 

Hoje de manhã, pelas 10h00, coloquei  online no Fliscorno uma cópia da entrevista de Manuela Moura Guedes ao Público. Por si só vale a leitura. Mas agora depois desta exoneração, tornou-se incontornável. «Quando não me vierem no ar é porque alguma coisa se passou», disse Moura Guedes e hoje algo se passou. Passou-se que o primeiro-ministro e o seu governo que se recusam ir a uma estação de televisão correram com uma voz desalinhada. No país dos ajustes directos e dos negócios espanhóis como o TGV, com a sua vencedora proposta relâmpago e do negócio da vigilância da costa portuguesa (concurso polémico, ganho pela INDRA, empresa amiga de Zapatero, o qual até deu uma perna na campanha eleitoral socialista para as europeias), alguém duvida que o dinheiro fala mais alto do que uma jornalista fora do controlo?

tags:

Por Elisabete Joaquim, às 22:22 | comentar | ver comentários (2)

Francisco Louçã disse hoje na SIC que em ordem a combater os monopólios existentes em Portugal era necessária uma maior intervenção do Estado.


Por Elisabete Joaquim, às 22:19 | comentar

O debate entre Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa não foi um debate. O tipo de disputa do eleitorado que BE e PCP travam não se faz no campo das ideias mas sim no campo da imagética. A postura e tranquilidade dos dois líderes demonstrou a segurança com que sabem que o que os distingue está no estilo do eleitorado, estilisticamente moderno ou conservador, respectivamente. E sobre isso não há debate que valha, é tudo uma questão de imagem.

 


Por António de Almeida, às 19:52 | comentar | ver comentários (3)

1 - José Eduardo Moniz é afastado do cargo de Director-geral da TVI.

 

2 - Manuela Moura Guedes, acusada pelo secretário-geral do PS no Congresso de Espinho de fazer jornalismo travestido, vê suspenso o Jornal Nacional das sextas-feiras.

 

3 - Emídio Rangel, conhecido sócrate-boy é convidado para dirigir a TVI.

 

4 - Na semana das legislativas sairá um comunicado do DCIAP esclarecendo que José Sócrates não se encontra sob investigação, nem é suspeito de qualquer acto ilícito no âmbito do processo Freeport.

tags:

Por Jorge Assunção, às 15:08 | comentar | ver comentários (12)

 

 

Mas tenho a certeza que, em breve, quando os investidores perceberem as verdadeiras 'razões económicas' por trás da decisão da administração da TVI, as coisas voltarão ao normal.


Por António de Almeida, às 13:56 | comentar

   -Não sou espectador assíduo da TVI, nem sequer do Jornal Nacional de sexta-feira, apresentado por Manuela Moura Guedes, mas o ambiente em Portugal começa a ficar irrespirável, é suposto vivermos em Democracia, mas quem ousa incomodar o querido líder Kim Il Sócrates acaba tendo problemas. O país necessita mudar de rumo a 27 de Setembro, terminar com a atmosfera de claustrofobia em que vivemos e atirar com esta gente para o caixote de lixo da História.

tags:

Por vitorjesus, às 13:47 | comentar | ver comentários (1)

O Jornal Nacional da TVI, da Manuela Moura Guedes, foi suspenso.

 

A partir deste momento, vale tudo para tirar aquele homem de lá.


Por Cristina Ribeiro, às 13:19 | comentar

O senhor zangado, versus senhor delicado, é , numa bem achada comparação, apelidado de Dr. Jekyll and Mr. Hyde. Que todos nós não nos deixemos  levar por falinhas maviosas, sempre prontas a saltar cá para fora em épocas eleitorais. Devemos isso a nós mesmos, devêmo-lo ao país.


Por jorge, às 11:45 | comentar

Todos lhe poderão pôr os pés em cima. Basta ir a Paços de Ferreira.

tags:

Por António de Almeida, às 09:54 | comentar

   -Um Paulo Portas calmo e assertivo, bastou para colocar José Sócrates em grandes dificuldades no primeiro debate televisivo entre os principais lideres partidários. O primeiro-ministro viu-se obrigado a recorrer ao velho truque de confrontar o presente com o passado já julgado nas urnas pelos portugueses em 2005, enredou-se em contradições em matéria de segurança, esteve inseguro na fiscalidade e segurança social e apenas na educação, tema discutido perto do final do debate, conseguiu equilibrar a contenda. No entanto PS e CDS/PP não disputam o mesmo eleitorado, pelo que a vantagem conseguida por Paulo Portas será inútil para si, já José Sócrates se não melhorar a prestação nas próximas aparições verá desfeita a sua ambição de renovar a maioria absoluta, eu diria que neste momento a questão é saber se conseguirá mesmo vencer as eleições, cenário impensável há alguns meses.

tags:

