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Set 09
Por P.F., às 22:32 | comentar

Um dos principais temas de discórdia entre os dois intervenientes foi precisamente este. Francisco Louçã criticou o PP por chamar ao subsídio de desemprego «subsídio à preguiça» e comparou o CDS a Salazar que, alegadamente, terá usado a mesma expressão.

 

O poder argumentativo da esquerda baseia-se nos seus fantasmas do passado. Associar o subsídio à preguiça está mal porque Salazar também assim defendia e dizia. Não faltarão cerebrozinhos "apainelados" a bradar uma presuntiva "vitória" de Louçã por causa de uma frase destas. Mas será que os Portugueses, de modo geral, ainda se agacham à suposta autoridade moral sustentada na demonização de tudo quanto diz respeito ao Estado Novo e em argumentos sem qualquer sustentação racional?


Por Cristina Ribeiro, às 22:20 | comentar

foram tomadas pela direita ",  disse Paulo Portas, e exemplificou.

Mas há muito esse mito, de que a esquerda tem o monopólio do " humanismo ", como disseram a jornalistas do DN dirigentes do PS aquando de uma reunião do partido em Santarém há dois ( ? ) anos.

Nem em Portugal nem a nível internacional, como já evidenciou aqui o Pedro Félix, ao realçar o papel de, nomeadamente, Disraeli.

Um mito  corrosivo, criado por oportunistas sem escrúpulos, que urge combater.

 

 

* diria, " também,"  foram tomadas pela direita


Por Nuno Castelo-Branco, às 15:41 | comentar | ver comentários (1)

 

 

Segui em diferido,  o debate televisivo entre Manuela Ferreira Leite/Paulo Portas. Estava no ginásio e enquanto pedalava para o necessário aquecimento, escutei os comentários dos apainelados da SIC, entre os quais pontificavam a senhora Clara Ferreira Alves (uma conhecida Dra.) e o senhor Ricardo Costa (mais um conhecido Dr.). Com a moderação de Mário Crespo, este debate foi capaz de durante uma hora, apresentar ao país a dissecação de um outro que afinal, não existiu!  Ao chegar a casa, vinha com a sensação de uma esmagadora vitória de Paulo Portas que segundo aquilo que foi transmitido pelos apainelados da SIC balsemeira, trucidara a "desajeitada" dra. Manuela.

 

Pesquisei na net e lá descobri a gravação do frente-a-frente que em nada se assemelhou ao que o comentareirismo oficialóide quis fazer transparecer. Paulo Portas esteve bem, como sempre. Foi claro e incisivo - sem qualquer laivo de grosseria ou falta de respeito, o que aliás, não faz o seu estilo - e desfiou num bem conseguido resumo, as medidas que o CDS procurará implementar se for governo. Números precisos, linguagem acessível a todos, os temas que há muito são da sua eleição - pensionistas, agricultores e segurança - e a desejável auto-confiança que geralmente lhe propicia um êxito muito superior às manigantes expectativas dos seus adversários. 

 

Manuela Ferreira Leite deve ter surpreendido muitos indecisos. Esta Senhora é um verdadeiro quebra-cabeças para apainelados aficcionados e promotores do gajismo militante de uma meia dúzia de sirigaitas que vão alternando nos escaparates das listas parlamentares.  Apresentou-se bem arranjada - como sempre -,  sorridente e amistosa quando necessário e compenetrada na análise da actual situação. Foi moderada quando se referiu ao seu principal adversário - José Sócrates - e chamou a atenção para a calamitosa situação em que centos de milhar de portugueses se encontram, apelando ao bom senso e fazendo ver a imperiosa necessidade de acudir aos casos prementes e mais urgentes. Ao contrário daquilo que o PSD sempre foi e é, mostrou o rosto humano que se compadece com o sofrimento alheio e pela primeira vez nesta pré-campanha, ficámos com a sensação de "o Partido" ter ficado como algo de longínquo ou instrumental, embora necessário para a prossecução de um programa de emergência. De facto, MFL foi a face do estadista que devia ser a norma de todos os agentes políticos. O problema não é ela e sim o PSD. Firme e segura das suas convicções, não cedeu às alfinetadas da Sra. Judite de Sousa (a conhecida "chefa" de redacção, a Dra. Seara), nada prometeu e conseguiu desligar-se da habitual abstracção dos "grandes princípios" ideológicos que regem as forças partidárias - onde geralmente se atolam  lunáticos como o sr. Louçã - , para atender à realidade da miséria, do desperdício e da racionalização dos recursos. Foi quase maternal.

