(de)formação
O i de hoje traz um interessante artigo sobre Formação Profissional. Falta o outro lado: sabia que um desempregado que frequente um curso conta, para efeitos estatísticos, como estando a trabalhar? Para quando uma investigação sobre os inúmeros cursos que não servem para nada? O que fazer com os chamados cursistas, pessoas que vivem dos cursos de formação? O que fazer com as empresas de formação que levam meses a pagar a formadores e formandos, quando pagam? Poderia colocar muitas mais perguntas.
A Formação Profisional em Portugal precisa de uma profunda reforma, que passe por mais exigência e mais critério na distribuição dos dinheiros para a formação. A Formação não pode ser mais do que uma forma de mascarar os números do desemprego. Não nos iludamos: a nomeação Vieira da Silva para dirigir a campanha do PS não é inocente.