Por P.F., às 02:05 | comentar

O Paulo é consultor imobiliário. O que significa que os seus ganhos dependem do seu sucesso profissional - comissões de suas vendas. O contrato que fez com seu "patrão", João, foi um contrato de prestação de serviços. Não tem subsídios de coisa nenhuma e as férias é ele quem planeia, em coordenação com outros consultores. Não têm um período definido, pois dependem também do seu desempenho durante o ano. Quantas mais comissões conseguiu, mais tempo e subsequentemente dinheiro ele poderá dispor. João não o obrigará a nada pois não quer perder um bom consultor que faz a agência ganhar bom dinheiro. Mas, nem tudo são opções, pois Paulo e João são obrigados a deduzir uma percentagem escandalosa para uma "segurança" social que não utilizam no momento presente e não sabem se irão usufruir no futuro, e têm obrigações fiscais superiores a outros trabalhadores por conta d'outrém. Inclusive daqueles que têm salário fixo independentemente do que produzem. Daqueles que fazem greve se alguém decide que devem ser avaliados, fazem greve se não têm o aumento que desejariam ou o que o sindicato indicou.

Ao fim de um ano Paulo e João trabalharam de sol a sol no mínimo seis dias por semana e descontaram de seus ganhos uma percentagem superior a todos os outros trabalhadores. Não fazem greve, não porque não possam mas sim porque não lhes serviria de nada. As férias e os seus cuidados de saúde - não me refiro ao SNS por razões óbvias - são pagos do seu próprio bolso, cujo conteúdo resultou do sucesso do seu trabalho.

Os outros recebem subsídios vários e têm acesso a estabelecimentos de saúde privados e de qualidade através da ADSE, porque muitos como João e o Paulo descontam balúrdios.

Nem todos os portugueses são nem poderiam ser consultores comerciais nem pofissionais liberais, é certo. Mas por que é que são sempre os mesmos a pagar as crises e as mordomias daqueles que nunca estão satisfeitos com nada que lhes cai do dinheiro dos outros?


Por zedeportugal, às 00:46 | comentar

(continuação daqui)
 

Porque evita esta acção a criação de empregos subsidiados?

A resposta é óbvia: Porque gera verdadeiros empregos. Vejamos como.

 

Basta ter presentes duas ordens de conhecimentos:

 

1. A Teoria das Elites, de Pareto (é verdade, uma vez mais o Pareto).

2. As cidades portuguesas onde existam universidades e hospitais de dimensão supra-distrital.

 

A criação de Hospitais Universitários nas maiores cidades do interior deslocará para lá, imediatamente, uma elite e uma mão-de-obra inicial (digamos assim) – excelentes professores médicos e muitos estudantes.

De seguida, e em consequência, uma massa populacional essencialmente composta por reformados e pensionistas irá deslocar-se para essas cidades e fixar-se aí a pouco e pouco (comodidade), por causa da sua carência (necessidade) e aproveitando a oferta de qualidade (oportunidade).

Finalmente, tenha-se presente que a maioria das pessoas que constitui este último grupo populacional aufere um rendimento fixo e permanente que não depende (directamente) de um emprego. Contudo, o efeito multiplicador de toda a estrutura de serviços criada e do somatório de todos estes rendimentos (ainda que individualmente pequenos) será enorme e criará muito rapidamente um amplo mercado de trabalho.

 

Antecipo as vossas perguntas: Mas, isto é exequível? Os senhores doutores quererão deslocar-se para fora dos grandes centros urbanos? Não serão necessários investimentos demasiado elevados? Não demora demasiado tempo a por uma coisa destas em andamento?

Leia já a seguir as respostas a todas estas perguntas.

 

(continua)

 

Este texto foi publicado primeiro aqui.


subscrever feeds
Setembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9





pesquisar blog
 
Links
A arte da fuga
A barbearia do senhor luís
A cagarra
A casa de sarto
A casa dos comuns
A caveira vesga
A caverna obscura
A civilização do espectáculo
A destreza das dúvidas
A educação do meu umbigo
A grande alface
A janela do ocaso
A natureza do mal
A origem das espécies
A outra varinha mágica
A revolta das palavras
a ritinha
A terceira noite
A textura do texto
A voz do povo
A voz nacional
A voz portalegrense
As escolhas do beijokense
As penas do flamingo
Abrigo de pastora
Abrupto
Às duas por três
Activismo de sofá
Admirável mundo novo
Adufe
Água leve
Água lisa
Alcabrozes
Alianças
Aliança nacional
Alinhavos
Almocreve das petas
Apdeites v2
Arcadia
Arde lua
Arrastão
Aspirina b
Atuleirus
Avatares de um desejo

Bar do moe, nº 133
Blasfémias
Bem haja
Berra-boi
Bic laranja
Bicho carpinteiro
Binoculista
Bissapa
Blogo social português
Blogotinha
Blogs e política
Blogue de direita
Blogue da sedes
Blue lounge
Boca de incêndio
Boina frígia
Braga blog
Branco no branco
Busturenga

Cabalas
Caixa de petri
Caixa de pregos
Câmara corporativa
Campos da várzea
Canhoto
Cão com pulgas
Carreira da í­ndia
Causa liberal
Causa nossa
Centenário da república
Centurião
Certas divergencias
Chá preto
Charquinho
Cibertúlia
cinco dias
Classe polí­tica
Clube das repúblicas mortas
Clube dos pensadores
Cobrador da persia
Combustões
Confidências
Congeminações
Contingências
Controversa maresia
Corta-fitas
Criativemo-nos
Crónicas d'escárnio e mal dizer