 

Além das sondagens fabricadas ao sabor de ditames mais ou menos identificados, estes apainelamentos são afinal um prolongamento dos ditos estudos de opinião. Gente perfeitamente arregimentada e comprometida, que faz nitidamente o jogo de quem mais prejudicado poderá ficar por um bom resultado de MFL. Ontem, a desfaçatez foi nítida, manipuladora e vergonhosa a roçar a indecência. Num debate onde não houve nem seria previsível haver um vencedor ou um vencido, ficou apenas o triste registo de um simulacro de jornalismo mercenário, de gente que serve a agenda plutocrática de terceiros, provavelmente os sponsors do costume.

 

Agora, muito dependerá do debate Portas/Louçã - o terceiro lugar é uma tentadora perspectiva para ambos - e o de amanhã, Sábado, quando possivelmente saberemos quem será o previsível vencedor no dia 27 de Setembro.

 

 


Por António de Almeida, às 15:14 | comentar

   -Totalmente descredibilizadas após as eleições europeias, as sondagens são hoje olhadas com desconfiança, não ficando livres até de suspeitas de manipulação. A Universidade Católica divulga hoje um estudo que coloca PS e PSD tecnicamente empatados, com ligeira vantagem para os socialistas, BE no terceiro lugar, à frente da CDU, CDS/PP normalmente subavaliado, em 5º lugar com 6%. Vale o que vale, nesta altura pouco mais que zero, não me levem a mal os autores destes estudos, mas são eles quem tem agora de provar serem merecedores da nossa confiança. Fica a curiosidade e pouco mais.


Por Jorge Assunção, às 13:20 | comentar

As sondagens recentes, seja a da CESOP, seja a da Marktest, colocam o PSD a menos de 3 pontos do PS. A avaliar pelas sondagens para as europeias e o resultado efectivo, poderemos afirmar que o PSD está na pole position para vencer as legislativas?

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Por zedeportugal, às 13:20 | comentar | ver comentários (2)

É preciso desmontar completamente a mentira da "ingovernabilidade" com que o PS e o PSD teimam em assustar os portugueses.

 

Vejamos, por exemplo, os resultados das últimas eleições na Bélgica (10 Junho 2007):

Nota: clique em cada uma das imagens para ver os quadros e gráficos maiores.

 

1. Distribuição dos votos entre os partidos concorrentes para a Câmara dos Representantes do Parlamento belga (que corresponde, aproximadamente, à Assembleia da República portuguesa) nas eleições de 2007:

 

 

2. Comparativo do número de lugares que cada partido obteve na Câmara dos Representantes do Parlamento belga nas eleições de 2003 e nas de 2007 (vejam como os partidos socialistas, que lá são dois, perderam imensos lugares em 2007):

 

 

3. Composição actual (multipartidária) do governo belga:

 

 

Isto sim, é democracia representativa - que é aquela em que o maior número possível de cidadãos está representado.

Alguém acha que falta democracia na Bélgica?

Alguém ouviu os belgas queixar-se que se sentem "ingovernados"?

 

A taxa oficial de desemprego na Bélgica era, em Julho passado, de 8,0%.

A taxa oficial de desemprego Portugal era, na mesma data, de 9,2%.

 

Qual dos dois países está melhor governado?

 

Nota 1: Foi corrigida (cerca das 18:15) a taxa de desemprego belga em Julho de 2009, segundo os dados do Eurostat, e acrescentado o linque da fonte dos dados.

 

Nota 2: Este texto foi também publicado aqui.

 


Por Jorge Assunção, às 13:07 | comentar

Take Another Plane, por João Caetano Dias

 

Uma das melhores acções colectivas que gostaria de ver acontecer era um boicote generalizado à TAP, até a levar à falência. É urgente que a TAP acabe. A TAP é o maior empecilho que temos a um transporte aéreo económico e de qualidade.


Por Jorge Ferreira, às 09:18 | comentar | ver comentários (1)

Em plena campanha eleitoral para as legislativas deste mês existem três temas incompreensivelmente asfixiados pela agenda temática dos partidos. Ninguém fala de corrupção, ninguém fala de Constituição e ninguém fala do despesão público que todos os programas implicam. Existe um campeonato programático a ver quem consegue prometer gastar mais. Todos querem mais Estado, a fazer mais coisas, sabendo que o país não pode pagar um estado faz-tudo.

