É bem verdade.

Muitas das PME´s vão subsistindo a "balões de soro" quase a riscar o ilegal, como o não pagar os impostos na totalidade nem os seus fornecedores por forma a que não falte dinheiro pagar cumprir com os salários dos seus empregados.
Que dependem inteiramente dos pequenos vencimentos que tb vão auferindo.
Se o Estado não começa a criar políticas de apoio real a estas empresas e só se preocupar com as que "mexem "um pouco com o PIB, tipo Auto-Europa, então num prazo não muito distante veremos, muita gente a caminhar para o centro de (des)emprego e para a "sopa dos pobres"...

abr...
Nuno Raimundo a 4 de Agosto de 2009 às 23:07

Se o Estado não começa a criar políticas de apoio real a estas empresas e só se preocupar com as que "mexem "um pouco com o PIB, tipo Auto-Europa

-Caro Nuno, o Estado não tem de criar políticas de apoio, o Estado não deve fazer absolutamente nada, porque já faz a mais. Pode é reduzir o IRC, eu diria, principalmente a TSU, e terminar com o execrável PEC.
António de Almeida a 4 de Agosto de 2009 às 23:29

E isso não seriam medidas ou politicas de apoio ás empresas?
Eu não disse que o Estado lá tinha de por administradores seus.
O que o Estado tem de fazer é olhar com mais respeito as PME´s e criar medidas que não sejam meros paliativos e que aa longo prazo as acabe por sofucar...

abr...

A melhor forma de "apoio" será baixar os impostos, de preferência extinguindo a parvoíce do IRC. Outra forma possível de apoio seria baixar o IVA aos produtos da indústria nacional, ao que eu denomino abusivamente de "proteccionismo positivo" - a bem da Nação.
PF a 5 de Agosto de 2009 às 01:02

Outra forma possível de apoio seria baixar o IVA aos produtos da indústria nacional

-Em primeiro lugar tal não seria possível no quadro da U.E., em segundo, se todos os países adoptassem semelhante prática, não seríamos de todo beneficiados, bem pelo contrário.