Da condição humana
Da literatura
Da rússia
Dar à tramela
Dass
De vexa atentamente
Der terrorist
Delito de opinião
Desconcertante
Desesperada esperança
Do portugal profundo
Dois dedos de prosa e poesia
Dolo eventual
Duas cidades
Duas ou três coisas
2 rosas

Eclético
É curioso
e-konoklasta
Em 2711
Elba everywhere
Em directo
Encapuzado extrovertido
Entre as brumas da memória
Enzima
Ephemera
Esmaltes e jóias
Esquissos
Estrago da nação
Estudos sobre o comunismo
Espumadamente
Eternas saudades do futuro

Faccioso
Falta de tempo
Filtragens
Fôguetabraze
Foram-se os anéis
Fumaças

Gajo dos abraços
Galo verde
Gazeta da restavração
Geometria do abismo
Geração de 80
Geração de 60
Geração rasca
Gonio
Governo sombra

Há normal?!
Herdeiro de aécio?!
Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos
Homem ao mar

In concreto
Ideal social
Ideias soltas
Ilha da madeira
Ilusão
Império lusitano
Impressões de um boticário de província
Insinuações
Inspector x
Intimista

Jacarandá
Janelar
Jantar das quartas
Jornal dos media
José antónio barreiros
José maria martins
Jose vacondeus
Judaic kehillah of portugal - or ahayim
Jugular
Julgamento público

Kontrastes

La force des choses
Ladrões de bicicletas
Largo da memória
Latitude 40
Liblog
Lisbon photos
Lobi do chá
Loja de ideias
Lusitana antiga liberdade
Lusofin

Ma-schamba
Macroscópio
Mais actual
Maquiavel & j.b.
Margem esquerda
Margens de erro
Mar salgado
Mas certamente que sim!
Mau tempo no canil
Memória virtual
Memórias para o futuro
Metafísica do esquecimento
Meu rumo
Miguel teixeira
Miniscente
Minoria ruidosa
Minudencias
Miss pearls
Moengas
Movimento douro litoral
Mundo disparatado
Mundus cultus
My guide to your galaxy

Não há pachorra
Não não e não
Nem tanto ao mar
Nocturno
Nortadas
Notícias da aldeia
Nova floresta
Nova frente
Num lugar à direita
Nunca mais

O afilhado
O amor nos tempos da blogosfera
O andarilho
O anónimo
O bico de gás
O cachimbo de magritte
O condomínio privado
O contradito
O diplomata
O duro das lamentações
O escafandro
O espelho mágico
O estado do tempo
O eu politico
O insubmisso
O insurgente
O islamismo na europa
O jansenista
O jumento
O observador
O país do burro
O país relativo
O pasquim da reacção
O pequeno mundo
O pravda ilhéu
O principe
O privilégio dos caminhos
O profano
O reaccionário
O saudosista
O severo
O sexo dos anjos
O sinaleiro da areaosa
O tempo das cerejas
O universo é uma casca de noz
Os convencidos da vida
Os veencidos da vida
Obrigado sá pinto
Oceano das palavras
Oeiras Local
Office lounging
Outubro

Palavra aberta
Palavrussaurus rex
Pangeia
Papa myzena
Paris
patriotas.info
Pau para toda a obra
Pensamentos
Pedro_nunes_no_mundo
Pedro rolo duarte
Pedro santana lopes
Pena e espada
Perguntar não ofende
Planetas politik
Planí­cie heróica
Playbekx
Pleitos, apostilhas e comentários
Politeia
Política pura e dura
Polí­tica xix
Polí­tica de choque
Politicazinha
Politikae
Polvorosa
Porcausasemodivelas
Porto das pipas
Portugal contemporâneo
Portugal dos pequeninos
Por tu graal
Povo de bahá
Praça da república em beja
Publicista

Quarta república
Quem dera que assim fosse

Registo civil
Relações internacionais
Retalhos de edith
Retórica
Retorno
Reverentia
Ricardo.pt
Rio sem regresso
Risco contínuo
Road book
Rua da judiaria

Salvaterra é fixe
Sem filtro
Sempre a produzir
Sentidos da vida
Serra mãe
Sete vidas como os gatos
Sobre o tempo que passa
Sociedade aberta
Sociologando
Sorumbático
Sou contra a corrente
Super flumina

Táxi
Tempo político
Teorias da cidade
Terras do carmo
Tese & antítese
Tesourinhos deprimentes
Tirem-me daqui
Tralapraki
Transcendente
Tribuna
31 da armada
Tristeza sob investigação
Triunfo da razão
Trova do vento que passa
Tubarão

Último reduto
Um por todos todos por um

Vale a pena lutar
Vasco campilho
Velocidade de cruzeiro
Viagens no meu sofá
Vida das coisas
25 centímetros de neve
Vento sueste
Voz do deserto

Welcome to elsinore

Xatoo

Zarp blog

 

Twingly BlogRank

blogs SAPO