Cada parágrafo do texto do dito é uma mentira ou uma falácia, ou mesmo ambas as coisas simultâneamente.

É muito fácil desmontar a argumentação do dito. Mas, sinceramente, ler tanta aldrabice indispõe-me.
zedeportugal a 11 de Agosto de 2009 às 11:51

Se calhar viu no texto de Sócrates justificações para a "acção urgente" que eu não vi.

Os amanhãs que cantam são ainda manifestações da crença no paraíso perdido ( o "comunismo primitivo" e outros mitos).
A direita teme a barbárie e sabe quanto ela está sempre próxima.
vsc a 11 de Agosto de 2009 às 12:10

Percebo o que quer dizer, e concordo que há também mitologia do paraíso perdido no discurso progressista da esquerda (de Rousseau). A diferença é que a esquerda pensa poder restabelecê-lo (ou criá-lo no caso de Sócrates - muito pouco romântico) com acções positivas, isto é, (re)construíndo-o no futuro.

«uma corrente estética motivada pela “urgência” da acção»

Muito bem visto. Ajuda a perceber a insistência da personagem em se apresentar como o homem que faz história.
jorge a 11 de Agosto de 2009 às 12:34