 

Neste momento existem cerca de setecentas investigações por corrupção a correr nas instâncias competentes (espera-se que competentes…). Algumas envolvem negócios com intervenção de ex-ministros do CDS, como Paulo Portas, ex-ministros do PSD, como Arlindo Carvalho e Dias Loureiro, para não falar no caso Freeport, convenientemente remetido para o pós-eleições e que tanto enerva José Sócrates e familiares. Já nem é preciso falar nos autarcas. Mas quem ouvir os partidos em campanha parece que não há corrupção em Portugal. Ninguém se atreve nos debates a dois a colocar abertamente o problema, a propor o que quer que seja para combater a gangrena da democracia. A corrupção é do foro de um país silenciado, de uma espécie de país paralelo, que não existe no verbo partidário. Este silêncio envergonha todos.

 

A próxima legislatura poderá vir a ter poderes constituintes. Derivados, para não chocar os puristas dogmáticos da Constituição de 1976. Mas alguém sabe o que cada partido quer mudar, se é que quer, na Constituição da República? No sistema eleitoral, sempre tão vergastado quando se fala da crise de representação dos eleitores? Na utópica e disparatada Constituição económica? No próprio sistema político, tão necessitado de credibilidade, agilidade, transparência e eficácia? Não. Ninguém diz uma palavra sobre o assunto.

 

Do que todos falam é da crise. E das medidas para a combater. À crise económica e à consequente crise social. Medidas, mais medidas, despesa, mais despesa. Do que ninguém fala, enfim, é como tenciona pôr o país a pagar o renascido défice das contas públicas nos próximos quatro anos.

 

Estes três silêncios são a asfixia eleitoral em que os partidos instalados mergulharam o país. Discute-se o folclore. Discute-se quem asfixia mais e onde, mas, no fundo os partidos instalados, até o Bloco (quem os viu e quem os vê… tão aprumadinhos à frente do “senhor primeiro-ministro”…), asfixiam em conjunto o debate político de fundo. No fundo, estão iguais a si próprios. Adiam Portugal.

(publicado na edição de hoje do Semanário e no Tomar Partido)


Por Jorge Ferreira, às 09:16 | comentar | ver comentários (3)

As eleições legislativas de 27 de Setembro servem para eleger 230 deputados à Assembleia da República. Mas se perguntarmos a qualquer cidadão na rua para que vai votar nesse dia, com toda a certeza que a resposta mais frequente que ouvirá é que o cidadão vai eleger o Primeiro-Ministro. A isto conduziu a fulanização da política e das eleições. Interessa mais o estilo do que as ideias, o aspecto do que a substância, as palavras do que os programas.

 

Poucos saberão os nomes daqueles cuja vida vai mudar se forem eleitos deputados. Mas todos discutem se Sócrates é melhor que Ferreira Leite ou vice-versa. Por outras palavras: os cidadãos aprestam-se para votar numa eleição que não existe na lei, a de Primeiro-Ministro e não votar na eleição efectivamente prevista na lei, a dos deputados, cujos nomes nem se dão ao trabalho de ler à porta das assembleias de voto, mais que não seja, uns minutinhos antes de entrar na cabina de voto.

 

Esta disfunção mostra bem a desadequação do sistema político português. Ela gera um vazio de representação política parlamentar. Ninguém se pode sentir representado por quem nem sequer conhece. Ninguém se pode sentir representado por quem não pode responsabilizar pelos seus actos. Na verdade, os eleitores que conscientemente votam em deputados, nem sequer estão a escolher. Estão a escolher entre escolhidos. É a ilusão da democracia representativa.

 

Existem duas reformas essenciais a fazer no sistema eleitoral.

 

A primeira é permitir as candidaturas de independentes à Assembleia da República. O campeonato partidário está esgotado, viciado à partida. Precisa de um grande susto. E a democracia precisa de respiração. O monopólio partidário nas eleições legislativas está a corroer a democracia por dentro, porque contribui para o distanciamento dos cidadãos da instituição parlamentar, e contribui para o descrédito do próprio sistema.

 

A segunda é a da criação de círculos uninominais, para que toda a gente tenha efectiva capacidade de decisão eleitoral e saiba quem é o seu deputado. Evidentemente que os partidos têm medo disto, porque o poder das direcções escolherem os seus fiéis para as listas fica comprometido. Mas, não tenhamos dúvidas, estas duas medidas provocariam um novo entusiasmo cívico e político na sociedade portuguesa e dotaria o sistema político de mais saúde e transparência.

(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro e no Tomar Partido)


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