O problema é quando, no caso de Portugal, a própria direita se enquadra na crítica aqui feita por Ayn Rand. they hide behind the empty assertion that they are lovers of freedom, with no concrete meaning attached to the word. A diferença de grau de aceitação do "colectivismo" que separa PS e PSD deve ser microscópica.
Elisabete Joaquim a 18 de Agosto de 2009 às 12:06

De facto Elisabete, concordo plenamente. Diria até que os partidos do arco governativo no fundogovernam todos à esqueda. Já há tempos fiz um post sobre esse assunto, vou ver se o repesco aqui para o Novo Rumo.

Infelizmente tenho que concordar com ambos. No nosso arco politico não existe partido algum que assuma a defesa do liberalismo, com todas as contrariedades que isso impõe ao Socialismo vigente.
Quando mais de metade da economia depender de alguma forma do Estado e por arrastamento do Governo...
Estamos já em queda livre...
Pedro Caramujo a 23 de Novembro de 2009 às 00:02

O paradigma de hoje é a social-democracia, e é comum a todo o espectro político.

Existe "estatismo" e "anti-estatismo".

o Joaquim do "Portugal Contemporâneo" arranjou uma citação perfeita:

Padre Julio Meinvielle:

O estatismo é um absurdo monstruoso, porque faz derivar do Estado todo o Direito, quando a sã razão ensina que se há direitos que cabem ao Estado, também têm os seus – e tão inalienáveis como os do Estado – o homem-idivíduo, o homem-família e o homem-sociedade particular. E precisamente a ordenação divina, manifestada na lei natural, diz que se o Estado deve ordenar todos estes direitos do homem-idivíduo, do homem-família e do homem-sociedade, deve ordená-los não devorando-os, mas defendendo-os e protegendo-os. Porque para isso vivem os homens em sociedade, para proteger os seus legítimos e inalienáveis direitos que não poderiam fazer valer na selva, onde imperaria a lei do mais forte. De maneira que a razão que justifica a existência e a necessidade do Estado condena o estatismo. Porque o Estado não é para suprir, mas para assegurar os direitos das unidades que lhe estão subordinadas.

Do livro "Concepción Católica de la Política".
CN a 19 de Agosto de 2009 às 10:16

http://www.geert-hofstede.com/
Afoito a 20 de Agosto de 2009 às 20:43